A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Biblico-Catequética publica a proposta de Celebração para o Dia do Catequista, dia 27 de agosto, elaborada pelo padre Thiago Faccini Paro e por Eurivaldo Ferreira. A proposta de celebração, busca integrar catequese e liturgia, com um roteiro baseado no Ofício Divino (liturgia das horas). Segundo os autores, mais que um momento repleto de alegorias, a proposta quer resgatar a nobre simplicidade, o silêncio, a centralidade da Palavra de Deus e a ritualidade, elementos fundamentais na liturgia cristã.
quarta-feira, 26 de julho de 2017
quinta-feira, 20 de julho de 2017
INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ: ITINERÁRIO PARA FORMAR DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS -03
Iniciação à Vida Cristã: Itinerário para Formar Discípulos Missionários
Dom Aloísio A. Dilli
Bispo de Santa Cruz do Sul
Bispo de Santa Cruz do Sul
Caros diocesanos. Continuamos nossa reflexão, sobre o recente documento
da CNBB: Iniciação à Vida Cristã: Itinerário para Formar Discípulos
Missionários. Já abordamos a parte bíblica do encontro e diálogo de Jesus com a
samaritana e seus desdobramentos (Jo 4, 4-42). Hoje apresentaremos síntese do
capítulo II que destaca o VER ou a parte histórica da IVC.
Como no encontro do Senhor com a samaritana, a Igreja também é desafiada
a promover encontros com novos interlocutores. Temos um passado que pode nos
impulsionar na busca de novos caminhos para o seguimento, desde os tempos da
Igreja primitiva. No séc. II, se estruturou o catecumenato: itinerário
específico de iniciação. Era um caminho que acolhia a salvação de Deus e que se
expressava na vida da comunidade com uma série de ensinamentos e práticas
litúrgicas. Este processo se aperfeiçoou até o séc. IV e entrou em lenta
decadência, a partir do séc. V, até desaparecer no séc. VI-VII.
O declínio do catecumenato deu-se com o surgimento da cristandade,
quando a maioria da população se tornou cristã. Então os sacramentos da
iniciação cristã eram celebrados sem muita relação entre eles e o batismo de
crianças tornou-se prática comum. Era um cristianismo herdado num ambiente de
cultura cristã: tradição familiar e social. A fé era alimentada fortemente pela
devoção aos santos, pelas peregrinações e penitências. Ganharam importância as
orações decoradas. A bíblia era usada nos sermões, encenada nas procissões e
expressa na arte e no canto. Era uma catequese de piedade popular.
A partir do Concílio de Trento (1545-1563) elaborou-se um catecismo,
centrado no conhecimento da doutrina da fé, na instrução moral, na celebração
dos sacramentos e nas orações cristãs. Este tornou-se referência oficial para a
transmissão da fé até o séc. XX. O Vaticano II (1962-1965) sugeriu novos
caminhos na transmissão da fé: diversos documentos foram emitidos, em nível
universal e nacional. Muitas Dioceses, Paróquias e Comunidades reagiram com
experiências renovadoras. Em 2011, a IVC foi assumida como urgência pelas
Diretrizes Gerais: Igreja – Casa da Iniciação à Vida Cristã.
Como em Samaria, abrem-se novos poços para o encontro com o Senhor, em
nossas realidades. Pelo impulso do Espírito, estamos em estado de busca e de
recomeço. Fica para trás um determinado modelo eclesial, marcado pela segurança
da sociedade de cristandade e desponta um processo de renascimento: modelo de
Igreja pobre, samaritana, em saída missionária para as periferias geográficas e
existenciais. O novo caminho exige humildade, acolhida, criatividade,
capacidade dialogal, necessidade de conversão pastoral, de gestação permanente,
sem apego a modelo único e uniforme. Cultivar a mística do encontro: não tanto
ouvir e falar sobre Deus, mas ouvir e falar com Deus. S. Agostinho afirma:
“Devemos dizer muitas coisas ao novo crente, mas mais a Deus por ele, do que a
ele sobre Deus”. Tertuliano diz: “Os cristãos não nascem, se fazem”.
