segunda-feira, 21 de julho de 2014

Sintese da Escola de Atualização Bíblica-Catequética do Regional Sul I

Escola de Atualização Catequética

Nos dias 15 a 18 de julho, aconteceu a Escola Bíblico-Catequética do Regional Sul I. Acompanhem o que aconteceu na escola

Eixo Bíblico: Caminho de interpretação da Palavra – Ms Ir.Maria Aparecida Barboza

Tendo como instrumentos de trabalho dois documentos da Igreja de grande importância para Animação Bíblica da Pastoral: A Dei Verbum e a Verbum Domini

Pode-se destacar da reflexão realizada pela assessora, os seguintes tópicos:
· A Tradição oral e escrita da Sagrada Escritura;
· Animação Bíblica na catequese;
· Alguns passos para diminuir a distância entre os cristãos e a Palavra de Deus. Pela intimidade da Palavra, que crescemos no diálogo com as outras religiões, e assim viver o ecumenismo;
· Dei Verbum : Um amplo espaço à Palavra de Deus, a Bíblia na mão do catequizando e o avanço das ciências bíblicas;
· Verbum Domini: A intimidade de Deus a partir da Palavra- Uma Igreja conduzida pela Palavra;
· Uma Igreja convocada a anunciar a Palavra ao mundo, motivando a justiça e a caridade
· Deus que escuta o ser humano e sabe das suas necessidades.

Falar de Animação Bíblica na catequese é reconhecer que a centralidade da Palavra de Deus em nossa realidade eclesial e constatar toda a riqueza e vitalidade da Igreja, no processo de transmissão da fé às novas gerações através de ações concretas em sua ação evangelizadora.

Eixo teológico: Ética e Moral Cristã -

Prof. Especialista Luiz Alberto Asato, do sub regional de Botucatu, trouxe para os presentes a reflexão do tema “Ética e Moral cristã”. O assessor serviu-se de textos extraídos da Revista de Catequese e outros subsídios catequéticos, para o desenvolvimento do assunto.
Destacou que ética e moral não são coisas distantes da vida humana, e que uma se serve da outra. A ética, do grego Ethos, que significa o modo de ser, caráter e valores, ilumina as ações morais. Moral, do latim Mos ( no plural mores) da ênfase ao significado do costume. A moral está ligada intimamente ao caráter.
Quando se fala de ética, fala-se de valores universais, já a moral está para aspectos particulares, de determinado grupo ou cultura. A ética ajuda nas reflexões das nossas atitudes morais.
Além dessas definições, professor Luiz falou da importância da relação do ser humano com a sociedade. Uma relação de troca, onde o homem oferece o seu trabalho e a sociedade lhe dá o essencial para a sobrevivência. E é dessa relação indispensável, que o homem se humaniza.


Eixo Metodológico – Pe Paulo Gil , assessor ABC Regional Sul I- “Planejamento catequético- Um caminho a percorrer”.

Dois textos iluminaram os trabalhos: A perícope de Mateus 13, 1-23 e o parágrafo 49 da Evangelium Gaudium. A parábola do bom semeador é um ótimo texto para ilustrar um bom planejamento catequético. Cristo ao sair para evangelizar, pensou no objetivo que desejava alcançar com aquele grupo, no lugar onde ele se reuniria e na estratégia. O papa Francisco relembra que o objetivo da catequese é de fazer com que as pessoas se tornem amigas de Jesus.
Alguns aspectos importantes foram destacados para realização do planejamento catequético:
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->A pratica pedagógico-catequética exige do catequista uma inserção na comunidade;
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->A catequese é um processo dinâmico, exigente e permanente da educação da fé e exige tempo, pessoas;
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Para um bom planejamento é preciso considerar a importância do tempo necessário para a sua realização;
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->O caminho para a realização do planejamento existe, o que falta é foco para a sua realização;
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Considerar a caminhada de vida de cada pessoa como um ser, único e inteiro, diferentes de todos os demais. Aproximar-se das pessoas como elas são assim como Jesus fez;
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Planejar é fazer a experiência da reflexão. Cuidado com o improviso, em partir sem saber para onde se quer chegar, em agir sem tomar decisões
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->A mística deve estar presente no planejamento, uma reflexão à luz da Palavra de Deus, pensar no material humano.
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Determinação das prioridades para fazer um planejamento: como fazer? O que fazer? Com quem fazer?
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Realizar uma elaboração do plano: estabelecer as etapas do planejamento e elaborar o plano.
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->A importância de uma avaliação periódica das etapas como uma abertura para possíveis mudanças;
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->Para planejamento dos encontros catequéticos é preciso considerar: Motivação, interiorização, expressão, memorização e sensibilização.


