quarta-feira, 26 de julho de 2017

Proposta de Celebração para o Dia do Catequista, 27 de agosto


A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Biblico-Catequética publica a proposta de Celebração para o Dia do Catequista, dia 27 de agosto, elaborada pelo padre Thiago Faccini Paro e por Eurivaldo Ferreira. A proposta de celebração, busca integrar catequese e liturgia, com um roteiro baseado no Ofício Divino (liturgia das horas). Segundo os autores, mais que um momento repleto de alegorias, a proposta quer resgatar a nobre simplicidade, o silêncio, a centralidade da Palavra de Deus e a ritualidade, elementos fundamentais na liturgia cristã.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ: ITINERÁRIO PARA FORMAR DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS -03

Iniciação à Vida Cristã: Itinerário para Formar Discípulos Missionários
Dom Aloísio A. Dilli
Bispo de Santa Cruz do Sul

Caros diocesanos. Continuamos nossa reflexão, sobre o recente documento da CNBB: Iniciação à Vida Cristã: Itinerário para Formar Discípulos Missionários. Já abordamos a parte bíblica do encontro e diálogo de Jesus com a samaritana e seus desdobramentos (Jo 4, 4-42). Hoje apresentaremos síntese do capítulo II que destaca o VER ou a parte histórica da IVC.
Como no encontro do Senhor com a samaritana, a Igreja também é desafiada a promover encontros com novos interlocutores. Temos um passado que pode nos impulsionar na busca de novos caminhos para o seguimento, desde os tempos da Igreja primitiva. No séc. II, se estruturou o catecumenato: itinerário específico de iniciação. Era um caminho que acolhia a salvação de Deus e que se expressava na vida da comunidade com uma série de ensinamentos e práticas litúrgicas. Este processo se aperfeiçoou até o séc. IV e entrou em lenta decadência, a partir do séc. V, até desaparecer no séc. VI-VII.
O declínio do catecumenato deu-se com o surgimento da cristandade, quando a maioria da população se tornou cristã. Então os sacramentos da iniciação cristã eram celebrados sem muita relação entre eles e o batismo de crianças tornou-se prática comum. Era um cristianismo herdado num ambiente de cultura cristã: tradição familiar e social. A fé era alimentada fortemente pela devoção aos santos, pelas peregrinações e penitências. Ganharam importância as orações decoradas. A bíblia era usada nos sermões, encenada nas procissões e expressa na arte e no canto. Era uma catequese de piedade popular.
A partir do Concílio de Trento (1545-1563) elaborou-se um catecismo, centrado no conhecimento da doutrina da fé, na instrução moral, na celebração dos sacramentos e nas orações cristãs. Este tornou-se referência oficial para a transmissão da fé até o séc. XX. O Vaticano II (1962-1965) sugeriu novos caminhos na transmissão da fé: diversos documentos foram emitidos, em nível universal e nacional. Muitas Dioceses, Paróquias e Comunidades reagiram com experiências renovadoras. Em 2011, a IVC foi assumida como urgência pelas Diretrizes Gerais: Igreja – Casa da Iniciação à Vida Cristã.
Como em Samaria, abrem-se novos poços para o encontro com o Senhor, em nossas realidades. Pelo impulso do Espírito, estamos em estado de busca e de recomeço. Fica para trás um determinado modelo eclesial, marcado pela segurança da sociedade de cristandade e desponta um processo de renascimento: modelo de Igreja pobre, samaritana, em saída missionária para as periferias geográficas e existenciais. O novo caminho exige humildade, acolhida, criatividade, capacidade dialogal, necessidade de conversão pastoral, de gestação permanente, sem apego a modelo único e uniforme. Cultivar a mística do encontro: não tanto ouvir e falar sobre Deus, mas ouvir e falar com Deus. S. Agostinho afirma: “Devemos dizer muitas coisas ao novo crente, mas mais a Deus por ele, do que a ele sobre Deus”. Tertuliano diz: “Os cristãos não nascem, se fazem”.
O querigma, como anúncio do essencial da fé, e a mistagogia, como progressiva introdução no mistério pascal de Cristo, vivido na experiência comunitária, são aspectos essenciais na renovação do processo de IVC.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ: ITINERÁRIO PARA FORMAR DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS -02