O querigma, como anúncio do essencial da fé, e a mistagogia, como
progressiva introdução no mistério pascal de Cristo, vivido na experiência
comunitária, são aspectos essenciais na renovação do processo de IVC.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ: ITINERÁRIO PARA FORMAR DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS -02
Dom Aloísio A. Dilli
Bispo de Santo Cruz do Sul
Bispo de Santo Cruz do Sul
Caros diocesanos. Na mensagem anterior iniciamos nossa reflexão sobre o
novo documento da CNBB, com o tema da Iniciação à Vida Cristã (IVC). No
primeiro capítulo do mesmo apresenta-se o ícone bíblico do encontro de Jesus
com a samaritana, no poço de Jacó (Jo 4, 4-42), para iluminar o processo da
Iniciação à Vida Cristã. Há uma sequência interessante no texto, em seis
passos: Encontro – Diálogo – Conhecer Jesus – Revelação – Anúncio – Testemunho.
Já vimos como iniciou o encontro de Jesus com a samaritana, pedindo-lhe
água do poço para beber. No diálogo que acontece, Jesus quer ter sede para
revelar o dom de Deus àquela mulher. Ela ainda não conhece a água viva; somente
conhece o dom da água do poço. Através do diálogo, aos poucos, ela começa a
conhecer Jesus – “Quem beber da água que eu lhe darei, nunca mais terá sede”
(Jo 4, 14). Antes da revelação, Jesus aborda o tema dos maridos da samaritana
(Jo 4, 16): Para receber da nova água é preciso tomar consciência dos próprios
descaminhos e pecados. O encontro com Jesus exige mudança de vida, conversão.
Na Bíblia, o tema da aliança com Deus, diversas vezes, é simbolizado pelo
casamento: os maridos então podem significar idolatrias, distanciamentos de
Deus e por isso a sede continua. Só Jesus pode saciá-la, ao revelar o
verdadeiro marido e então pode-se dar início à nova vida, como adoradores em
“espírito e verdade” (Jo 4, 23). A mulher reconhece em Jesus “um profeta” (Jo
4, 19). Diante da atitude acolhedora de Jesus ela encoraja-se para falar sobre
o culto verdadeiro: em Jerusalém ou Samaria, onde Deus poderia ser encontrado?
Jesus exige novo passo: Deus recebe o nome de “Pai” (Jo 4, 21). Encontrá-lo não
depende de lugar ou formato de culto. O que conta são os adoradores do Pai, “em
espírito e verdade” (Jo 4, 23). Ela sente-se convidada a estar entre “os
adoradores que o Pai procura” (Jo 4, 23). Tudo estava preparado para Jesus se
identificar e se revelar: “Sou eu, que estou falando contigo” (Jo 4, 26). Era o
ponto alto daquele encontro. Antes a mulher falara do Messias; agora, fala com
Ele. A esperança torna-se real. Sua fonte de vida não é mais o poço, mas Jesus
que se aproximara e se deixara encontrar. A partir desta experiência, viva e
pessoal, ela faz o anúncio aos seus. O maravilhar-se com o encontro é comunicado
aos outros: “Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz” (Jo 4, 29);
“não será ele o Cristo?” (Jo 4, 30). Como ela, os samaritanos também têm sede:
“saíram da cidade ao encontro de Jesus” (Jo 4, 30) e muitos “creram em Jesus
por causa da palavra da mulher que testemunhava” (Jo 4, 39). A fé nasce do
encontro, mas começa com testemunho. O povo pede e Jesus permanece por dois
dias. Permanecer significa continuidade na fé. O evangelho ainda acrescenta:
“Muitos outros creram por causa da palavra dele” (Jo 4, 41). Eles viveram uma
experiência pessoal, que é a base da fé e que vai gerar um processo de contínuo
crescimento. A experiência individual desdobrou-se em vivência de comunidade de
fé. Os samaritanos dizem à mulher: “…este é verdadeiramente o salvador do
mundo” (Jo 4, 42). Ela apresentou Jesus e a comunidade ajudou-a a reconhecer o
Salvador: experiência de fé partilhada. Na IVC Jesus se faz conhecer
progressivamente: também hoje a Igreja precisa sentar-se ao lado dos homens e
mulheres e tornar presente o Senhor em sua vida.