O eixo litúrgico: Prof. Dr Paulo Sérgio L.Gonçalves - “Eucaristia, fonte de vida e missão da Igreja”
O objetivo desse estudo é apresentar analiticamente a eucaristia como sacramento originário da vida e missão da Igreja.
Para melhor compreender o sentido da eucaristia, pode-se partir de duas vias: a Sagrada Escritura e a Tradição da Igreja. No sentido bíblico, a Eucaristia é apresentada como: a ceia do Senhor, sacrifício amoroso, presença real de Cristo na Igreja e no mundo e sonho escatológico.
Servindo-se do texto paulino de 1 Cor 11,23-26, padre Paulo destacou a vivacidade da ceia do Senhor. Paulo foge a regra dos demais apóstolos de Jesus, não O encontrou fisicamente, e sim por uma experiência fenomenal, vivida. Paulo narra o que recebeu do Senhor.
A ceia de Jesus, rememorada pelo Apóstolo, remete o cristão a ceia judaica, narrada em Êxodo 12,1-14. Cristo faz com toda humanidade a Nova e Eterna Aliança. Ele se fez cordeiro, para a salvação de todos.
Em Marcos 14,22-25, um verdadeiro manual de catequese, o contexto teológico é o seguimento de Jesus. O vinho tem um sentido escatológico, o sangue da salvação.
Lucas 22, 19-20, a salvação por meio de Cristo é universal. Uma identificação entre o pão fracionado e ação de graças. Aqui quando se fala numa presença de Cristo é a presença espiritual.
Ainda nas obras lucanas, em Atos dos Apóstolos, é possível perceber as celebrações de iniciação cristã, que eram realizadas nas casas com as famílias. Uma articulação entre Palavra e Eucaristia, por exemplo, em Emaús a palavra prepara o caminho para a eucaristia e a eucaristia clarifica a palavra.
A carta aos hebreus, Eucaristia é um sacrifício amoroso. Aqui não existe mais templo, nem sacerdote, Cristo é o Sumo Sacerdote. Jesus é o cordeiro imolado (Hb 10-13).
No contexto da Tradição, padre Paulo percorreu toda a história da Igreja, desde as primeiras comunidades, passando pela teologia elaborada pelos santos padres, ressaltando a importância dos Concílios de Trento e do Concílio Vaticano II, até chegar a documentos recentes que falam sobre a Eucaristia, como Ecclesia de Eucharistia (João Paulo II, 2003) e Sacramentum Caritatis (Bento XVI, 2007).
Outros aspectos foram destacados pelo professor: uma dimensão social da eucaristia, pois é um sacramento que não exclui ninguém é a própria pessoa que se exclui do sacramento. A importância da inculturação eucarística, respeitando a cultura em que a celebra, mas não alterando a matéria do sacramento: o pão e vinho. A presença real de Cristo, uma espiritualidade eucarística e a ecologia eucarística.