Dom Aloísio A. Dilli
Bispo de Santo Cruz do Sul

Caros diocesanos. Na mensagem anterior iniciamos nossa reflexão sobre o novo documento da CNBB, com o tema da Iniciação à Vida Cristã (IVC). No primeiro capítulo do mesmo apresenta-se o ícone bíblico do encontro de Jesus com a samaritana, no poço de Jacó (Jo 4, 4-42), para iluminar o processo da Iniciação à Vida Cristã. Há uma sequência interessante no texto, em seis passos: Encontro – Diálogo – Conhecer Jesus – Revelação – Anúncio – Testemunho.

Já vimos como iniciou o encontro de Jesus com a samaritana, pedindo-lhe água do poço para beber. No diálogo que acontece, Jesus quer ter sede para revelar o dom de Deus àquela mulher. Ela ainda não conhece a água viva; somente conhece o dom da água do poço. Através do diálogo, aos poucos, ela começa a conhecer Jesus – “Quem beber da água que eu lhe darei, nunca mais terá sede” (Jo 4, 14). Antes da revelação, Jesus aborda o tema dos maridos da samaritana (Jo 4, 16): Para receber da nova água é preciso tomar consciência dos próprios descaminhos e pecados. O encontro com Jesus exige mudança de vida, conversão. Na Bíblia, o tema da aliança com Deus, diversas vezes, é simbolizado pelo casamento: os maridos então podem significar idolatrias, distanciamentos de Deus e por isso a sede continua. Só Jesus pode saciá-la, ao revelar o verdadeiro marido e então pode-se dar início à nova vida, como adoradores em “espírito e verdade” (Jo 4, 23). A mulher reconhece em Jesus “um profeta” (Jo 4, 19). Diante da atitude acolhedora de Jesus ela encoraja-se para falar sobre o culto verdadeiro: em Jerusalém ou Samaria, onde Deus poderia ser encontrado? Jesus exige novo passo: Deus recebe o nome de “Pai” (Jo 4, 21). Encontrá-lo não depende de lugar ou formato de culto. O que conta são os adoradores do Pai, “em espírito e verdade” (Jo 4, 23). Ela sente-se convidada a estar entre “os adoradores que o Pai procura” (Jo 4, 23). Tudo estava preparado para Jesus se identificar e se revelar: “Sou eu, que estou falando contigo” (Jo 4, 26). Era o ponto alto daquele encontro. Antes a mulher falara do Messias; agora, fala com Ele. A esperança torna-se real. Sua fonte de vida não é mais o poço, mas Jesus que se aproximara e se deixara encontrar. A partir desta experiência, viva e pessoal, ela faz o anúncio aos seus. O maravilhar-se com o encontro é comunicado aos outros: “Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz” (Jo 4, 29); “não será ele o Cristo?” (Jo 4, 30). Como ela, os samaritanos também têm sede: “saíram da cidade ao encontro de Jesus” (Jo 4, 30) e muitos “creram em Jesus por causa da palavra da mulher que testemunhava” (Jo 4, 39). A fé nasce do encontro, mas começa com testemunho. O povo pede e Jesus permanece por dois dias. Permanecer significa continuidade na fé. O evangelho ainda acrescenta: “Muitos outros creram por causa da palavra dele” (Jo 4, 41). Eles viveram uma experiência pessoal, que é a base da fé e que vai gerar um processo de contínuo crescimento. A experiência individual desdobrou-se em vivência de comunidade de fé. Os samaritanos dizem à mulher: “…este é verdadeiramente o salvador do mundo” (Jo 4, 42). Ela apresentou Jesus e a comunidade ajudou-a a reconhecer o Salvador: experiência de fé partilhada. Na IVC Jesus se faz conhecer progressivamente: também hoje a Igreja precisa sentar-se ao lado dos homens e mulheres e tornar presente o Senhor em sua vida.

