sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Uma mensagem especial de Natal do Papa Francisco!



Uma mensagem especial de Natal do Papa Francisco para você! Curta - LIKE >>> Papa Francisco <<<
Posted by Papa Francisco on Quinta, 24 de dezembro de 2015

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Mensagem de Natal!

FELIZ NATAL !


O Natal costuma ser sempre uma ruidosa festa; entretanto se faz necessário o silêncio, para que se consiga ouvir a voz do Amor.

Natal é você, quando se dispõe, todos os dias, a renascer e deixar que Deus penetre em sua alma.

O pinheiro de Natal é você, quando com sua força, resiste aos ventos e dificuldades da vida.

Você é a decoração de Natal, quando suas virtudes são cores que enfeitam sua vida.

Você é o sino de Natal, quando chama, congrega, reúne.

A luz de Natal é você quando com uma vida de bondade, paciência, alegria e generosidade consegue ser luz a iluminar o caminho dos outros.

Você é o anjo do Natal quando consegue entoar e cantar sua mensagem de paz, justiça e de amor.

A estrela-guia do Natal é você, quando consegue levar alguém, ao encontro do Senhor.

Você será os Reis Magos quando conseguir dar, de presente, o melhor de si, indistintamente a todos.

A música de Natal é você, quando consegue também sua harmonia interior.

O presente de Natal é você, quando consegue comportar-se como verdadeiro amigo e irmão de qualquer ser humano.

O cartão de Natal é você, quando a bondade está escrita no gesto de amor, de suas mãos.

Você será os “votos de Feliz Natal” quando perdoar, restabelecendo de novo, a paz, mesmo a custo de seu próprio sacrifício.

A ceia de Natal é você, quando sacia de pão e esperança, qualquer carente ao seu lado.

Você é a noite de Natal quando consciente, humilde, longe de ruídos e de grandes celebrações, em silêncio recebe o Salvador do Mundo.


Um muito Feliz Natal a todos que procuram assemelhar-se com esse Natal.

Feliz Natal a Todos os Evangelizadores e Catequistas 
AB-C Diocese de Santos

Fonte: http://www.pnsf.org.br/noticias-e-eventos/263-mensagem-e-natal-do-papa-francisco
Foto: catequistasemformacao

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Carícia de pai – Homilia do Papa Francisco – 10 de dezembro de 2015

Um pai ou uma mãe que diz ao seu filho: «Não tenhas medo, estou aqui» e acaricia-o. É esta a condição privilegiada do homem: pequeno, frágil, mas tranquilizado, apoiado e perdoado por um Deus apaixonado por ele. No início do caminho jubilar o Papa Francisco – na missa celebrada em Santa Marta na quinta-feira 10 de Dezembro com a participação dos cardeais conselheiros – encontrou na liturgia a ocasião para voltar a falar da misericórdia do Pai.
A meditação foi inspirada pelo salmo responsorial no qual se repete: «O Senhor é misericordiosos e grande no amor». É – disse o Pontífice – «uma confissão de fé» na qual o cristão reconhece que Deus «é misericórdia e grande no amor». Uma afirmação só aparentemente simples porque «entender a misericórdia de Deus é um mistério, é um caminho que se deve percorrer durante toda a vida».
Para ajudar a penetrar melhor no mistério, o Papa citou a leitura tirada do livro do profeta Isaías (41, 13-20), na qual se encontra o monólogo de Deus que se dirige ao seu povo. E lê-se como se ele tivesse dito «ao seu povo que o escolheu não porque era grande ou poderoso» mas, «porque era o menor de todos, o mais miserável de todos». Deus, explicou Francisco, apaixonou-se precisamente por «esta miséria», por esta «pequenez».
É um texto do qual emerge claramente este amor: «um amor terno, como o do pai ou da mãe», quando se dirigem ao filho «que acorda de madrugada assustado por um sonho». Com a mesma ternura Deus fala ao seu povo e diz-lhe: «Eu tomo-te pela mão, está tranquilo, nada temas». E, utilizando imagens para descrever a sua condição de pequenez, continua: «pobre vermezinho de Jacob, mísero insecto de Israel, não temas».
Não temer. O Papa deteve-se nesta expressão para voltar ao exemplo da vida familiar: «Todos conhecemos as carícias do pai e da mãe, quando as crianças se inquietam por um susto». Também eles dizem: «Não tenhas medo, estou aqui». A cada um de nós o Senhor recorda ternamente: «Apaixonei-me pela tua pequenez, pelo teu nada» e repete-nos: «Não temas os teus pecados, amo-te muito, estou aqui para te perdoar». Em síntese, explicou o Pontífice, esta «é a misericórdia de Deus».
Prosseguindo a meditação, Francisco citou um exemplo tirado de uma hagiografia («penso que era são Jerónimo mas não tenho a certeza», confidenciou) e recordou que o santo dizia que era muito penitente na sua vida, que fazia sacrifícios, orações e que o Senhor lhe pedia cada vez mais. O santo continua a rezar: «Senhor o que posso dar-te?», até que disse: «Mas Senhor, nada mais tenho para te dar, dei-te tudo». E a resposta foi: «Não. Falta uma coisa – o quê, Senhor?» – «Dá-me os teus pecados». Com este episódio o Pontífice frisou que «o Senhor deseja assumir sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, os nossos cansaços». É uma atitude que encontramos também nos Evangelhos, em Jesus, que afirmava: «Vinde a mim todos os que estais cansados e eu aliviar-vos-ei». Deus, disse Francisco, repete-nos continuamente: «Eu sou o Senhor teu Deus que te tomo pela mão, nada temas pequenino, não temas. Dar-te-ei a força. Dá-me tudo e perdoar-te-ei, dar-te-ei a paz». São estas, acrescentou, «as carícias de Deus» «do nosso Pai, quando se exprime com a sua misericórdia».
Nós, homens – prosseguiu o Pontífice – «estamos muito nervosos» e «quando algo não nos agrada, lamentamo-nos, ficamos impacientes». Deus, ao contrário, consola-nos: «Fica tranquilo, fizeste algo grave, mas não te preocupes; não temas, perdoo-te». E assim acolhe-nos em tudo, até com os nossos erros, os nossos pecados. Significa precisamente isto o que se repete no salmo: «O Senhor é misericordioso e grande no amor». Por conseguinte, sintetizou o Papa, «nós somos pequenos. Ele concedeu-nos tudo. Pede-nos só as nossas misérias, as nossas insignificâncias, os nossos pecados, para nos abraçar e nos acariciar».