Escolas diocesanas e paroquiais -
Orientação: Pe Marcelo Machado-RP1

Momento de reflexão e orientação para as escolas paroquiais e diocesanas.
Padre Marcelo fez um pequeno resumo do instrumento de trabalho da CNBB Escolas Catequéticas - Um processo pedagógico, vivencial e catecumenal.
Desde antes do Concílio Vaticano II, fala-se da importância da formação dos catequistas, uma formação permanente sem esquecer as transformações na política, cultura e na religião.
As escolas bíblico-catequéticas paroquiais são voltadas para os catequistas de base, devem ser verdadeiras escolas de IVC. E essa escola também vai conduzir ao verdadeiro ministério do catequista. As escolas bíblico-catequéticas diocesanas deve ser um momento de aprofundamento e de formação para formadores, viabilizando o projeto diocesano proposto pelo bispo. Ambas devem contemplar os eixos: bíblico, teológico, metodológico e litúrgico, mas cada uma na sua especificidade.
É a mística que sustenta e ajuda atingir com segurança o objetivo traçado pela escola. É de grande importância que cada escola tenha o seu projeto político pedagógico.
Logo após o café, todos os presentes foram convidados a fazerem um momento de avaliação (escrita e oral). Padre Paulo e toda a equipe de coordenação do regional fizeram a entrega dos certificados e sorteio de alguns brindes. Encerrou-se com o almoço.

Oficinas - catequese com estilo catecumenal - Orientação: equipe de coordenação regional
A proposta foi de oito grupos, de nove pessoas, para passar em quatro cenários montados e observar cada um.
< !--[if !supportLists]-->· O primeiro cenário apresentava a catequese no contexto do pré Concílio de Trento ao Concílio Vaticano II.
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->O segundo cenário apresentava a Catequese Renovada, as conferências episcopais latino-americanas e a Primeira Semana Brasileira de Catequese
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->O terceiro cenário apresentava a Segunda Semana Brasileira de Catequese, a importância de se fazer uma catequese adulta com os adultos
< !--[if !supportLists]-->· <!--[endif]-->O quarto cenário apresentava a Terceira Semana Brasileira de Catequese, o Documento de Aparecida.
Depois de ter percorrido este caminho, à luz da entrevista com o irmão Nery, intitulada “Catequese de inspiração catecumenal”,os grupos responderam a seguinte questão: O que é essencial para uma catequese com estilo catecumenal?
É necessária uma formação acerca do estilo catecumenal para os catequistas, os demais agentes de pastoral e também o clero. Que haja coragem para a mudança de paradigmas e um esforço de conversão de toda igreja. Uma integração entre liturgia e catequese.
Querigma anunciado e vivenciado pelos catequistas, para que possam anunciar e testemunhar aos seus catequizandos e suas famílias. Voltar-se de fato para uma catequese com adultos, sem abrir mão da catequese infanto-juvenil, que proporcione um encontro pessoal com Jesus Cristo.
Nas suas considerações finais, padre Paulo Gil, disse que o essencial é uma formação iniciática dos catequistas, que começa em casa. Fazer uma catequese fundamentada na Palavra, nos documentos, trazendo símbolos e sinais para mergulhar no mistério. Assim como caminhamos, no crescimento, o processo só vai acontecer se tivermos um encontro com Cristo.
Fonte: Coordenação Diocesana ABC Diocese de Jundiaí
Roberta Bossi e Ana Paula Oliveira
Rede de blogs-CNBB/Sul I

domingo, 20 de julho de 2014

Encerramento da Assembleia da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética – CNBB/Sul1





Nos dias 18 a 20 de julho aconteceu a Assembleia da Comissão para a animação Bíblico-Catequética da CNBB/Sul 1, ocorrida no Espaço Anhanguera Eventos (antiga Casa de Encontros Santa fé), cidade de são Paulo, SP, tendo como tema: Catequista e Comunidade protagonista para a Nova Evangelização”, preparado pela Comissão Regional da Animação Bíblico-Catequética.

A Assembleia tem como objetivo conduzir o catequista a compreender o seu papel e da comunidade frente a missão de evangelizar. O tema foi desenvolvido pelo Pe. Roger Mateus, reitor do seminário de filosofia da Diocese de Taubaté, dividido em dois momentos:

1º.  Momento: Chamados a crescer como evangelizadores
2º. Momento: Catequista e Comunidade protagonistas para a Nova Evangelização
Além de momentos formativos e de oração, houve a partilha por sub-regionais trançando objetivos e metas para a nova evangelização.

