terça-feira, 21 de maio de 2013

Seu nome é Jesus


A poesia a seguir, de Pedro Casaldáliga, foi publicada originalmente em Itaici – Revista de Espiritualidade Inaciana n. 17 (Especial), setembro de 1994, ano 5, e republicada no sítio Religión Digital, 19-05-2013.

 
À Juventude envolvida nos desafios da

Jornada Mundial da Juventude

Seu Nome é Jesus

Deus veio até a casa, desdizendo-se de sua glória.
Pediu licença
ao ventre de uma menina sacudido por um decreto de César,
e se tornou um de nós:
um palestino entre tantos, em sua rua sem número,
semiartesão de toscas tarefas,
que vê passar os romanos e as andorinhas,
que morre depois, de morte ruim, matada,
fora da Cidade.

Já sei
que faz muito que os sabeis,
que vo-lo dizem,
que o sabeis friamente
porque vo-lo disseram com palavras frias...

Eu quero que o saibais
de repente,hoje, quiçá,
pela primeira vez,absortos, desconcertados, livres de todo mito,
livres de tantas mesquinhas liberdades.

Quero que vo-lo diga o Espírito,
qual machadada em tronco vivo!
Quero que O sintais como um esto de sangue no coração da rotina,
em meio a esta carreira de rodas entrechocadas.

Quero que tropeceis com Ele como se tropeça com a porta da Casa,
retornados da guerra, sob o olhar e o beijo impaciente do Pai.

Quero que O griteis
como um alarido de vitória pela guerra perdida,
ou como o parto sangrante da esperança
no leito de vosso tédio, noite adentro, apagada toda ciência.

Quero que O encontreis, em um total abraço,
Companheiro, Amor, Resposta.

Podereis duvidar de que haja vindo para casa,
se esperais que vos mostre a patente dos prodígios,
se quereis que vos sancione a desídia da vida.
Mas não podeis negar que seu nome é Jesus, com patente de pobre.
E não podeis negar-me que O estais esperando
com a louca carência de vossa vida rejeitada
como se espera o sopro para sair da asfixia
quando a morte já se enroscava ao pescoço,
como uma serpente de perguntas.

Seu nome é Jesus.
Seu nome é como seria nosso nome
se fossemos, de verdade, nós mesmos.

domingo, 19 de maio de 2013

Encontro de Formação de Catequistas – 2013



O evangelizador, sua realidade e suas ações
 

A comissão AB-C Diocesana de Santos, realizou mais um encontro de formação para catequistas, com o tema: O evangelizador, sua realidade e suas ações.



O encontro aconteceu neste sábado 18 de maio, no Colégio Stella Maris localizado  na cidade de Santos - SP, com inicio às 14hs.   Uma das coordenadoras da região de Santos,  Elvira fez a abertura do encontro. 



Katia da comissão AB-C, 
conduziu a Espiritualidade.


                         Uma catequista fez a proclamação do 
Texto Bíblico Mc 10,13-16.  



                                                    


As catequistas/os 
respoderam ao chamado, participando no encontro de formação.



Padre Luís Gonzaga
Pastoral do Menor







                                                                                                                                       
                                Contamos com participação de catequistas representando suas paróquias. A Pastoral do Menor, também presente com os coordenadores Edmir, Sandra e Cristiane, que ressaltaram vários tópicos, de orientação para os catequistas, em como se posicionar contanto com a ajuda da Pastoral do Menor e do Estatuto da Criança e do Adolescente, "ECA".

Santos, 19 de maio de 2013 
Comissão para a Animação Bíblico-Catequética
 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

O QUE É LUCERNÁRIO?





 

Nos primeiros tempos da Igreja, os cristãos santificavam o fim do dia com uma prece comunitária. Nos mosteiros, cantavam-se as “Véspera” ou “Completas”. Nos meios paroquiais, porém, era costume fazer o “Ofício do Lucernário” e as antigas “Vigílias”, muito freqüentes, ainda, nas Igrejas Orientais.
 