Por fim, recordando a oração recitada no início da missa («Despertai, Senhor, a fé do vosso povo»), Francisco concluiu exortando todos a pedir ao senhor «para despertar em cada um de nós e em todo o povo a fé nesta paternidade, nesta misericórdia, no seu coração». E também a pedir-lhe «que esta fé na sua paternidade e a sua misericórdia» nos torne «um pouco mais misericordiosos em relação aos outros».

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Papa abre a Porta Santa; começa o Jubileu da Misericórdia

Cidade do Vaticano (RV) – “Atravessar hoje a Porta Santa nos compromete a adotar a misericórdia do bom samaritano”: este é o espírito com o qual se deve viver o Jubileu Extraordinário, conforme disse o Papa Francisco na missa celebrada por ocasião da Solenidade da Imaculada Conceição (08/12), na Praça S. Pedro.
Com a cidade de Roma blindada e um forte aparato de segurança, com três mil agentes nas ruas da capital, o afluxo de peregrinos começou na madrugada nos arredores da Praça, que foi aberta às 6h30. Os controles policiais, com a passagem pelo detector de metais, tardaram o ingresso dos fiéis.  Cerca de 50 mil pessoas participaram da celebração.

video



Pecado e graça
Na homilia que antecedeu a abertura da Porta Santa, o Pontífice recordou o mesmo gesto realizado em Bangui (Rep. Centro-Africana) e ressaltou a primazia da graça: “A festa da Imaculada Conceição exprime a grandeza do amor divino. Deus não é apenas Aquele que perdoa o pecado, mas, em Maria, chega até a evitar a culpa original, que todo o homem traz consigo ao entrar neste mundo. É o amor de Deus que evita, antecipa e salva”.
A própria história do pecado só é compreensível à luz do amor que perdoa, explicou o Papa. “Se tudo permanecesse relegado ao pecado, seríamos os mais desesperados entre as criaturas. A promessa da vitória do amor de Cristo encerra tudo na misericórdia do Pai.”
Também este Ano Santo Extraordinário é dom de graça, prosseguiu Francisco. “Entrar por aquela Porta significa descobrir a profundidade da misericórdia do Pai que a todos acolhe e vai pessoalmente ao encontro de cada um. É Ele que nos procura, que vem ao nosso encontro. Neste Ano, deveremos crescer na convicção da misericórdia.”
Para o Pontífice, é preciso antepor a misericórdia ao julgamento, se quisermos ser justos com Deus. “Ponhamos de lado qualquer forma de medo e temor, porque não corresponde a quem é amado; vivamos, antes, a alegria do encontro com a graça que tudo transforma”, exortou.