O encontro contou com a participação de 127 catequistas vindos dos diversos recantos de nosso estado, sendo que estiverem presentes 38 dioceses de nosso Regional, das 47 pertencentes a Regional Sul 1.

O encontro foi dirigido pela Equipe de Coordenação de Catequese na pessoa do seu assessor regional: Pe. Paulo C. Gil, da Arquidiocese de São Paulo e pelo bispo referencial desta Comissão: D. Vilson Dias de Oliveira, Bispo da diocese de Limeira, SP.

No domingo os Sub-Regionais avaliaram a caminhada e lançaram pistas para os próximos passos a serem dados até a próxima assembleia no ano de 2016.

Após a eucaristia, houve uma celebração de envio onde Dom Vilson, bispo referencial, abençoou todos os catequistas e os enviou em missão. 

 Missa de envio 




Secretaria do Encontro de Catequese

De acordo: Dom Vilson Dias de Oliveira, DC

ASSEMBLEIA DA ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA REGIONAL SUL I



A Assembleia tem como objetivo conduzir o catequista a compreender o seu papel e da comunidade frente a missão de evangelizar. O tema foi desenvolvido pelo Pe. Roger Mateus, reitor do seminário de filosofia da Diocese de Taubaté, dividido em dois momentos:
 
Tema - Catequista e Comunidade Protagonistas para a Nova Evangelização

Parte da manhã: Chamados a Crescer como Evangelizadores (EG 121)
Parte da tarde: Evangelizadores com Espírito (EG  )

Bibliografia de apoio para esta reflexão:
Evangelii Gaudium, A Alegria do Evangelho;
Diretório da Catequese Doc 100
Manual de Catequética do CELAN

Rever "o que sou", mas não "o que faço".

Objetivo da assembleia:

Compreender o papel do catequista e da comunidade frente à missão de evangelizar.

Primeira parte
Não posso me contentar "com o evangelizador que sou", mas sim "no que devo ser".
Isto é: sempre a caminho, formando-se, complementando-se.

A ação Evangelizadora a ser desempenhada é composta de quatro elementos:
- o Evangelizador (pai, mãe, avó, amigo, padre, doença, comunidade, catequista, namorada, morte);
- o Evangelizado;
- o Conteúdo, seus estágios e suas roupagens;
- Espirito Santo (elemento "complicante", já que não está na nossa ação, mas na dele, que sopra onde e como quer!)

O Evangelizado e o Conteúdo, suas roupagens e estágios.
- Sem luz não enxergo, com muita luz, também não. É preciso acostumar-se à luz abundante do Espírito.

O "perseverante" vai se habituando à luz do Senhor! Ai então irá enxergar Deus agindo na sua, nossa vida.

Primeira constatação:
Quem é o EVANGELIZADO (Catequizando) que me procura. Quem vem a nós?

Primeira mudança paradigmática necessária: "parar de ficar esperando", "venham a nós". Ir para as periferias, em todos os sentidos.

Vejam só: "Inscrição no começo de ano", "catequese com datas definidas", etc, precisam ser repensadas e mudadas. A catequese deve ser/estar presente no cotidiano, não só em momentos escalonados.

Quem vem a nós? A eles dar tudo de bom que há: Jesus.

Acolhida
Tratamentos iguais
A missão de Evangelizar exigirá do catequista e da comunidade posturas diferentes frente a cada uma dessas categorias de "catecúmenos" se quisermos crescer como Evangelizadores.

Identificar a necessidade de cada catequisando.

Primeiro grupo - favorece meios para um profundo encontro com Jesus Cristo, oração, retiro, conversa com Jesus a dois, experimentar JC caminhando conosco na nossa vida, mais pessoal, mais íntima.

