sábado, 30 de janeiro de 2021

SANTA MISSA NA CATEDRAL DIOCESANA DE SANTOS - ORDENAÇÃO DIACONAL - 30/01/2021 - 10H


 

Irmãs e irmãos, em comunhão com todos os que celebram

conosco através das redes sociais, nos reunimos em nossa Catedral

para a Santa Missa em que serão ordenados sete novos diáconos para

a Igreja. No exercício da diaconia, estes nossos irmãos – quer como

diácono permanente, quer como diácono transitório – deverão servir

ao Senhor mediante o ministério da Palavra, do altar e da caridade, e

sua presença deve recordar à Igreja sua missão de servidora do Reino,

a exemplo do próprio Cristo que “não veio para ser servido, mas para

servir”. 


Acompanhe a cerimônia através do livreto no link abaixo!!!


Fonte Diocese de Santos/SP 

CATEDRAL DIOCESANA DE SANTOS/SP 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Artigo Bíblico-Catequético de Janeiro de 2021 do Ano-B do Evangelista Marcos (no contexto do Ano de São José)

 

 A VIDA SE MANIFESTOU. NÓS A VIMOS E DELA DAMOS TESTEMUNHO!” (1 JOÃO 1,2)


Neste primeiro Artigo Bíblico-Catequético de 2021 do Ano-B do Evangelista Marcos (no contexto do Ano de São José), refletiremos o 3º Domingo do Tempo Comum, (São João 1,35-42). O centro do nosso texto é pura Cristologia! O discípulo é aquele que acolhe o testemunho, segue, vem, vê, permanece e por sua vez também se torna testemunha. Pode-se dizer que, João, aproveita as suas recordações a respeito da vocação dos primeiros discípulos para evidenciar quem é Jesus. De fato, como se podemos ver numa primeira leitura, esta perícope referente aos discípulos, é permeada de títulos Cristológicos, como: Cordeiro de Deus (Jo 1,36); Rabi (Jo 1,38); Messias ou Cristo (Jo 1,41); Aquele de quem escreveram Moisés, na Lei, e os Profetas (Jo 1,45); Filho de Deus (Jo 1,49); Rei de Israel (Jo 1,49); Filho do Homem (Jo, 1,51). Como vemos, a Cristologia dos primeiros cristãos, não começa com reflexões teóricas, mas com nomes e títulos que exprimem o carinho, o comprometimento e o amor, com que a comunidade de João, vai revelando quem é Jesus. A narração contém dois quadros. No primeiro, (vv. 35-42), o evangelista apresenta dois discípulos que passam do Batista para Jesus. No segundo,  (vv. 43-45), vemos dois discípulos sendo chamado pelo próprio Jesus. Nos dois casos percebe-se que o encontro com Jesus tem algo de contagiante. Portanto, não conseguimos conhecer, encontrarmo-se com Jesus, simplesmente de uma forma teórica, com repetições de fórmulas, ou balbuciando a palavra ao vento. Para conhecê-lo, precisamos procurá-lo, como aqui demonstrado, nesta primeira fala de Jesus na perícope: – “Jesus  voltou-se e, vendo que eles o seguiam, disse-lhes: ‘Que estais procurando’”? (Jo 1,38). A busca do discípulo, por Jesus, mostra que ao buscá-lo, o discípulo discípulo encontra-se consigo mesmo. É um mergulho mistagógico, nas múltiplas realidades da vida. E para isso, tem que seguí-lo, isto é, fazer o Caminho do discipulado, para ver a dor, e o sofrimento, como agora, neste tempo de pandemia, onde percebemos a “necropolítica”, isto é, a valorização da política da morte em detrimento da vida. Permanecer com Ele, é permanecer, na busca da justiça, do amor-ágape, e da misericórdia, na luta pela vida plena. Não basta sentir, olhar, mas têm que sentir e ver, como o Bom Samaritano – “Certo samaritano em viagem, porém, chegou junto dele, viu” e moveu-se de compaixão, cuidou de suas chagas...” (Lc 10, 29ss). O discípulo olha, vê e permanece com ele a noite toda, isto é, por toda vida. Permanecer, é perseverar na busca incansável pelo Reino da Vida.       