Concílio Vaticano II
Em sua homilia, o Papa fez um paralelo com outra porta “escancarada” 50 anos atrás pelos Padres conciliares. O Concílio, afirmou, foi primariamente um encontro; um encontro entre a Igreja e os homens do nosso tempo.
“Trata-se, pois, de um impulso missionário que, depois destas décadas, retomamos com a mesma força e o mesmo entusiasmo. O Jubileu exorta-nos a esta abertura e obriga-nos a não transcurar o espírito que surgiu do Vaticano II, o do Samaritano, como recordou o Beato Paulo VI na conclusão do Concílio. Atravessar hoje a Porta Santa compromete-nos a adotar a misericórdia do bom samaritano.”

Porta Santa
Após a comunhão, teve início o rito de abertura da Porta Santa, na entrada da Basílica de S. Pedro. O diácono convidou os fiéis para a inauguração do Jubileu Extraordinário da Misericórdia com estas palavras: “Abre-se diante de nós a Porta Santa. É o próprio Cristo que, através do mistério da Igreja, nos introduz no consolador mistério do amor de Deus".
Em procissão, os concelebrantes se posicionaram na entrada da Basílica. Também estava presente o Papa emérito Bento XVI. Diante da Porta Santa, o Pontífice fez uma oração e recitou a seguinte fórmula: “Esta é a porta do Senhor. Abri-me as portas da justiça. Por tua grande misericórdia entrarei em tua casa, Senhor”.

Ouça aqui as palavras do Santo Padre: O Santo Padre abriu a Porta Santa e se deteve em silêncio em sua entrada. Francisco entrou por primeiro na Basílica de S. Pedro, seguido por Bento XVI, pelos concelebrantes e por alguns representantes de religiosos e fiéis leigos – momento em que foi entoado o Hino do Ano Santo da Misericórdia. No Altar da Confissão, o Papa fez uma oração e concendeu a todos a sua bênção apostólica.

Fonte:  Radio Vaticano



domingo, 6 de dezembro de 2015

Artigo Dezembro de 2015 - Padre Aparecido Neres Santana, CSS

Exercitando a Missionareidade




Não querendo mudar o estilo, o método anterior, partimos de um olhar catequético-missionário, do versículo paradigmático (Mt 28,19), que diz “Ide portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Neste versículo, temos o centro a “Didaquê”, isto é, do ensino, da instrução na Palavra de Deus e da Doutrina Cristã. Aqui está o paradigma-missionário da Sagrada Escritura. A missão consiste em colocar em chave missionaria toda atividade habitual da Igreja Particular, isto é, todas as atividades, de uma forma especial a catequese, seja adulto , juvenil e infantil  deve ter a centralidade na missão.
Recordamos que a Igreja nasce missionária, nas estradas (Atos dos Apóstolos), nas catacumbas, nas casas. Ela não nasce encastelada, fechada somente em um templo, entre as quatro paredes. O Papa Francisco disse: “procuramos voltar à fonte e recuperar o frescor original do Evangelho, despontam novas estradas, métodos criativos, outras formas de expressão, sinais mais eloquentes, palavras cheias de renovado significado para o mundo atual” (EG). Com toda certeza, não temos outro caminho, está ai a Sagrada Escritura, os documentos da Igreja, todas as Conferencias Episcopais, especialmente a de Aparecida, toda versada, apontando para a missionariedade. 
Portanto, vemos que o DNA da Igreja é missionário, o cristão tem que ter a alma missionária. Por isso, temos que tirar as sandálias do comodismo, da mesmice, da apatia que adoece e enferruja, para colocar as sandálias da humildade e da busca incessante, da perseverança e dos olhos fixos em Jesus peregrino e caminhar com entusiasmo na evangelização de todos.
 Ademais, que neste tempo do Advento, tempo de orar e vigiar deixemo-nos, ser conduzidos pelo Espírito do Senhor, para que o menino Jesus possa fazer renascer a chama da missionariedade em nossos corações. Feliz e Santo Natal.
                                                                                                                                                                                     
1)Quais são as dificuldades em exercer a missionareidade em nossas comunidades?

2)Como colocar todas as nossas atividades em chave missionária?

Padre Aparecido Neres Santana, CSS - ASSESSOR ECLESIÁSTICO para Animação Bíblico – Catequética da Diocese de Santos

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

DECRETO PARA O ANO DA MISERICÓRDIA

Decreto para o Ano Santo da Misericórdia 2015-2016

Aos que este nosso Decreto virem, saudação, paz e benção no Senhor!