terça-feira, 11 de julho de 2017
INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ: ITINERÁRIO PARA FORMAR DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS
Dom Aloísio A. Dilli
Bispo de Santa Cruz do Sul, RS
Bispo de Santa Cruz do Sul, RS
Caros diocesanos. Na mensagem anterior versávamos sobre as Assembleias Gerais dos Bispos do Brasil, como uma significativa experiência de comunhão eclesial. Neste encontro se coloca em clara evidência o sentido da colegialidade dos Bispos, que bebem da mesma fonte sacerdotal e tentam pastorear em espírito de fraternidade o Povo que Deus lhes confiou. O tema central da 55ª Assembleia Geral foi a Iniciação à Vida Cristã: Itinerário para formar discípulos missionários, temática que muito nos interessa, uma vez que optamos na 12ª Assembleia diocesana abraçar este caminho, na perspectiva de uma Igreja samaritana. Como prometemos anteriormente, começamos a apresentar um resumo do novo Documento da CNBB sobre a Iniciação à Vida Cristã.
A Igreja vive hoje o urgente desafio de rever seu processo de transmissão da fé. Durante longo período da sua história, ela se movia em espaços culturais moldados pelo cristianismo, em que se herdava a fé cristã a partir da família, da escola, da comunidade e até da sociedade. Este panorama se alterou profundamente, exigindo conversão para novo modelo (paradigma) pastoral, pois não basta preparar para sacramentos, se antes não houver um encontro com Jesus Cristo e a opção de viver como discípulo missionário numa comunidade. Os documentos dizem que não mais podemos pressupor a fé cristã, que acontece por atração e escolha pessoal e não mais por tradição herdada.
Neste novo contexto, a CNBB decidiu pelo aproveitamento dos aspectos mais importantes da chamada Iniciação à Vida Cristã no espírito catecumenal, conforme o Ritual de Iniciação Cristã de Adultos, recomendado pelo Vaticano II. Este ritual se inspira nos primeiros séculos do cristianismo, quando o mundo também não era cristão e exigia uma preparação bem intensiva para proporcionar o encontro com Jesus Cristo. A formação doutrinária e a celebração litúrgica eram unidas e inseriam os catecúmenos ou catequizandos gradativamente na comunidade de fé. Desde 2011, a Iniciação à Vida Cristã (IVC) está presente nas Diretrizes Gerais da CNBB, como uma das urgências pastorais. O processo da IVC exige novas disposições pastorais: perseverança, docilidade ao Espírito, sensibilidade aos sinais dos tempos, escolhas corajosas e paciência: como o fizeram S. Paulo, os primeiros cristãos e tantos missionários, em seu tempo.
O documento apresenta quatro capítulos, sendo que o primeiro apresenta o evangelho do encontro de Jesus com a mulher samaritana, no poço de Jacó (Jo 4, 4-42). Também hoje nos encontramos no poço, como a mulher, com balde vazio, no desejo de satisfazer o mais profundo do coração: o sentido pleno da existência. O texto mostra como um encontro com Jesus transforma a vida e atinge os outros. O evangelho fala que era desígnio de Deus que Jesus passasse pela Samaria (Jo 4, 4), onde viviam os considerados distantes do verdadeiro culto. O poço é lugar de encontros. Era incomum um homem pedir de beber a uma mulher, ainda mais samaritana. O texto mostra o desejo de Jesus em revelar-se como dom de Deus àquela mulher. A sede de Jesus é de nos ver seguindo seu caminho. Na próxima mensagem continuaremos a reflexão, dando-nos conta que hoje nós somos os que buscam a água viva, que só Jesus pode dar.