Alicerce para a construção da casa (a catequese).
A semente não produz. Pode produzir um dia (Espirito Santo)

Evangelização tem dois sentidos:
- Anúncio explícito de Jesus Cristo como Senhor - Kerigma
- Tudo o que a Igreja realiza para suscitar e alimentar a fé dos fiéis e para transformar o mundo à luz dos valores do reino de Deus (DNC 32)

Estágios da Evangelização:
- primeiro momento: querigma
- segundo momento: catequese - dando-lhe continuidade, com a finalidade de aprofundar e amadurecer a fé, e educando o convertido para que se incorpore à comunidade cristã (continuidade do querigma, não posso construir paredes sem alicerce)
- terceiro momento: ação pastoral - para os fiéis já iniciados na fé, no seio da comunidade cristã, através da formação continuada (DNC 33);
- quarto momento: formação teológica (catequese é atualização e comunicação da Palavra; teologia é seu estudo e reflexão - elas exigem-se e contemplam-se. Manual Catequética Celam p. 105
Manhã - após o intervalo

Crescer como evangelizadores é crescer em "sensibilidade"
Roupagens diferentes para pessoas diferentes, cada realidade.
Exigira sensibilidade do evangelizador para sentir o que o outro precisa.
Partir do que ele gostaria.
Oferecer não o que ele quer, mas o que ele precisa do mesmo jeito que Deus age conosco.

"A Paróquia pode oferecer a possibilidade de formar pequenas comunidades que se reúnam em diversos pontos, em horários e dias diferentes, de maneira que os paroquianos possam ter opções. O importante é criar comunidades com pessoas que se integrem para melhor viver a fé cristã". Doc 100, n. 253

Igreja - casa de porta aberta, sempre, acesso a Jesus Cristo.

EG 46: A Igreja "em saída" é uma Igreja com as portas abertas. Sair em direção aos outros para chegar às periferias humanas não significa correr pelo mundo sem direção nem sentido. Muitas vezes é melhor diminuir o ritmo, pôr de parte a ansiedade para olhar nos olhos e escutar, ou renunciar às urgências para acompanhar quem ficou caído à beira do caminho. às vezes, é como o pai do filho pródigo, que continua com as portas abertas para, quando este voltar, poder entrar sem dificuldade".

Unidade na pluralidade:
- Reconhecer as Identidades
- promover a Pluralidade
- reafirmar a Unidade
- para construir a Comunidade

Teologicamente a palavra "comunidade" significa a união íntima ou comunhão das pessoas entre si e delas com Deus Trindade. Essa comunhão se realiza fundamentalmente pelo Batismo e pela Eucaristia: partilha, comungar na mesma mesa, professar a mesma fé dos apóstolos, testemunhar a caridade que revela o amor de Deus (Doc 100, n.170), respeitando a "roupagem" de cada um.

Noite Cultural:



Fonte: http://abcdiocesepresidenteprudente.blogspot.com.br/
Fotos:Imaculada Cintra

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Animação Biblico-Catequética – Regional Sul I – CNBB- Escola de Atualização quarto dia e encerramento



ENCERRAMENTO DA ESCOLA DE ATUALIZAÇÃO - CNBB – SUL 1 *   
COMISSÃO PARA A ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA



O Regional Sul 1 da CNBB por meio da Comissão para a Animação Bíblico-catequética, realizou nesta terça,15, no Auditório do Espaço Anhanguera, em São Paulo, a aula inaugural da escola “Atualização Catequética e Animação Bíblico-catequética”.
De acordo com o Bispo de Limeira e presidente da Comissão Regional para Animação Bíblico-Catequética dom Vilson Dias de Oliveira “o processo da escola de atualização, perpassa os seguintes eixos, entre eles, “O Caminho da Interpretação da Palavra”, com a Ms Ir. Maria Aparecida Barboza; “Ética e Moral Cristã”, assessorado pelo Luiz Alberto Assato; “Planejamento Catequético” com o padre Paulo Gil; “Eucaristia, Fonte de Vida e Missão”, ministrado pelo professor e doutor em teologia Pe. Paulo Sergio Lopes Gonçalves, além das oficinas: “Catequese com estilo Catecumenal”, sob a orientação da equipe de coordenação regional e “escolas diocesanas e paroquiais” com o padre Marcelo Machado””, declarou.
Ainda de acordo com o bispo, “a escola tem a duração de quatro dias, terminando nesta sexta-feira, dia 18/07. Logo em seguida, nós teremos a Assembleia Regional de Animação Bíblico-catequética, que acontecerá também nas dependências do Espaço Anhanguera e segue até domingo (dia 20/07), que tem como tema: “Catequista e Comunidade protagonista para a Nova Evangelização””, concluiu.
Objetivo da escola: A Escola de Catequese do Regional Sul 1 é um espaço formativo-celebrativo que pretende desenvolver nos catequistas as habilidades e competências necessárias para o bom exercício do seu ministério catequético, seguindo os eixos formativos correspondentes à Pastoral Bíblico-Catequética: ser, saber e saber fazer.
Destinatários: catequistas e agentes de pastoral envolvidos a ação evangelizadora
Metodologia: aulas expositivas, vídeos, leituras e atividades em grupo, pesquisa e estágio pastoral nas dioceses. Os encontros seguem a didática mistagógica, alicerçados no método: ver – julgar – agir – rever – celebrar, tendo sempre como pano de fundo a Sagrada Escritura.
Mística: inspirados no evangelho de Jesus Cristo, contribuir na formação dos catequistas, para que sejam verdadeiros discípulos-missionários, comprometidos com o Reino de Deus e a vida plena.
Avaliação: participação, estágio e trabalho final.
Responsáveis:
Paulo César Gil – E-mail: ppaulogil@hotmail.com
Maria Aparecida B. Ferrarezi: E-mail: cidinhaferrarezi@yahoo.com.br
Vanilda Aparecida Souza Silveira – E-mail: vanisil@terra.com.br
Margarete Caiasso- E-mail: magcaiasso@hotmail.com
Dom Vilson Dias de Oliveira, DC – E-mail: domvilson@uol.com.br
Confira abaixo os temas com os palestrantes (dias 15 a 18 de julho de 2014)
1. “O Caminho da Interpretação da Palavra” – Ms Ir. Maria Aparecida Barboza;
2. “Ética e Moral Cristã”, assessorado pelo Luiz Alberto Assato;
3. “Planejamento Catequético” com o padre Paulo Gil;
4. “Eucaristia, Fonte de Vida e Missão”, ministrado pelo professor padre Paulo Sergio Lopes Gonçalves;
5. Oficinas “Catequese com estilo Catecumenal”, sob a orientação da equipe de coordenação regional;
6. “Escolas diocesanas e paroquiais” com o padre Marcelo Machado.

De São Paulo, Renato Papis, MTb 61012/SP.

 

 

 

 

 

 

 

Quarto Dia da Escola de Atualização 

 



Hoje  no quarto dia, iniciamos nosso 4° encontro, com abertura do Pe. Paulo Gil e  Pe.Marcelo realizando a oração inicial.
A oração inicial foi uma espiritualidade realizada junto a natureza, abrindo com um belo salmo e reflexão do Evangelho.  Com uma dinâmica de uma folha e de dois em dois, como os discipulos de Emaus, fizemos um caminho até a capela, para oferecer a folha acolhida durante a nossa espiritualidade. 

















Pe. Marcelo Machado inicia os trabalhos do quarto  dia. 
 