A proclamação do Jubileu Extraordinário da misericórdia, pelo Papa Francisco, nos enche de alegria e nos encontra de coração aberto para acolhê-lo como acontecimento de graça em nossa Igreja. Iluminados pela Bula “Misericordiae vultus”, queremos vivenciá-lo como experiência de encontro com Jesus Cristo, “o rosto da misericórdia do Pai”, e que nos leva à conversão, para sermos também nós, como pessoas individualmente e como Igreja, expressão desta misericórdia que nos envolve e que se irradia como sinal do Reino de Deus.
Para a melhor vivência deste ano, a Diocese de Santos se empenhará em promover o Jubileu com ações concretas. Por isso, se propõe a:
1 — Conduzir as ações pastorais e litúrgicas dentro da mística da misericórdia. Esta dimensão da misericórdia será estimulada e animada (dentre outros) pela realização de Círculos Bíblicos nos grupos de pastoral, serviços, movimentos, novas comunidades que fazem parte de nossas paróquias. Esses círculos bíblicos terão como base a bula do Ano da Misericórdia. Também, todos os eventos pastorais, litúrgicos, celebrativos, formativos de nossas comunidades no decorrer do ano (Quaresma, Páscoa, Corpus Christi, Mês Vocacional, Mês da Bíblia etc) deverão ter a misericórdia como a nota característica desses momentos.
2 — Dar ênfase à vivência e celebração do Sacramento da Penitência nas Paróquias e Comunidades, junto aos doentes em suas casas, nos presídios ou em outros ambientes, conforme a oportunidade pastoral.
3 — Realizar gestos concretos que explicitem o “rosto misericordioso de Deus” em nossa realidade, com a realização de projetos específicos:
. para responder às urgências de atendimento às situações dos caminhoneiros que aqui chegam;
. para organizar a assistência social de nossas paróquias, de modo que esta dimensão da ação evangelizadora seja mais eficiente e venha a atender, de fato, aos mais carentes e com a urgência necessária;
. para a criação e construção de uma Capela dedicada a São João XXIII, que contará com a colaboração solidária de todas as Paróquias e Comunidades.
Enfim, considerando com atenção estas recomendações do Papa Francisco na Bula “Misericordiae Vultus” a respeito da Reconciliação e da Indulgência –

“O Jubileu inclui também o referimento à indulgência. Esta, no Ano Santo da Misericórdia, adquire uma relevância particular. O perdão de Deus para os nossos pecados não conhece limites. Na morte e ressurreição de Jesus Cristo, Deus toma evidente este seu amor que chega ao ponto de destruir o pecado dos homens. É possível deixar-se reconciliar com Deus através do mistério pascal e da mediação da Igreja. Por isso, Deus está sempre disponível para o perdão, não Se cansando de o oferecer de maneira sempre nova e inesperada. No entanto todos nós fazemos experiência do pecado. Sabemos que somos chamados à perfeição (cf. Mt 5, 48), mas sentimos fortemente o peso do pecado. Ao mesmo tempo que notamos o poder da graça que nos transforma, experimentamos também a força do pecado que nos condiciona. Apesar do perdão, carregamos na nossa vida as contradições que são consequência dos nossos pecados. No sacramento da Reconciliação, Deus perdoa os pecados, que são verdadeiramente apagados; mas o cunho negativo que os pecados deixaram nos nossos comportamentos e pensamentos permanece. A misericórdia de Deus, porém, é mais forte também do que isso. Ela toma-se indulgência do Pai que, através da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo das consequências do pecado, habilitando-o a agir com caridade, a crescer no amor em vez de recair no pecado. A Igreja vive a comunhão dos Santos. Na Eucaristia, esta comunhão, que é dom de Deus, realiza-se como união espiritual que nos une, a nós crentes, com os Santos e Beatos cujo número é incalculável (Ap 7, 4). A sua santidade vem em ajuda da nossa fragilidade, e assim a Mãe-Igreja, com a sua oração e a sua vida, é capaz de acudir à fraqueza de uns com a santidade de outros. Portanto viver a indulgência no Ano Santo significa aproximar-se da misericórdia do Pai, com a certeza de que o seu perdão cobre toda a vida do crente. A indulgência é experimentar a santidade da Igreja que participa em todos os benefícios da redenção de Cristo, para que o perdão se estenda até às últimas consequências aonde chega o amor de Deus. Vivamos intensamente o Jubileu, pedindo ao Pai o perdão dos pecados e a indulgência misericordiosa em toda a sua extensão” (MV, n. 22) –
DECRETAMOS que podem ganhar a Indulgência Plenária da pena temporal, concedida pela misericórdia de Deus, para os próprios pecados e também em sufrágio pelas almas dos fiéis defuntos, aqueles que, arrependidos de seus pecados, confessarem de modo devido, comungarem sacramentalmente, orarem nas intenções do Sumo Pontífice e renovarem publicamente a profissão da fé católica de acordo com as fórmulas próprias da Igreja, participando de alguma das seguintes celebrações:
– Da abertura do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, no dia 11 de dezembro de 2015, na Catedral de Santos;
– Do encerramento do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, na celebração diocesana da Festa de Cristo Rei, no dia 20 de novembro de 2016;
– Da Santa Missa na Catedral e em todas as igrejas da Diocese de Santos, nas seguintes comemorações:


• na Vigília do Natal ou no dia do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, de 2015;
• na Vigília da Páscoa e na Páscoa do Senhor, de 2016;
• no Domingo da Divina Misericórdia, dia 03 de abril de 2016;
• no dia 05 de julho, aniversário da Dedicação da Catedral de Santos; ,na 12 Romaria Diocesana a Aparecida, dia 03 de agosto de 2016; na festa do Titular / Padroeiro da Paróquia;
• em peregrinações à Catedral, passando pela Porta Santa da Misericórdia.
– E ainda, observadas as mesmas condições acima indicadas, podem ganhar a indulgência Plenária os fiéis que:

• visitarem, com caridade cristã, pessoas doentes ou encarceradas, ou praticarem as obras de misericórdia indicadas no capítulo 25 do Evangelho de São Mateus;
• dedicarem, ao menos, meia hora de adoração eucarística semanal em qualquer igreja, em favor das vocações sacerdotais e religiosas e em favor da obra evangelizadora da Diocese de Santos.
Este Decreto tem validade a partir da presente data até a conclusão do Ano da Misericórdia. 

Santos, 22 de novembro de 2015, Solenidade de N. S. Jesus Cristo Rei do Universo.

Dom Tarcísio Scaramussa, SDB
Bispo Diocesano de Santos
Padre Vagner de Souza Argolo

Chanceler do Bispado

domingo, 29 de novembro de 2015

Carta do Papa Francisco - Jubileu Extraordinário da Misericórdia


Ao Venerado Irmão
D. Rino Fisichella
Presidente do Pontifício Conselho
para a Promoção da Nova Evangelização