A Igreja vive hoje o urgente desafio de rever seu processo de transmissão da fé. Durante longo período da sua história, ela se movia em espaços culturais moldados pelo cristianismo, em que se herdava a fé cristã a partir da família, da escola, da comunidade e até da sociedade. Este panorama se alterou profundamente, exigindo conversão para novo modelo (paradigma) pastoral, pois não basta preparar para sacramentos, se antes não houver um encontro com Jesus Cristo e a opção de viver como discípulo missionário numa comunidade. Os documentos dizem que não mais podemos pressupor a fé cristã, que acontece por atração e escolha pessoal e não mais por tradição herdada.
Neste novo contexto, a CNBB decidiu pelo aproveitamento dos aspectos mais importantes da chamada Iniciação à Vida Cristã no espírito catecumenal, conforme o Ritual de Iniciação Cristã de Adultos, recomendado pelo Vaticano II. Este ritual se inspira nos primeiros séculos do cristianismo, quando o mundo também não era cristão e exigia uma preparação bem intensiva para proporcionar o encontro com Jesus Cristo. A formação doutrinária e a celebração litúrgica eram unidas e inseriam os catecúmenos ou catequizandos gradativamente na comunidade de fé. Desde 2011, a Iniciação à Vida Cristã (IVC) está presente nas Diretrizes Gerais da CNBB, como uma das urgências pastorais. O processo da IVC exige novas disposições pastorais: perseverança, docilidade ao Espírito, sensibilidade aos sinais dos tempos, escolhas corajosas e paciência: como o fizeram S. Paulo, os primeiros cristãos e tantos missionários, em seu tempo.
O documento apresenta quatro capítulos, sendo que o primeiro apresenta o evangelho do encontro de Jesus com a mulher samaritana, no poço de Jacó (Jo 4, 4-42). Também hoje nos encontramos no poço, como a mulher, com balde vazio, no desejo de satisfazer o mais profundo do coração: o sentido pleno da existência. O texto mostra como um encontro com Jesus transforma a vida e atinge os outros. O evangelho fala que era desígnio de Deus que Jesus passasse pela Samaria (Jo 4, 4), onde viviam os considerados distantes do verdadeiro culto. O poço é lugar de encontros. Era incomum um homem pedir de beber a uma mulher, ainda mais samaritana. O texto mostra o desejo de Jesus em revelar-se como dom de Deus àquela mulher. A sede de Jesus é de nos ver seguindo seu caminho. Na próxima mensagem continuaremos a reflexão, dando-nos conta que hoje nós somos os que buscam a água viva, que só Jesus pode dar.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
TRÍDUO – 13ª Romaria Diocesana ao Santuário Nacional de Aparecida
A Diocese de Santos realiza a 13ª
Romaria ao Santuário Nacional de Aparecida, no dia 2 de agosto. As comunidades
já estão organizando suas caravanas para participarem da Santa Missa que será
presidida pelo Bispo Diocesano D. Tarcísio Sacaramussa,SDB, às 9h, no Santuário.
Para viver melhor esta Romaria, no espírito do Ano Nacional Mariano e dos 300 anos do achado da imagem de N. Senhora Aparecida, a Coordenação Diocesana de Pastoral preparou o roteiro de um Tríduo, a ser realizado pelas comunidades, antes da Romaria. Procure o livrinho em sua comunidade e participe – em oração ou presencialmente – da 13ª Romaria Diocesana ao Santuário Nacional de Aparecida.
Nossa Senhora Aparecida, Rogai por nós!
Para viver melhor esta Romaria, no espírito do Ano Nacional Mariano e dos 300 anos do achado da imagem de N. Senhora Aparecida, a Coordenação Diocesana de Pastoral preparou o roteiro de um Tríduo, a ser realizado pelas comunidades, antes da Romaria. Procure o livrinho em sua comunidade e participe – em oração ou presencialmente – da 13ª Romaria Diocesana ao Santuário Nacional de Aparecida.
Nossa Senhora Aparecida, Rogai por nós!
CLIC AQUI PARA BAIXAR O LIVRETO DO TRÍDUO PREPARATÓRIO PARA A 13ª ROMARIA DIOCESANA AO SANTUÁRIO NACIONAL DE APARECIDA
Procure na secretaria de sua Paróquia.