Permanecer em Cristo 



  • Um coração inflamado pelo fogo de Jesus 
  • Estátuas de museu :rígido encarquilhado e estéril 
  • Um catequista acidentado e não doente 
  • Mover-se pela sístole e diástole


Já lembrava Aparecida (2007)
Em muitos partes a iniciação crista tem sido pobre ou fragmentada. Ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contacto com Jesus  Cristo convidando-os a segui-lo, ou não cumpriremos mossa missão evangelizadora; Impõe-se  a tarefa irrenunciável de oferecer modalidade da iniciação crista, que além de marcar. 
E a catequese Renovada (1983)
A formação de bons catequistas é o desafio numero um da Igreja Brasil de hoje.
Lembrou também Ad Gentes (1965)
E preciso portanto multiplicar a s escolas dioceses e regionais .
Mas o que acontece? 
Um mundo de transformação surpreendentes no campo da política, da cultura e da religião
Um tempo carregado de potencialidades positivas para o ser humano
Um tempo marcado por tensões, rupturas perdas de valores fundamentais trazendo sérios desafios para a familia e a educação
 Formação de catequistas
1950 mudança de épocas
1960 uma forte primavera formativa (formação bíblica, teológica e litúrgica)
1970 grande contribuição das ciências sociais (analise de resultados, conjuntura sociopolítica)
1980 emergência dos movimentos sociais e populares expressões de cultura e religiosas popular
1990 o fenômeno da urbanização e cultura midiática desloca o eixo para a mística e a subjetividade
2000 perda de encantamento no discipulado (praticas fragmentadas e participação ocasional)
Em tempos de pos-modernidade excluir a iniciação a vida crista
1- Pelo tempo
2- Pela intimidade
3- Pelo compromisso
Um processo pedagógico vivencial e catecumenal
Projeto orgânico e formação
Encontro com Jesus – conversão
Escolas Biblico-Catequéticas Paróquias
  • Catequistas de base
  • Escolas de IVC
  • Ministérios da catequese
Dimensão Existencial – Escolas Paróquias ou Regionais
Os 4 pilares que vamos apresentar na catequese:

Profissão de Fe
Sacramentos
Mandamentos
Oração
Terminando com os quatro qualidades fundamentais da escola:
  • Dialogo
  • Reflexão
  • Participação
  • Clima de fé  
 Fonte: AB-C Diocese de Santos





 No periodo da Tarde Oficinas: 

Oficinas - 

Oficinas - catequese com estilo catecumenal - Orientação: equipe de coordenação regional
A proposta foi de oito grupos, de nove pessoas, para passar em quatro cenários montados e observar cada um.
·        O primeiro cenário apresentava a catequese no contexto do pré Concílio de Trento ao Concílio Vaticano II.
·         O segundo cenário apresentava a Catequese Renovada, as conferências episcopais latino-americanas e a Primeira Semana Brasileira de Catequese
·         O terceiro cenário apresentava a Segunda Semana Brasileira de Catequese, a importância de se fazer uma catequese adulta com os adultos
·         O quarto cenário apresentava a Terceira Semana Brasileira de Catequese, o Documento de Aparecida.
            Depois de ter percorrido este caminho, à luz da entrevista com o irmão Nery, intitulada “Catequese de inspiração catecumenal”, os grupos responderam a seguinte questão: O que é essencial para uma catequese com estilo catecumenal?





            
 
 É necessária uma formação acerca do estilo catecumenal para os catequistas, os demais agentes de pastoral e também o clero. Que haja coragem para a mudança de paradigmas e um esforço de conversão de toda igreja. Uma integração entre liturgia e catequese.
            Querigma anunciado e vivenciado pelos catequistas, para que possam anunciar e testemunhar aos seus catequizandos e suas famílias. Voltar-se de fato para uma catequese com adultos, sem abrir mão da catequese infanto-juvenil, que proporcione um encontro pessoal com Jesus Cristo.
             Nas suas considerações finais, padre Paulo Gil, disse que o essencial é uma formação iniciática dos catequistas, que começa em casa. Fazer uma catequese fundamentada na Palavra, nos documentos, trazendo símbolos e sinais para mergulhar no mistério. Assim como caminhamos, no crescimento, o processo só vai acontecer se tivermos um encontro com Cristo.
           


fonte: http://www.abcdiocesejundiai.blogspot.com.br