terça-feira, 11 de julho de 2017

INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ: ITINERÁRIO PARA FORMAR DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS

Dom Aloísio A. Dilli
Bispo de Santa Cruz do Sul, RS
Caros diocesanos. Na mensagem anterior versávamos sobre as Assembleias Gerais dos Bispos do Brasil, como uma significativa experiência de comunhão eclesial. Neste encontro se coloca em clara evidência o sentido da colegialidade dos Bispos, que bebem da mesma fonte sacerdotal e tentam pastorear em espírito de fraternidade o Povo que Deus lhes confiou. O tema central da 55ª Assembleia Geral foi a Iniciação à Vida Cristã: Itinerário para formar discípulos missionários, temática que muito nos interessa, uma vez que optamos na 12ª Assembleia diocesana abraçar este caminho, na perspectiva de uma Igreja samaritana. Como prometemos anteriormente, começamos a apresentar um resumo do novo Documento da CNBB sobre a Iniciação à Vida Cristã.
A Igreja vive hoje o urgente desafio de rever seu processo de transmissão da fé. Durante longo período da sua história, ela se movia em espaços culturais moldados pelo cristianismo, em que se herdava a fé cristã a partir da família, da escola, da comunidade e até da sociedade. Este panorama se alterou profundamente, exigindo conversão para novo modelo (paradigma) pastoral, pois não basta preparar para sacramentos, se antes não houver um encontro com Jesus Cristo e a opção de viver como discípulo missionário numa comunidade. Os documentos dizem que não mais podemos pressupor a fé cristã, que acontece por atração e escolha pessoal e não mais por tradição herdada.
Neste novo contexto, a CNBB decidiu pelo aproveitamento dos aspectos mais importantes da chamada Iniciação à Vida Cristã no espírito catecumenal, conforme o Ritual de Iniciação Cristã de Adultos, recomendado pelo Vaticano II. Este ritual se inspira nos primeiros séculos do cristianismo, quando o mundo também não era cristão e exigia uma preparação bem intensiva para proporcionar o encontro com Jesus Cristo. A formação doutrinária e a celebração litúrgica eram unidas e inseriam os catecúmenos ou catequizandos gradativamente na comunidade de fé. Desde 2011, a Iniciação à Vida Cristã (IVC) está presente nas Diretrizes Gerais da CNBB, como uma das urgências pastorais. O processo da IVC exige novas disposições pastorais: perseverança, docilidade ao Espírito, sensibilidade aos sinais dos tempos, escolhas corajosas e paciência: como o fizeram S. Paulo, os primeiros cristãos e tantos missionários, em seu tempo.
O documento apresenta quatro capítulos, sendo que o primeiro apresenta o evangelho do encontro de Jesus com a mulher samaritana, no poço de Jacó (Jo 4, 4-42). Também hoje nos encontramos no poço, como a mulher, com balde vazio, no desejo de satisfazer o mais profundo do coração: o sentido pleno da existência. O texto mostra como um encontro com Jesus transforma a vida e atinge os outros. O evangelho fala que era desígnio de Deus que Jesus passasse pela Samaria (Jo 4, 4), onde viviam os considerados distantes do verdadeiro culto. O poço é lugar de encontros. Era incomum um homem pedir de beber a uma mulher, ainda mais samaritana. O texto mostra o desejo de Jesus em revelar-se como dom de Deus àquela mulher. A sede de Jesus é de nos ver seguindo seu caminho. Na próxima mensagem continuaremos a reflexão, dando-nos conta que hoje nós somos os que buscam a água viva, que só Jesus pode dar.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

TRÍDUO – 13ª Romaria Diocesana ao Santuário Nacional de Aparecida



A Diocese de Santos realiza a 13ª Romaria ao Santuário Nacional de Aparecida, no dia 2 de agosto. As comunidades já estão organizando suas caravanas para participarem da Santa Missa que será presidida pelo Bispo Diocesano D. Tarcísio Sacaramussa,SDB, às 9h, no Santuário.
Para viver melhor esta Romaria, no espírito do Ano Nacional Mariano e dos 300 anos do achado da imagem de N. Senhora Aparecida, a Coordenação Diocesana de Pastoral preparou o roteiro de um Tríduo, a ser realizado pelas comunidades, antes da Romaria. Procure o livrinho em sua comunidade e participe – em oração ou presencialmente – da 13ª Romaria Diocesana ao Santuário Nacional de Aparecida.
Nossa Senhora Aparecida, Rogai por nós!