O nome «Lucernário» faz alusão evidente às luzes que se acendiam ao findar o dia. Este rito tem a luz como centro. Os fiéis se reuniam nas igrejas para juntos fazerem a oração da noite do povo de Deus, agradecer os benefícios recebidos durante o dia e suplicar a proteção de Deus durante a noite que se iniciava.
O simbolismo da luz representa um papel importante no conteúdo das horas de Laudes e Véspera: a luz do novo dia é cantada como símbolo de Cristo ressuscitado; e as luzes que se acendem ao cair da noite recordam a luz plena e sem ocaso que é o próprio Cristo.
De fato, o início da Vigília Pascal é um vestígio do antigo Lucernário. Não se pode esquecer do papel que representa, na piedade popular, o fato de acender velas: constitui um símbolo da vida cristã que deve consumir-se dando luz e calor; e deve estar sempre pronto, como as Virgens Prudentes, com suas lâmpadas acesas.
 
 
Pe. Claudenil Moraes

                                                                                         foto retirada do site

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sétimo Encontro de Padres Assessores Diocesanos Para a Animação Bíblico – catequética – Regional Sul 1 – CNBB


O encontro aconteceu na Cidade de Campos do Jordão, estado São Paulo,  na casa Salesiana, na Vila Dom Bosco, nos dias 14 à 16 de maio.

Este foi o sétimo encontro anual, onde estiveram presentes padres assessores Para a Animação Bíblico-catequética, representantes de quinze Dioceses do Regional Sul 1- CNBB, e  a respectiva comissão da CNBB.  Esteve presente o nosso padre Luís Gonzaga Bolinelli, DC,  assessor de nossa Diocese de Santos.


 

No primeiro dia 14 de maio:
Na abertura dos trabalhos, contamos com o palestrante Dr. Pe. Boris Agustin Nef Ulloa,  que nos relatou o Evangelho segundo Lucas:
 
O caminho do discipulado.

 O Evangelho segundo Lucas é um evangelho bastante particular, pelo fato de ser parte de uma obra maior: a obra lucana (Lc-At).  Ainda que o terceiro evangelho seja um dos três sinóticos, o que, sem dúvida, o aproxima dos relatos segundo Marcos e Mateus, deve-se sublinhar a sua particularidade literária, exegética e teológica. Os quais emergem em sua grande maioria da compreensão do autor de dividir a sua obra em duas ases distintas, porém, intimamente ligadas e inter-relacionadas.
Diversos aspectos da obra salvífica de Jesus de Nazaré, o Messias Morto e Ressuscitado,  são inteligentemente distribuídos ao longo dessas duas fases histórico-teológico-literárias. Por exemplo, O derramamento do Espírito sobre os discípulos; a inserção dos Samaritanos na herança de Judá (do messias judeu); a dimensão universal da salvação (o anúncio aos gentios), etc.
 
No termino de nosso primeiro dia, todos participamos da  Santa Missa.
E após o jantar um pouco de descontração do grupo.
 
 
No segundo dia 15 de maio:
 
Iniciamos nossos trabalhos com a Santa Missa, e após o café matinal, nos dirigimos para o auditório.
 
Contamos com o palestrante Pe. Luiz Alves de Lima SDP, que comentou sobre o tema Proposições do Sínodo, Intuições para a Catequese.

O que é um Sínodo?

      É o acontecimento mais significativo da Igreja, após o Concílio Ecumênico.

       É de natureza pastoral, mas um acontecimento espiritual.

       Participar de um Sínodo é uma experiência única, irrepetível, impactante.

       Ampla e profunda convivência com pessoas de toda a Igreja.

Qual o tema do Sínodo?

O tema do Sínodo:  Nova Evangelização para a transmissão da Fé.

 O problema da evangelização é vasto e engloba toda a atividade da Igreja, pois tudo o que ela faz é, ou deveria ser, para anunciar o Evangelho.

         Sentiu-se durante o Sínodo, principalmente em sua 1ª. parte, certa dispersão nos assuntos tratados. Mas, aos poucos foi se chegando a uma síntese consignada na Mensagem e nas 58 Proposições .

Significado de NOVA EVANGELIZAÇÃO:

  1. Refere-se sobretudo às pessoas e povos já evangelizados e hoje afastados, descrentes, secularizados.

Esse núcleo da NE aponta para outras 2 direções:

  1. A vida interna da Igreja (conversão, reforçar a fé [fides qua e fides quae], revitalizar os cristãos, suscitar o testemunho alegre...)
  2.  E e para a missio ad gentes (povos “pagãos”).