A proximidade do Jubileu Extraordinário da Misericórdia permite-me focar alguns pontos sobre os quais considero importante intervir para consentir que a celebração do Ano Santo seja para todos os crentes um verdadeiro momento de encontro com a misericórdia de Deus. Com efeito,  desejo que o Jubileu seja uma experiência viva da proximidade do Pai, como se quiséssemos sentir pessoalmente a sua ternura, para que a fé de cada crente se revigore e assim o testemunho se torne cada vez mais eficaz.
O meu pensamento dirige-se, em primeiro lugar, a todos os fiéis que em cada Diocese, ou como peregrinos em Roma, viverem a graça do Jubileu. Espero que a indulgência jubilar chegue a cada um como uma experiência genuína da misericórdia de Deus, a qual vai ao encontro de todos com o rosto do Pai que acolhe e perdoa, esquecendo completamente o pecado cometido. Para viver e obter a indulgência os fiéis são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo à Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, e nas quatro Basílicas Papais em Roma, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. Estabeleço igualmente que se possa obter a indulgência nos Santuários onde se abrir a Porta da Misericórdia e nas igrejas que tradicionalmente são identificadas como Jubilares. É importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e à celebração da santa Eucaristia com uma reflexão sobre a misericórdia. Será necessário acompanhar estas celebrações com a profissão de fé e com a oração por mim e pelas intenções que trago no coração para o bem da Igreja e do mundo inteiro.
Penso também em quantos, por diversos motivos, estiverem impossibilitados de ir até à Porta Santa, sobretudo os doentes e as pessoas idosas e sós, que muitas vezes se encontram em condições de não poder sair de casa. Para eles será de grande ajuda viver a enfermidade e o sofrimento como experiência de proximidade ao Senhor que no mistério da sua paixão, morte e ressurreição indica a via mestra para dar sentido à dor e à solidão. Viver com fé e esperança jubilosa este momento de provação, recebendo a comunhão ou participando na santa Missa e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação, será para eles o modo de obter a indulgência jubilar. O meu pensamento dirige-se também aos encarcerados, que experimentam a limitação da sua liberdade. O Jubileu constituiu sempre a oportunidade de uma grande amnistia, destinada a envolver muitas pessoas que, mesmo merecedoras de punição, todavia tomaram consciência da injustiça perpetrada e desejam sinceramente inserir-se de novo na sociedade, oferecendo o seu contributo honesto. A todos eles chegue concretamente a misericórdia do Pai que quer estar próximo de quem mais necessita do seu perdão. Nas capelas dos cárceres poderão obter a indulgência, e todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai, que este gesto signifique para eles a passagem pela Porta Santa, porque a misericórdia de Deus, capaz de mudar os corações, consegue também  transformar as grades em experiência de liberdade.
Eu pedi que a Igreja redescubra neste tempo jubilar a riqueza contida nas obras de misericórdia corporais e espirituais. De facto, a experiência da misericórdia torna-se visível no testemunho de sinais concretos como o próprio Jesus nos ensinou. Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá sem dúvida a indulgência jubilar. Daqui o compromisso a viver de misericórdia para alcançar a graça do perdão completo e exaustivo pela força do amor do Pai que não exclui ninguém. Portanto, tratar-se-á de uma indulgência jubilar plena, fruto do próprio evento que é celebrado e vivido com fé, esperança e caridade.
Enfim, a indulgência jubilar pode ser obtida também para quantos faleceram. A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na celebração eucarística, também podemos, no grande mistério da comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraçá-los na beatitude sem fim.
Um dos graves problemas do nosso tempo é certamente a alterada relação com a vida. Uma mentalidade muito difundida já fez perder a necessária sensibilidade pessoal e social pelo acolhimento de uma nova vida. O drama do aborto é vivido por alguns com uma consciência superficial, quase sem se dar conta do gravíssimo mal que um gesto  semelhante comporta. Muitos outros, ao contrário, mesmo vivendo este momento como uma derrota, julgam que não têm outro caminho a percorrer. Penso, de maneira particular, em todas as mulheres que recorreram ao aborto. Conheço bem os condicionamentos que as levaram a tomar esta decisão. Sei que é um drama existencial e moral. Encontrei muitas mulheres que traziam no seu coração a cicatriz causada por esta escolha sofrida e dolorosa. O que aconteceu é profundamente injusto; contudo, só a sua verdadeira compreensão pode impedir que se perca a esperança. O perdão de Deus não pode ser negado a quem quer que esteja arrependido, sobretudo quando com coração sincero se aproxima do Sacramento da Confissão para obter a reconciliação com o Pai. Também por este motivo, não obstante qualquer disposição em contrário, decidi conceder a todos os sacerdotes para o Ano Jubilar a faculdade de absolver do pecado de aborto quantos o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem que lhes seja perdoado. Os sacerdotes se preparem para esta grande tarefa sabendo conjugar palavras de acolhimento genuíno com uma reflexão que ajude a compreender o pecado cometido, e indicar um percurso de conversão autêntica para conseguir entender o verdadeiro e generoso perdão do Pai, que tudo renova com a sua presença.
Uma última consideração é dirigida aos fiéis que por diversos motivos sentem o desejo de frequentar as igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade São Pio X. Este Ano Jubilar da Misericórdia não exclui ninguém. De diversas partes, alguns irmãos Bispos referiram-me acerca da sua boa fé e prática sacramental, porém unida à dificuldade de viver uma condição pastoralmente árdua. Confio que no futuro próximo se possam encontrar soluções para recuperar a plena comunhão com os sacerdotes e os superiores da Fraternidade. Entretanto, movido pela exigência de corresponder ao bem destes fiéis, estabeleço por minha própria vontade que quantos, durante o Ano Santo da Misericórdia, se aproximarem para celebrar o Sacramento da Reconciliação junto dos sacerdotes da Fraternidade São Pio X, recebam validamente e licitamente a absolvição dos seus pecados.
Confiando na intercessão da Mãe da Misericórdia, recomendo à sua proteção a preparação deste Jubileu Extraordinário.