Procure na secretaria de sua Paróquia.
Fonte: Diocese de Santos/SP
domingo, 9 de julho de 2017
CÍRCULOS BÍBLICOS Nº 03 - DIOCESE DE SANTOS - SP
“Iniciação à Vida
Cristã”, que está contemplada no Programa 2 – Igreja, Casa da Iniciação à Vida
Cristã – do nosso Plano Diocesano de Evangelização, e uma celebração de
encerramento.
A proposta é que os Círculos Bíblicos contribuam para uma maior
aproximação dos leigos com a Palavra de Deus em toda a nossa Diocese e ajudem a
criar um ambiente propício na sua Paróquia para realizar a Assembleia
Paroquial. Portanto, organize sua agenda para que os Círculos sejam feitos
antes da realização da Assembleia Paroquial.
Quem deve fazer os Círculos
Bíblicos? Todos devem fazer os Círculos Bíblicos.
O maior número possível de
pessoas devem se reunir e fazer os Círculos Bíblicos: Ministros Extraordinários
da Eucaristia, Catequistas, Juventude, Equipes de Nossa Senhora, Pastoral
Familiar, Novas Comunidades, enfim, todas as pastorais, serviços, movimentos...
Todos os grupos que se reúnem em nossa paróquias devem fazer os Círculos
Bíblicos.
APRESENTAÇÃO
Em clima de oração e
discernimento, vamos nos preparar para as Assembleias Paroquiais e Diocesana.
Mas não queremos somente realizar um bom planejamento, mas crescermos no
caminho de conversão pessoal e pastoral, para sermos uma Igreja mais
missionária, acolhedora e misericordiosa. A Igreja existe para evangelizar. O
Papa Francisco, na Evangelii Gaudium (sobre a Evangelização no mundo atual),
nos inidica uma direção para onde devemos caminhar: “Cada cristão e cada
comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos
somos convidados a aceitar este chamado: sair da própria comodidade e ter a
coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho” (EG
20). A tarefa é desafiadora, mas o Papa também nos diz que a Igreja “em saída”
é a comunidade de discípulos missionários que experimentou a “alegria do
Evangelho”. Por isso, está capacitada para agir sem medo, ir ao encontro,
procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os
excluídos (cf. EG 24).
É o que estamos
buscando: um caminho de construção do plano de evangelização para nossa Diocese
de Santos, de acordo com o Objetivo Geral das Diretrizes Gerais da Ação
Evangelizadora da Igreja no Brasil:
“EVANGELIZAR, a partir de Jesus Cristo, na
força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e
misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da
evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, rumo ao
Reino definitivo”.
Os Círculos Bíblicos nos ajudarão neste caminho, em clima de
escuta da Palavra de Deus, de oração, de partilha comunitária. Nossa Senhora do
Rosário, Padroeira de nossa Diocese, com sua presença amorosa e sua intercessão,
nos ajude a sermos comunidades evangelizadoras com muito ardor e fé.
Dom Tarcísio
Scaramussa, SDB Bispo de Santos Julho de 2017
terça-feira, 4 de julho de 2017
Artigo de julho de 2017 Padre Aparecido Neres Santana
A BOA SEMENTE
Neste Artigo
Bíblico-Catequético refletiremos sobre o Evangelho de São Mateus 13, 1-23 do
15° Domingo do Tempo Comum. No capítulo 13 de Mateus narra sete parábolas.