 Dois são os grandes documentos do Sínodo:

  1. A Mensagem ao Povo de Deus
  2. As 58 Proposições

A MENSAGEM AO POVO DE DEUS:

  •   Resume imediatamente as grandes intuições do Sínodo, com linguagem direta, incisiva,  simbólica, propositiva, encorajadora,  exortativa.

As Proposições por sua natureza são mais variadas, linguagem mais técnica, assertiva. Objetiva.

Destaco aqui também  por excelência;

O encontro pessoal com Jesus Cristo na Igreja

Antes de falar a respeito das formas que essa NE deve assumir na Igreja, sentimos necessidade de exprimir a convicção profunda de que tudo, na fé, se decide na relação que se cria com a pessoa de Cristo, que vem ao nosso encontro. A NE consiste em propor de novo e sem cessar, ao coração e à mente, quase sempre distraídos e confusos, dos homens e mulheres de nosso tempo, a começar por nós mesmos, a beleza e a novidade perene do encontro de Cristo conosco. Convidamo-los todos a contemplar a face do Senhor Jesus Cristo, a mergulhar no mistério de sua existência, dada inteiramente por nós, até a cruz, reconfirmada como dom do Pai na sua ressurreição e que nos foi comunicada pelo Espírito. Na pessoa de Jesus se revela o mistério do amor de Deus Pai por toda a família humana, que Ele não quis deixar à deriva na sua impossível autonomia, mas a acolheu num renovado pacto de amor.

A Igreja é o espaço que Cristo oferece na história onde Ele pode ser encontrado, pois lhe confiou sua Palavra, o batismo, que nos torna filhos de Deus, seu Corpo e seu Sangue, a graça do perdão do pecado, em particular no sacramento da Reconciliação, a experiência de uma comunhão que é reflexo do mistério da Santíssima Trindade e finalmente a força do Espírito, que gera o amor para com todos.

Compete-nos hoje tornar acessível a experiência de Igreja, multiplicar os poços para os quais os homens e mulheres possam ser convidados para encontrar Jesus, oferecer-lhes oásis no deserto da vida. Esta a responsabilidade das comunidades cristãs e de cada discípulo do Senhor, a quem é confiado um testemunho pessoal insubstituível, para que o Evangelho possa alcançar a vida de todos, o que exige de todos, uma vida santa.

O que dizer sobre o Ano da Fé?

No caminho aberto pela Nova Evangelização poderemos nos sentir às vezes como no deserto, em meio dos perigos, e privados de referências. O Santo Padre Bento XVI, na homilia da Missa de abertura do Ano da fé, falou de uma «“desertificação espiritual» que avançou nestes últimos decênios, porém ele mesmo nos deu coragem, afirmando que “a partir desta experiência de deserto, deste vazio, podemos novamente descobrir a alegria de crer, a sua importância vital para nós, homens e mulheres. No deserto se descobre o valor daquilo que é essencial para viver” .

No deserto, como a mulher samaritana, vai-se em busca de água e de um poço para obtê-la: feliz é quem nele encontra Cristo! Agradecemos ao Santo Padre pelo dom do Ano da fé, preciosa entrada no itinerário da Nova Evangelização. O aniversário do Vaticano II e o Ano da Fé permitem reafirmar a nossa plena adesão aos ensinamentos do Concílio e o nosso esforço convicto de continuar a sua aplicação.

Significado e Origem das PROPOSIÇÕES

1)   São o fruto mais importante do Sínodo.

2)   Como surgiram ? Durante uma semana os padres sinodais discutem o Instrumento de Trabalho.

3)   Livremente fazem pronunciamentos sobre qualquer tema desse Instrumento.

4)   O Relator Principal faz uma síntese dos mais de 400 discursos apontando os temas principais discutidos.

5)   Os 12 grupos linguísticos durante 6 sessões constroem “Proposições”.

6)   Inicialmente eram 326... sintetizadas em 58 apresentadas em Assembleia : é nesse momento que muita coisa se perde...

7)   Elas retornam aos 12 grupos para “aperfeiçoamento” e, traduzidas em latim, são votadas. Todas foram aprovadas maciçamente.