    

 

Para refletirmos: Quando André descobriu que Jesus é o Messias, ele gostou tanto do encontro, que partilhou sua experiência com o irmão Simão (Pedro) e deu testemunho: "Encontramos o Messias!" Em seguida, conduziu o irmão até Jesus. Encontrar, experimentar, partilhar, testemunhar, conduzir até Jesus! É assim que a Boa Nova se espalha pelo mundo, até hoje! A Comunidade que vive o Processo de Iniciação à Vida Cristã, realiza este encontro com Jesus, que produz mudanças profundas na vida de todos. Sua Comunidade está vivenciando este Processo de Iniciação à Vida Cristã?

 

 

Padre Aparecido Neres Santana, CSS – Assessor Eclesiástico da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

O Ano de São José: um presente para toda a Igreja.

A convocação do "Ano de São José" nasce do coração paternal de Francisco, que deseja chegar ao coração de todos os católicos, convidando cada um a conhecer melhor o pai adotivo do Senhor e a sua importância no plano salvífico de Deus.

Bruno Franguelli, sj


Em comemoração aos 150 anos da proclamação de São José como guardião universal da Igreja, pelo Papa Pio IX, o Papa Francisco acaba de dar um grande presente à Igreja, o “Ano de São José” através da Carta Apostólica Patris Corde “Coração de Pai”. Esta Carta, como o próprio título sugere, é cheia de afeto. Nasce do coração paternal de Francisco, que deseja, por meio dela, chegar ao coração de todos os católicos, convidando cada um a conhecer melhor o pai adotivo do Senhor e a sua importância no plano salvífico de Deus.


A Tradição Cristã sempre teve uma especial atenção à importância do sim de Maria, mas nem sempre reconheceu com a mesma consciência a importância do sim de José, o carpinteiro de Nazaré, a quem Maria estava prometida em casamento. Foi crucial a aceitação de José para que o plano da Salvação de Deus pudesse ser realizado. A Sagrada Escritura não esconde as dificuldades pessoais que São José precisou enfrentar ao receber o anúncio de que sua futura esposa, sem ter contato com homem algum, estava grávida.


O Evangelho dá a José o título de justo (Mt 1,19), termo raríssimo e concedido a pouquíssimos personagens na Sagrada Escritura. Justamente porque equivale a palavra santo que, no Antigo Testamento, é um atributo reservado somente a Deus (Ecle 7,20). Isso revela muito sobre a integridade, os valores e a santidade de vida de José. Era um homem fiel a Lei, observador dos mandamentos e preceitos da Torah. Por isso, com sua obediência a Deus, escuta a voz do anjo e não teme em aceitar Maria como esposa e assumir o Filho de Deus como seu próprio filho.


A vida de São José e de Maria não será nada fácil. Terão de enfrentar as dificuldades das mais diversas. Eram pobres. O termo que conceitua a profissão de José em grego é tekton que não significa simplesmente carpinteiro, mas aquele que constrói, uma espécie de artesão. José, na verdade era um artista. Ganhava pouco e, como muitos pais de família, viveu a angústia de não poder dar conforto e segurança aos seus. Esta tristeza José sentiu na pele, principalmente quando viu sua esposa dando à luz em lugar paupérrimo, no frio e na miséria. Sabemos que as dificuldades de José não terminaram na gruta de Belém. Imediatamente após o nascimento de Jesus, obedeceu ao anjo e conduziu sua família ao Egito para proteger o recém-nascido das ambições perversas de Herodes. Assim, tornaram-se migrantes. Podemos imaginar o pobre José, buscando um emprego, tentando oferecer o mínimo para sua família nas terras estrangeiras do Egito.