Parábola vem do grego, parabolê, verbete formado por duas palavras, que são:
Pará, cujo significado é “ao lado de”, “ao longo de” e “para além de” e bolê,
que significa, “jogar” “lançar”. Portanto, parábola sinaliza algo além, provoca
uma busca de algo mais profundo. Ademais, as parábolas sobre o Reino, formam o
terceiro discurso mais importante no Evangelho de São Mateus. Com os relatos
parabólicos, Jesus pretendia explicar o tema fundamental de sua pregação, isto
é, a vinda do Reino de Deus na sua pessoa e ações. As parábolas, são dirigidas
para as multidões, para as pessoas simples. É por isso, que Jesus as elabora, a
partir da natureza, e de elementos do cotidiano, daquelas pessoas, que
provinham, na sua maioria, de uma sociedade campesina. Esta primeira parábola,
a do Semeador, compara três espécies de sementes que se perderam, com uma espécie
de semente fértil. As sementes se perderam porque caíram em solos ruins, isto
é, à beira do caminho (v.4), em lugares pedregosos (v.5) e entre os espinhos
(v.7). Mas a semente que caiu em terra boa (v.8), deu frutos. Jesus quer assim
frisar, que não obstante o repetido insucesso, existe uma semente que produz
fruto abundante. O semeador que espalha generosamente as sementes é o próprio
Jesus. As sementes boas são os discípulos, os de casa (V.1), que aceitaram a
Palavra - Aqui estamos no coração desta parábola, que é a aceitação, ou não, do
Reino dos Céus. Os que compreendem a Palavra (discípulos), e os que não
compreendem, ou não querem compreender esta Palavra (Fariseus, Escribas e doutores
da Lei, que tinham influência sobre as multidões). Três sementes perdidas e uma
frutífera. Isto mostra a dificuldade encontrada por Jesus e os discípulos no
anúncio do Reino de Deus. Embora a missão tenha sofrido um duro golpe - como os
discípulos que abandonaram a missão (cf. Jo 60-71) - e por conta também das
perseguições, riquezas (cf. Mc 10, 17-27), ou outras razões, Jesus quer
recuperar a confiança do semeador e a força da semente. A parábola do semeador,
portanto, é uma advertência aos cristãos, preguiçosos e frios, que desanimam na
missão, porque não conseguem frutos rapidamente. O semeador sai para semear,
mas não volta para colher, porque quem colhe é Deus. Para refletirmos: O texto
de hoje, mostra que nós somos ‘os de casa’ (Discípulos). Por isso, antes de
sairmos como discípulos missionários ao encontro das multidões (‘os de fora’),
lançando as sementes do Reino, temos que trabalhar dentro de nós, e na
comunidade, para alcançar, a ‘conversão pessoal e pastoral’. Portanto, será que
estamos nos fazendo presentes no meio da sociedade, no encontro com o outro,
semeando o amor de Jesus nos corações das pessoas? Ou somos cristãos somente
dentro da Igreja e no salão paroquial?
Pe. Aparecido Neres
Santana - Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C
sexta-feira, 23 de junho de 2017
CNBB lança documento sobre iniciação à vida cristã, aprovado na última Assembleia Geral
Está disponível o novo documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) “Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários”. O texto foi aprovado pela 55ª Assembleia Geral da CNBB e recebe o número de 107 da coleção azul da Conferência. Aos catequistas e responsáveis pela animação pastoral das dioceses e comunidades está disponível um material com slides para trabalhar o texto.
Já no primeiro capítulo o texto apresenta o itinerário a partir do “ícone bíblico” representado pelo encontro de Jesus com a Samaritana retratado no capítulo quatro do Evangelho de São João. Em seis passos o documento apresenta os processos de iniciação ao discipulado de Jesus.
O documento oferece novas disposições pastorais para a iniciação à vida cristã, presente nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora desde 2011. Para os bispos, a dedicação em torno da temática revela o propósito de “buscar novos caminhos pastorais e reconhecer que a inspiração catecumenal é uma exigência atual”. Ela permitirá formar discípulos conscientes, atuantes e missionários.
“A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”, escreveu o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, na apresentação do documento.
Para dom Leonardo, o texto “expressa o caminho que a Igreja no Brasil percorre, iluminada pela Palavra de Deus e pelo Documento de Aparecida, aprovado pela V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano, realizada há 10 anos. “Assumindo sempre mais as orientações de Aparecida e do papa Francisco, nossas igrejas particulares, nossas comunidades, nossas famílias e todas as pessoas batizadas serão testemunhas da alegria do Evangelho”, acredita dom Leonardo.