Vaticano, 1 de Setembro de 2015
Franciscus


sábado, 28 de novembro de 2015

Alegria do Advento

Iniciamos mais um Ano Litúrgico, preparando-nos para o nascimento de Jesus Cristo no tempo do Natal. Nascimento que só tem sentido quando as pessoas conseguem abrir seus corações e deixarem acontecer o encontro íntimo com Aquele que vem como enviado do Pai. Assim se cumpre a realização da promessa de libertação projetada nos anúncios do Antigo Testamento.
Jesus foi prometido e proclamado como rei justo no meio de um mundo marcado pelas práticas de injustiça e de degradação da identidade da pessoa humana. O que vemos, na prática, e em todos os tempos, é o sofrimento condicionado pelos desvios do projeto querido pelo Criador. A injustiça, generalizada como está, diminui as condições necessárias para uma vida feliz e humana.
A vontade de Deus é a realização do direito e da justiça, isto é, de uma vida conforme as prescrições dos mandamentos e das indicações das bem-aventuranças do Evangelho. Não fomos criados para a destruição, indiscriminada, dos bens da natureza. “Dominai a terra” (Gn 9,7) significa construir, possibilitando o necessário para as pessoas terem uma vida saudável e digna.
A consistência do mundo depende do cuidado e de como ele é usado. Certas práticas causam medo e angústia nas pessoas, porque fragilizam a qualidade de vida e minam a alegria e as expectativas de um futuro promissor. A preparação para o Natal estimula uma concreta esperança, capaz de elevar o espírito abatido.
Estamos sensibilizados diante das ameaças causadas pelos últimos acontecimentos, tanto em Mariana, como nos atentados suicidas lá na França. Caminhamos por caminhos que levam ao caos, quase como o dilúvio citado pela Sagrada Escritura. Dá a impressão de que caminhamos para a destruição total. Isso pode acontecer se providências corajosas não forem tomadas.
A fonte do verdadeiro amor é Deus. Podemos até imaginar ou construir outros caminhos de amor, mas nunca estaremos totalmente realizados se nosso olhar não for voltado para essa fonte cristalina em Deus, através de Jesus Cristo, que causa compromisso de justiça de uns para com os outros no relacionamento.
Dom Paulo Mendes Peixoto

Arcebispo de Uberaba.b

domingo, 22 de novembro de 2015

Rei Universal

Na liturgia católica, Jesus Cristo recebe o título de “Rei Eterno e Universal”, cuja festa acontece no final do Ano Litúrgico, normalmente, no mês de novembro. É um reinado que se manifesta no amor de Deus para com todas as pessoas que O acolhem. O máximo desse amor acontece no sacrifício da cruz, na doação total pela salvação da humanidade, revelação de sua transcendência.
Além de Rei Eterno, Jesus recebe também o título de “filho de homem”, para dizer que Ele é “ser humano”, é a Palavra que se fez carne e veio morar em nosso meio (cf Jo 1,1s). Com isto, o divino tornou-se humano, para que o humano se tornasse divino. Na Festa de Cristo Rei, encerramos o ano da Igreja colocando em evidência o anunciado pelos profetas, que Jesus nasceria como rei, e seria Rei.
Os poderes do mudo querem dominá-lo, mas seu domínio, em últimas instâncias, pertence a Jesus Cristo, que veio como Rei e com poder Eterno. A história pertence aos homens, mas tudo está nas mãos de Deus, mesmo que isto seja contestado e negado pelos poderes do mundo. O livro do Apocalipse diz que Jesus é “alfa e ômega” (Ap 21,6), o princípio e o fim, tendo tudo concentrado em Si.
A missão de Jesus Cristo foi de instaurar o reino de Deus. Isso veio ocasionar consequências para seus seguidores, porque a construção desse reino foi entregue a nós. Ele começa no tempo, onde deve ser construído, mas tem uma continuidade na eternidade. É um reino de vida, diferente do reino do mundo, onde a morte acontece a todo instante, e de forma totalmente desqualificada.
A realeza de Jesus Cristo não é do mundo. Seu objetivo foi a salvação da humanidade e tinha perspectivas de vida eterna. O mundo passa, os bens adquiridos ficam por aí, as pessoas também terminam seu tempo na terra. O que fica é o bem realizado na construção do reino, a realização da caridade, que terá continuidade também na outra vida.
Dom Paulo Mendes Peixoto

Arcebispo de Uberaba.

domingo, 8 de novembro de 2015

Artigo de Novembro de 2015 - Comissão para a Animação Bíblico-Catequética- Diocese de Santos


Doar-se sem reservas à ação Evangelizadora

Jesus através de palavras e atitudes mostrou-nos como devemos agir nas mais diversas situações de nossas vidas e o ponto alto de seu ensinamento deu-se na entrega na Cruz caracterizando uma doação por amor sem reservas e Gratuita. 
Hoje, porém, mesmo depois desta atitude Suprema de Jesus, consciente ou inconscientemente, muitas vezes utilizamos de certos expedientes ( que, quando estamos engajados dentro de uma comunidade paroquial, por vaidade, com gana no poder ou até mesmo como trampolim para satisfazer literalmente nossos egos para nos darmos bem na vida), temos atitudes que não correspondem aos ensinamentos de Jesus... 
Porém, algumas pessoas sábias nos lembram de que temos que viver a Solidariedade na Gratuidade e que sem as mesmas, a nossa fé está morta! Pois bem, este dito será verdadeiro desde que nossa fé seja transformada em ação, em doação de amor ao próximo com total desprendimento.
Portanto meus irmãos e irmãs, tomemos como exemplo a viúva do Evangelho, que não partilhou o que lhe sobrou: ela doou tudo o que tinha com alegria, e não fez disso uma autopromoção. 
Assim como ela, partilhemos nossos Dons com Alegria, compaixão e gratuidade.