 O Papa Francisco, lembra em sua Carta Patris Corde de tantos pais que, infelizmente, não conseguem oferecer nem mesmo o básico aos seus filhos. José retorna a Nazaré e lá, ensina o menino Jesus a trabalhar, a entender a dura realidade da vida, será um pai presente. A carta do Papa também traz uma belíssima constatação. O fato de Jesus ser tão respeitoso com as mulheres, homem de oração e próximo aos mais sofredores, pode nos revelar tanto da figura do pai que teve, com quem aprendeu tudo isso. Às vezes imaginamos Jesus como se já tivesse nascido pronto. Mas, na verdade, a própria Escritura revela que Jesus teve de aprender gradualmente. O episódio do encontro de Jesus aos doze anos no Templo de Jerusalém nos revela que ele retornou a Nazaré e era obediente ao Pai e a Mãe. E ainda nos revela que ele crescia em estatura, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens (cf. Lc 2,52). Assim, José, a partir de sua própria obediência a Deus, e na escuta atenta de Deus, cria o filho. Obediência que se dá na acolhida, no acompanhamento.


José é um pai presente. O papa recorda da carência que temos de esposos e pais como José. Ele não compreendeu tudo. Ele acolheu tudo. José não se impôs na vida do filho, mas ele acompanhou a Jesus na escolha de seu próprio caminho. E assim, a figura de São José se oculta e não temos mais informações sobre ele na Bíblia. Mas o pouco que temos já nos é suficiente para reconhecer a sua importância impar na vida de Jesus e no plano da Salvação. O Papa Pio IX, então, ao declarar São José patrono universal da Igreja, estava dizendo que assim como o guardião da família de Nazaré foi capaz de proteger o Filho de Deus, também segue protegendo a Igreja que é extensão do Corpo Místico de Cristo.


A missão de José no escondimento e na missão oculta tem tanto a dizer aos homens de hoje. O Papa Francisco recorda de tantos homens e mulheres que, de maneira especial, durante a pandemia, arriscam suas vidas para cuidar e proteger as pessoas vítimas desta enfermidade. A Carta Apostólica Patris Corde e o Ano de São José são um convite a cada um de nós para conhecer e imitar aquele homem justo e santo, que mesmo sem compreender tudo, acolheu tudo.


Salve, guardião do Redentor

e esposo da Virgem Maria!

A vós, Deus confiou o seu Filho;

em vós, Maria depositou a sua confiança;

convosco, Cristo tornou-Se homem.


Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós

e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem,

e defendei-nos de todo o mal. Amém.


Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2020-12/ano-de-sao-jose-presente-para-toda-igreja.html


segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Artigo de Dezembro Biblíco-Catequético - Padre Aparecido Neres Santana, CSS

 

"JOÃO NÃO ERA A LUZ! VEIO APENAS PARA DAR TESTEMUNHO DA LUZ!"Iniciamos o Novo Ano Litúrgico, com o Evangelista São Marcos, Ano B. Em nosso Artigo Bíblico-Catequético, refletiremos a passagem do Evangelho de São João (1,6-8.19-28).  O terceiro Domingo do Advento é o Domingo da Alegria “Domingo Gaudete”, um tempo de espera operante, em que todos são chamados a viver a alegria da proximidade do nascimento do Verbo, que assumiu a nossa humanidade. Mas teríamos motivos para nos alegrar? Com a pandemia? Com politicagem? Com desdenho sobre a vida? Neste tempo tão marcado por provações, somos convocados a testemunhar a alegria da fé em Jesus Cristo. Sim, talvez sua família tenha passado pela tumultuada estrada da pandemia, marcada pela dor e morte! Mas não obstante a essa realidade, não podemos perder a espiritualidade da alegria, que transforma a dor, o sofrimento e a tristeza, em alegria e esperança na vida que vence a morte aqui e agora. A centralidade do texto, é justamente a figura de João Batista, portanto o seu Testemunho. Dê inicio o Evangelista já diz: “Ele (João) não era a luz, mas veio dar testemunho da luz” (Jo, 1,8). A figura de João é tão importante que o Evangelista João, o coloca no Prólogo de seu Evangelho, e o apresenta como a testemunha central de Jesus de Nazaré. Na concepção da comunidade joanina da fé, o testemunho é essencial. Chama a atenção a firmação enérgica de João Batista dizendo que ele próprio, não é o Messias, nem Elias, nem o profeta. A citação de Elias aponta que em Jesus se cumpriram todas as esperanças do Primeiro Testamento.  O testemunho dele é tão importanto, que muita gente chegou a pensar que ele, João, fosse  o Cristo (Messias). Por isso, o Prólogo esclarece dizendo: “João não era a luz, veio apenas para dar testemunho da luz”  (Jo 1,8). Neste início do Evangelho de João, percebe-se que o interesse é cristológico. O Batista é aquele que vê e entende quem é Jesus, o anuncia a quem não viu e compreende, e suscita discípulos para o Cristo. Aqui supõe um ver, mas não um ver físico (como o dos judeus que viram, mas não enxergaram), mas o ver que sabe perceber a presença de Deus em Jesus e no irmão, como  no Evangelho de São Mateus capítulo 25, 31ss.     