Fonte: Diocese de Santos/SP

domingo, 9 de julho de 2017

CÍRCULOS BÍBLICOS Nº 03 - DIOCESE DE SANTOS - SP

“Iniciação à Vida Cristã”, que está contemplada no Programa 2 – Igreja, Casa da Iniciação à Vida Cristã – do nosso Plano Diocesano de Evangelização, e uma celebração de encerramento. 

A proposta é que os Círculos Bíblicos contribuam para uma maior aproximação dos leigos com a Palavra de Deus em toda a nossa Diocese e ajudem a criar um ambiente propício na sua Paróquia para realizar a Assembleia Paroquial. Portanto, organize sua agenda para que os Círculos sejam feitos antes da realização da Assembleia Paroquial. 

Quem deve fazer os Círculos Bíblicos? Todos devem fazer os Círculos Bíblicos. 

O maior número possível de pessoas devem se reunir e fazer os Círculos Bíblicos: Ministros Extraordinários da Eucaristia, Catequistas, Juventude, Equipes de Nossa Senhora, Pastoral Familiar, Novas Comunidades, enfim, todas as pastorais, serviços, movimentos... Todos os grupos que se reúnem em nossa paróquias devem fazer os Círculos Bíblicos.


APRESENTAÇÃO 

Em clima de oração e discernimento, vamos nos preparar para as Assembleias Paroquiais e Diocesana. Mas não queremos somente realizar um bom planejamento, mas crescermos no caminho de conversão pessoal e pastoral, para sermos uma Igreja mais missionária, acolhedora e misericordiosa. A Igreja existe para evangelizar. O Papa Francisco, na Evangelii Gaudium (sobre a Evangelização no mundo atual), nos inidica uma direção para onde devemos caminhar: “Cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar este chamado: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho” (EG 20). A tarefa é desafiadora, mas o Papa também nos diz que a Igreja “em saída” é a comunidade de discípulos missionários que experimentou a “alegria do Evangelho”. Por isso, está capacitada para agir sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos (cf. EG 24).

É o que estamos buscando: um caminho de construção do plano de evangelização para nossa Diocese de Santos, de acordo com o Objetivo Geral das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil: 

“EVANGELIZAR, a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo”. 

Os Círculos Bíblicos nos ajudarão neste caminho, em clima de escuta da Palavra de Deus, de oração, de partilha comunitária. Nossa Senhora do Rosário, Padroeira de nossa Diocese, com sua presença amorosa e sua intercessão, nos ajude a sermos comunidades evangelizadoras com muito ardor e fé.