Aprofundamento a partir da Palavra de Deus: No 32º Domingo do Tempo Comum somos convocados a refletir sobre o texto bíblico: Mc 12,38-44. Convido você a lê-lo com calma, prestar atenção e responder: Qual o verdadeiro ensinamento desta passagem? Tenho disponibilidade e entrega para meu trabalho de catequista e evangelizador (formações, retiros, reuniões)? Estou disposto a oferecer aquilo que me custa, como fez a viúva?




Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!

Comissão AB-C Diocese de Santos 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Assembleia Diocesana de Pastoral - Diocese de Santos- SP

Assembleia Diocesana de Pastoral
Uma Igreja Acolhedora e Missionária

Aconteceu no dia 31 de outubro de 2015, a 14º Assembleia Diocesana de Pastoral da Diocese de Santos, contando com a presença de 250 agentes de pastorais, seminaristas, religiosos, diáconos e sacerdotes das 47 paróquia distribuídas nas nove cidades da Baixada Santista.

A Assembleia foi presidida pelo nosso Bispo Diocesano Dom Tarcísio Scaramussa, SDB e teve como tema: “Igreja acolhedora e missionária “  e como lema: “Vós sois o Sal da Terra e a Luz do Mundo. Com isso, a Igreja Diocesana dá mais um passo para, à luz da Palavra de Deus, encontrar respostas e pistas para sermos uma Igreja acolhedora, misericordiosa, em saída, ao encontro do mais necessitado, em permanente estado de missão. 


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Fonte: Diocese de Santos - 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Diocese de Santos realiza 14º Assembleia Diocesana de Pastoral



A Diocese de Santos, com muita alegria, realiza a  sua 14º Assembleia Diocesana de Pastoral, no dia 31 de outubro, no Liceu Santista. O encontro acontecerá das 8h ás 13h, e tem como tema: "Igreja Acolhedora e Misericordiosa", e como lema: "Vós sois o sal da terra e a luz do mundo"( Mt 5,13-14). 

A assembleia será presidida pelo bispo diocesano, Dom Tarcísio Scaramussa, SDB, e reunirá cerca de 200 agentes de pastorais, serviços, movimentos, representantes das paróquias, diáconos e sacerdotes das 47 paróquias distribuídas nas nove cidades da Baixada Santista. 

A assembleia tem um caráter celebrativo e formativo e dá continuidade ás reflexões iniciadas nos Círculos Bíblicos e Assembleias Paroquiais, realizadas desde julho, tendo em vista a elaboração do Plano Diocesano de Pastoral para os próximos quatro anos. 

A programação segue com momentos celebrativos e trabalhos em grupo, pois, toda   Igreja toma como modelo a “Iniciação à Vida Cristã de Jovens e Adultos”, porque ali se encontra a pedagogia do Catecumenato. Sendo este um caminho de formação da identidade cristã, marcada por etapas progressivas, que nos  leva à vivência da Fé. Nós temos a missão de seguir as orientações do Santo Papa que nos pede e nos conduz para um caminho sem preconceitos e de acolher a todos sem distinção.

Sendo assim devemos entender que a salvação é para todos. A Comissão AB-C se fará presente neste momento tão importante e decisivo, para juntos fazermos acontecer o tão sonhado processo de IVC-JA. Roguemos ao Santo Espírito para que conduza nossos trabalhos!


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Retiro de Catequistas da Diocese de Santos de 2015

A Comissão para a Animação Bíblico-Catequética, com Espírito Missionário, realizou de agosto a outubro de 2015, em todas as cidades de nossa Diocese, mais um Retiro de Catequistas e Evangelizadores com o Tema: “Amar como Jesus amou”! 

                                             

...O mesmo teve como Objetivo proporcionar a todos um tempo de estudo, oração, reflexão e significativa celebração para crescermos no conhecimento do alcance do Amor de Jesus e como isso é acolhido em nossa vida pessoal e vivido também na nossa Missão Evangelizadora. Como conteúdo, foi trabalhado o Evangelho de João (15,9-17), Itinerário Catequético da CNBB e a Bula Papal – “O Rosto da Misericórdia”. Houve uma grande participação! Agradecemos a todos que com alegria e confiança participaram, também a todos os Padres que gentilmente nos acolheram em suas paróquias e aos que se  fizeram presentes, para que juntos pudéssemos refletir e vivenciar este imenso Amor de Jesus por nós.


Momentos marcantes da Celebração
Dança Circular 

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Iluminados e Iluminadores Evangelho de João (15,9-17)


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Clique aqui, para fazer download dos subsídios utilizados no retiro.


Comissão AB-C Diocese de Santos