Fonte: http://cnbb.net.br/cnbb-lanca-documento-sobre-iniciacao-a-vida-crista-aprovado-na-ultima-ag/
segunda-feira, 19 de junho de 2017
FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS E EVANGELIZADORES DIOCESE DE SANTOS/SP
TEMA: INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ
UM PROCESSO DE INSPIRAÇÃO CATECUMENAL NA COMUNIDADE
A Comissão
para à Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Santos, está realizando nas
cidades da Diocese, a formação de Catequistas e Evangelizadores.
Estão
convidados todos os catequistas (catequese infantil, adolescentes, jovens e
adultos), isto é catequistas, evangelizadores e agentes que trabalham com a
Crisma e o Batismo.
Também estão
convidados as Pastorais da Liturgia e Vocacional.
Formador:
Pe. Aparecido Neres Santana, Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C Diocesana .
Material:
Trazer a
Bíblia, o Itinerário Catequético, e um caderno para anotações.
Confira a agenda das formações, veja a sua Cidade ou Região.
AGENDA JUNHO/JULHO/2017
|
Ø Encontro de Formação de Catequistas e
Evangelizadores:
Regiões: Litoral
Centro – ( Cidades de Praia Grande e
Mongaguá)
23
de junho sexta-feira às 19h -
COMUNIDADE SÃO JUDAS TADEU
Telefone: (13)3491-1337
Endereço: Av. Guilhermina, 785
Bairro: Jardim Guilhermina Cidade: Praia Grande
---------------------------------------------------------------------------------------
Região do Guarujá (Cidade do Guarujá)
Dia 30 de junho de 2017 sexta-feira às 19h
PARÓQUIA SANTA
ROSA DE LIMA
Telefone: (13)3358-1920
Endereço: Av. Manoel da Cruz Michael, 297 Bairro: Santa Rosa Cidade: Guarujá
--------------------------------------------------------------------------------------
Região Litoral Sul (Cidade de Itanhaém)
Dia 01 de julho de 2017 sábado às 8h
PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
Telefone: (13)3422-4029
Endereço: Av. Rui Barbosa, 1200 Bairro: Jardim Laranjeiras Cidade: Itanhaém.
--------------------------------------------------------------------------------------
Ø Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!
|
Catequistas e Evangelizadores sua participação é muito importante!
Teremos o
Itinerário para vender ao custo de R$ 10,00.
Comissão AB-C - Diocese de Santos
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Florianópolis sediará IX Sulão Bíblico-Catequético
A edição deste ano irá refletir sobre a “Comunicação no processo de Iniciação à Vida Cristã”, tendo como lema as palavras do apóstolo Pedro no início do evangelho segundo Marcos: “Senhor, todos te procuram” (Mc 1,37).
“Comunicação no processo de Iniciação à Vida Cristã” será o tema do IX Sulão Bíblico-Catequético que acontece entre os dias 16 e 18 de junho em Florianópolis (SC). O evento, que reunirá cerca 120 pessoas vindas de cinco estados do país, tem o intuito de ser um espaço de formação para catequistas e contará com estudos, momentos de oração e convivências.
Segundo a coordenadora da Comissão Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), irmã Marlene Bertoldi, o tema comunicação precisa ser estudado como meio de anunciar e testemunhar Jesus Cristo em nossos dias. ‘Ao longo dos três dias de estudos, convivências e orações, os participantes abordarão os temas sobre os desafios da comunicação da fé nos dias atuais, oficinas sobre os lugares da transmissão da fé e uma conferência sobre aspectos de Jesus Cristo, o comunicador do Pai’, destacou.
O Sulão é uma atividade de formação para catequistas que segue uma metodologia de rodízio sendo realizado aproximadamente a cada três anos em alguma diocese dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina ou São Paulo. O evento é direcionado para pessoas que já estão inseridas em equipes diocesanas de Animação Bíblico-Catequética.
Fonte: http://agenciacnbbsul4.org.br/florianopolis-sediara-ix-sulao-biblico-catequetico/
Assinar:
Postagens (Atom)