Dom Tarcísio Scaramussa, SDB Bispo de Santos Julho de 2017

terça-feira, 4 de julho de 2017

Artigo de julho de 2017 Padre Aparecido Neres Santana

JESUS É O SEMEADOR, O DISCÍPULO MISSIONÁRIO, 
A BOA SEMENTE

Neste Artigo Bíblico-Catequético refletiremos sobre o Evangelho de São Mateus 13, 1-23 do 15° Domingo do Tempo Comum. No capítulo 13 de Mateus narra sete parábolas. Parábola vem do grego, parabolê, verbete formado por duas palavras, que são: Pará, cujo significado é “ao lado de”, “ao longo de” e “para além de” e bolê, que significa, “jogar” “lançar”. Portanto, parábola sinaliza algo além, provoca uma busca de algo mais profundo. Ademais, as parábolas sobre o Reino, formam o terceiro discurso mais importante no Evangelho de São Mateus. Com os relatos parabólicos, Jesus pretendia explicar o tema fundamental de sua pregação, isto é, a vinda do Reino de Deus na sua pessoa e ações. As parábolas, são dirigidas para as multidões, para as pessoas simples. É por isso, que Jesus as elabora, a partir da natureza, e de elementos do cotidiano, daquelas pessoas, que provinham, na sua maioria, de uma sociedade campesina. Esta primeira parábola, a do Semeador, compara três espécies de sementes que se perderam, com uma espécie de semente fértil. As sementes se perderam porque caíram em solos ruins, isto é, à beira do caminho (v.4), em lugares pedregosos (v.5) e entre os espinhos (v.7). Mas a semente que caiu em terra boa (v.8), deu frutos. Jesus quer assim frisar, que não obstante o repetido insucesso, existe uma semente que produz fruto abundante. O semeador que espalha generosamente as sementes é o próprio Jesus. As sementes boas são os discípulos, os de casa (V.1), que aceitaram a Palavra - Aqui estamos no coração desta parábola, que é a aceitação, ou não, do Reino dos Céus. Os que compreendem a Palavra (discípulos), e os que não compreendem, ou não querem compreender esta Palavra (Fariseus, Escribas e doutores da Lei, que tinham influência sobre as multidões). Três sementes perdidas e uma frutífera. Isto mostra a dificuldade encontrada por Jesus e os discípulos no anúncio do Reino de Deus. Embora a missão tenha sofrido um duro golpe - como os discípulos que abandonaram a missão (cf. Jo 60-71) - e por conta também das perseguições, riquezas (cf. Mc 10, 17-27), ou outras razões, Jesus quer recuperar a confiança do semeador e a força da semente. A parábola do semeador, portanto, é uma advertência aos cristãos, preguiçosos e frios, que desanimam na missão, porque não conseguem frutos rapidamente. O semeador sai para semear, mas não volta para colher, porque quem colhe é Deus. Para refletirmos: O texto de hoje, mostra que nós somos ‘os de casa’ (Discípulos). Por isso, antes de sairmos como discípulos missionários ao encontro das multidões (‘os de fora’), lançando as sementes do Reino, temos que trabalhar dentro de nós, e na comunidade, para alcançar, a ‘conversão pessoal e pastoral’. Portanto, será que estamos nos fazendo presentes no meio da sociedade, no encontro com o outro, semeando o amor de Jesus nos corações das pessoas? Ou somos cristãos somente dentro da Igreja e no salão paroquial?

Pe. Aparecido Neres Santana - Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C

sexta-feira, 23 de junho de 2017

CNBB lança documento sobre iniciação à vida cristã, aprovado na última Assembleia Geral

Está disponível o novo documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) “Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários”. O texto foi aprovado pela 55ª Assembleia Geral da CNBB e recebe o número de 107 da coleção azul da Conferência. Aos catequistas e responsáveis pela animação pastoral das dioceses e comunidades está disponível um material com slides para trabalhar o texto.
Já no primeiro capítulo o texto apresenta o itinerário a partir do “ícone bíblico” representado pelo encontro de Jesus com a Samaritana retratado no capítulo quatro do Evangelho de São João. Em seis passos o documento apresenta os processos de iniciação ao discipulado de Jesus.
O documento oferece novas disposições pastorais para a iniciação à vida cristã, presente nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora desde 2011. Para os bispos, a dedicação em torno da temática revela o propósito de “buscar novos caminhos pastorais e reconhecer que a inspiração catecumenal é uma exigência atual”. Ela permitirá formar discípulos conscientes, atuantes e missionários.
“A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”, escreveu o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, na apresentação do documento.
Para dom Leonardo, o texto “expressa o caminho que a Igreja no Brasil percorre, iluminada pela Palavra de Deus e pelo Documento de Aparecida, aprovado pela V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano, realizada há 10 anos. “Assumindo sempre mais as orientações de Aparecida e do papa Francisco, nossas igrejas particulares, nossas comunidades, nossas famílias e todas as pessoas batizadas serão testemunhas da alegria do Evangelho”, acredita dom Leonardo.
Fonte: http://cnbb.net.br/cnbb-lanca-documento-sobre-iniciacao-a-vida-crista-aprovado-na-ultima-ag/

segunda-feira, 19 de junho de 2017

FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS E EVANGELIZADORES DIOCESE DE SANTOS/SP


TEMA: INICIAÇÃO À VIDA CRISTà

UM PROCESSO DE INSPIRAÇÃO CATECUMENAL NA COMUNIDADE 



A Comissão para à Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Santos, está realizando nas cidades da Diocese, a formação de Catequistas e Evangelizadores. 