 

 

 

 

Para refletirmos: Ele não é o Cristo nem o profeta, mas apenas uma voz conclamando as pessoas a se prepararem para a vinda de Cristo. É aqui que a missão de João tem a ver conosco, hoje, ao nos prepararmos para o Natal, como Discípulos/as Missionários/as, Evangelizadores/as e Catequistas: estamos preparando o caminho, para remover todos os obstáculos que impedem, a chegada da  ação de Cristo em nossas vidas, para vivermos um Santo Natal? Estamos preparando o caminho para a Iniciação à Vida Cristã de Inspiração Catecumenal, como pede a Igreja?

 

 

Em nome de toda a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Santos, desejo a todos vocês Discípulos Missionários: Evangelizadores e Catequistas, um Santo Natal marcado pelo reencontro com Jesus que se fez um de nós para trazer dignidade e dar sentido à vida de todos.

Este ano 2020 não foi fácil, passamos por tantas tribulações e perdas

por conta do COVID19.

Força e coragem com fé em Deus, o novo ano que se inicia

 seja abençoado e iluminado pelo Deus da Vida.

UM FELIZ E SANTO NATAL!

 

Padre Aparecido Neres Santana, CSS – Assessor Eclesiástico da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética.



quinta-feira, 19 de novembro de 2020

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Artigo de Novembro Bíblico-Catequético Missionário - Padre Aparecido Neres Santana, CSS

 

 

O REINO DOS CÉUS É DE VIGILANCIA CONSTANTE!

 

         Neste Artigo Bíblico-Catequético Missionário, referênte ao 32ª Domingo do Tempo Comum, um dos últimos do Ano A, refletiremos o Evangelho de São Mateus (25,1-13). A parábola trata da vinda do Filho do Homem. Ninguém sabe quando será esse dia, “nem os anjos, nem mesmo o Filho, mas sim somente o Pai” (Mt 24,36). O Filho do Homem virá de surpresa, quando a gente menos espera (Mt 24,44). Pode ser hoje, pode ser amanhã. Por isto, o recado final da parábola das dez virgens é “Vigiai!”.

Primeiramente, não podemos perder nos detalhes do texto e deixando de lado  o principal, que está logo no início da parábola, que é o Reino de Céus – “O Reino dos Céus é semelhante...” (Mt 25,1). Por outro lado, o relato não se detem em descrever o cerimonial das núpcias. A atenção concentra-se no comportamento das dez virgens. As chamadas insensatas, e as prudentes. O único elemento que distingue as insensatas das prudentes é a reserva de óleo, pois todas tinham lâmpadas, e todas dormiram na espera do noivo. As dez virgens, podem nos ajudar a entender a atitude e a realidade da comunidade. Há dificuldades, não apenas em crer e ter esperança, mas também em vigiar e estar preparada/o, com o óleo necessário, isto é, tendo atitudes de justiça. Aqui o importante é estarmos prontos e equipados, para poder seguir no caminho do discipulado. A comunidade cristã deve, pois, preparar-se para o futuro salvífico, com o cumprimento fiel das exigências de Deus reveladas por Cristo. Estar preparados(s), formados para o enfrentamento de tudo o que é contrário ao Reino. A comunidade de Mateus, faz um alerta contrário à passividade inoperante dos seus membros. A vigilância não consiste em uma espera inerte e meramente contemplativa, mas se encarna no fazer e na realização de obras concretas, que traduzem  o querer de Deus, isto é, a sua suprema exigência de amor. Por isso, a verificação da autentica esperança cristã a partir da práxis, pois o “óleo” é da Justiça em primeiro lugar, do Amor[WU1] -ágape, a partir de uma entrega total nossa, e da Misericórdia de Deus-Pai em Jesus Cristo, que deve prolongar-se e enraizar-se na comunidade cristã, por meio dos seus membros. Desta forma, evita-se a fuga deste mundo, permanecendo num quietismo acomodado e alienante, afastando-nos das responsabilidades atuais, na história salvífica.  