Estão convidados todos os catequistas (catequese infantil, adolescentes, jovens e adultos), isto é catequistas, evangelizadores e agentes que trabalham com a Crisma e o Batismo. 

Também estão convidados as Pastorais da Liturgia e Vocacional. 


Formador:  
Pe. Aparecido Neres Santana, Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C Diocesana .

Material: 
Trazer a Bíblia, o Itinerário Catequético, e um caderno para anotações. 


Confira a agenda das formações, veja a sua Cidade ou Região.

AGENDA JUNHO/JULHO/2017

Ø  Encontro de Formação de Catequistas e Evangelizadores:
  
Regiões: Litoral Centro  – ( Cidades de Praia Grande e Mongaguá)  
  23 de junho sexta-feira às 19h -      

COMUNIDADE SÃO JUDAS TADEU




Telefone: (13)3491-1337
Endereço: Av. Guilhermina, 785
Bairro: Jardim Guilhermina
Cidade: Praia Grande

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   Região do Guarujá (Cidade do Guarujá)

Dia 30 de junho de 2017 sexta-feira às 19h

PARÓQUIA SANTA ROSA DE LIMA


Telefone: (13)3358-1920
Endereço: Av. Manoel da Cruz Michael, 297
Bairro: Santa Rosa
Cidade: Guarujá
  

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Região Litoral Sul (Cidade de Itanhaém)

Dia 01 de julho de 2017 sábado às 8h

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO


Telefone: (13)3422-4029 
Endereço: Av. Rui Barbosa, 1200
Bairro: Jardim Laranjeiras
Cidade: Itanhaém.
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Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!
    ü  Facebook: www.facebook.com/abcsantos
    ü  E-mail: abcdiocesedesantos@gmail.com


Catequistas e Evangelizadores  sua participação é muito importante!

Teremos o Itinerário para vender ao custo de R$ 10,00.

Comissão AB-C - Diocese de Santos 


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Florianópolis sediará IX Sulão Bíblico-Catequético

A edição deste ano irá refletir sobre a “Comunicação no processo de Iniciação à Vida Cristã”, tendo como lema as palavras do apóstolo Pedro no início do evangelho segundo Marcos: “Senhor, todos te procuram” (Mc 1,37).


“Comunicação no processo de Iniciação à Vida Cristã” será o tema do IX Sulão Bíblico-Catequético que acontece entre os dias 16 e 18 de junho em Florianópolis (SC). O evento, que reunirá cerca 120 pessoas vindas de cinco estados do país, tem o intuito de ser um espaço de formação para catequistas e contará com  estudos, momentos de oração e convivências.
Segundo a coordenadora da Comissão Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), irmã Marlene Bertoldi, o tema comunicação precisa ser estudado como meio de anunciar e testemunhar Jesus Cristo em nossos dias. ‘Ao longo dos três dias de estudos, convivências e orações, os participantes abordarão os temas sobre os desafios da comunicação da fé nos dias atuais, oficinas sobre os lugares da transmissão da fé e uma conferência sobre aspectos de Jesus Cristo, o comunicador do Pai’, destacou.
O Sulão é uma atividade de formação para catequistas que segue uma metodologia de rodízio sendo realizado aproximadamente a cada três anos em alguma diocese dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina ou São Paulo. O evento é direcionado para pessoas que já estão inseridas em equipes diocesanas de Animação Bíblico-Catequética.
Fonte: http://agenciacnbbsul4.org.br/florianopolis-sediara-ix-sulao-biblico-catequetico/