 

Para refletirmos:

Se a justiça de vocês não superar a dos doutores da lei e a dos fariseus, vocês não entrarão no reino dos céus” (Mt 5.20). Nossa vida é um convite constante à Festa da Vida, que não termina, caracterizada na festa do casamento (Vida, Morte e Ressurreição de Jesus), promessa de vida para todos e todas que praticam a justiça, ensinada e vivenciada por Jesus. A porta estará aberta ou fechada de acordo com nossa preparação, pois a morte e a ressurreição de Jesus nos convidam para uma vigilância ativa. Será que estou vigiando? Será que estou cuidando com carinho da iniciação à Vida Cristã, mesmo na pandemia do Covid 19? Estou participando da formação referente ao DIRETÓRIO PARA A CATEQUESE?

 

 

Padre Aparecido Neres Santana, CSS – Assessor Eclesiástico da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética.

 [WU1]

sábado, 31 de outubro de 2020

Seminário Nacional de Catequese a Serviço da Iniciação à Vida Cristã.


 

A Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) irá realizar o Seminário Nacional de Catequese a Serviço da Iniciação à Vida Cristã, com o lema “Jesus chamou os que Ele quis, para estarem com Ele e enviá-los a anunciar (cf Mc 3,13-14)”. A iniciativa acontecerá de 04 a 06 de novembro, de  forma online, e será transmitida a partir das 20h nas redes sociais da CNBB (@cnbbnacional) e da Catequese do Brasil (@catequesedobrasil).

Segundo o padre Jânison de Sá, assessor da Comissão, a iniciativa busca retomar a reflexão do Documento 107 da Conferência, aprovado pelos bispos em 2017, intitulado “Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários”. “É necessário retomar toda a discussão e reflexão da Iniciação à Vida Cristã, uma temática tão pertinente e importante para a Ação Evangelizadora e Catequética da nossa Igreja”, explicou.

Ainda de acordo com o padre Jânison, o seminário trará uma abordagem metodológica e, por meio disso, buscará entender os processos históricos e a relação entre o Diretório Geral que culminou com a Catequese Renovada; e o Diretório de 1997 que culmina com o Diretório Nacional de Catequese de 2006. “É importante refletirmos um pouco sobre a nossa história, então veremos do Concílio Vaticano II até os dias atuais e entenderemos o sentido da catequese e da Iniciação à Vida Cristã em diversos períodos”, salientou.

Programação

No dia 04 de novembro será feita uma reflexão do itinerário histórico da reflexão catequética do Concílio Vaticano II aos dias atuais. O convidado  para assessorar o momento é o irmão marista Balbino Eduardo Juárez Ramírez, da Guatemala.

No dia 05 haverá a participação de dois painelistas. O primeiro tema a ser discutido será “O Diretório Geral para a Catequese de 1971 à Catequese Renovada de 1983”, pelo padre Luiz Alves de Lima, e o segundo será “O Diretório Geral para a Catequese de 1997 ao Diretório Nacional de Catequese de 1996”, pelo irmão Israel José Nery.

No último dia, 06, haverá outros dois painéis. O primeiro sobre o “Documento de Aparecida à Iniciação à Vida Cristã em 2017”, pela irmã Sueli Cruz, e o segundo sobre o “Documento 107 – Iniciação à Vida Cristã: itinerário para formar discípulos missionários” ao Novo Diretório de Catequese, pelo padre Abimar Oliveira de Moraes, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).


Fonte: CATEQUESE DO BRASIL.ORG.BR