 

O SÍNODO E A CATEQUESE

          

O Sínodo dedica duas proposições à catequese.
 A primeira, tendo em consideração um conceito multisecular de catequese

v   concebida quase que exclusivamente em seu caráter infantil,

v   endereçada à preparação para receber os sacramentos,

o Sínodo releva a importância da catequese com adultos, apontando imediatamente para o catecumenato.

Assim, pois, afirma a Proposição 28 (intitulada: a Catequese de Adultos):

"Não se pode falar de NE se a catequese de adultos for inexistente, fragmentada, fraca ou descuidada. Quando tais defeitos se fazem presentes, a atividade pastoral se torna um sério desafio.

Os tempos, etapas e graus do catecumenato da Igreja mostram como, através da dimensão bíblica, catequética, espiritual e litúrgica, a vida de uma pessoa e sua caminhada de fé podem ser entendidas como uma vocação através da relação com Deus.

Nisso, o caráter público da decisão pela fé que o catecúmeno faz, crescendo passo a passo na comunidade e na diocese, tem um impacto positivo em todos os fiéis” (Proposição 28)

A 2ª. Proposição a falar da Catequese (no. 29, intitulada "A Catequese, os Catequistas e o Catecismo"), reafirma a importância da catequese na NE, e se detem na pessoa do catequista e do Catecismo da Igreja Católica. Eis o texto:

"A catequese renovada é fundamental para a NE. O Sínodo chama a atenção sobre o serviço indispensável que os catequistas prestam às comunidades eclesiais e expressa sua profunda gratidão por sua dedicação. Todos os catequistas, que, por sua vez, são evangelizadores, têm que estar bem preparados

A INICIAÇÃO CRISTÃ NO SÍNODO

         A Proposição 38 se intitula:    A Iniciação Cristã e a NE.

"O Sínodo declara que a iniciação cristã é um elemento crucial na NE e é o meio pelo qual a Igreja, como mãe, dá à luz seus filhos e se regenera.

         Portanto, propomos que o tradicional processo de iniciação cristã, que tem se tornado frequentemente em simples preparação próxima aos Sacramentos,

v   seja considerada em todos os lugares com uma inspiração catecumenal,

v   dando maior relevância à permanente mistagogia e,

v   deste modo, tornando-se verdadeira iniciação à vida cristã através dos Sacramentos (cf. DGC 91)

v  Nesta perspectiva, a situação atual no que diz respeito aos três Sacramentos da iniciação cristã, não deixa de ter consequências: apesar da sua unidade teológica, são pastoralmente diversos.

v  Nas comunidades eclesiais essas diferenças não são de caráter doutrinal, mas de critério pastoral. Contudo, o Sínodo pede que se torne um estímulo para as Dioceses e Conferências Episcopais aquilo que o Santo Padre afirmou na Sacramentum Caritatis 18, para que sejam revistas as próprias práticas sobre a iniciação cristã:

v  “Em concreto, é necessário verificar qual seja a prática que melhor pode, efetivamente, ajudar os fiéis a colocarem no centro o Sacramento da Eucaristia, como realidade para qual tende toda a iniciação” (Sacramentum Caritatis 18)”. (Proposição 38)

v  Ou seja: há uma tímida sugestão que se mude a ordem desses 3 sacramentos: Batismo, Crisma, Eucaristia...

v  Papel das Paróquias na Nova Evangelização

v           “Com o fim de levar a todos a Boa Notícia de Jesus, tal como exige a NE, as paróquias e pequenas comunidades devem ser células vivas, lugares para promover o encontro pessoal e comunitário com Cristo, experimentar a riqueza da liturgia e proporcionar formação cristã inicial e permanente, e para educar todos os fieis na fraternidade e caridade especialmente para com os pobres”.

v           Portanto: catequese lugar de formação permanente”.

PROPOSIÇÃO 57: A TRANSMISSÃO DA FÉ CRISTÃ

*       Por isso, a Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã convoca todos os crentes

*       para renovar sua fé e seu encontro pessoal com Jesus na Igreja,

*       para aprofundar a compreensão da verdade da fé e da alegria de partilhá-la com os irmãos”.

Tanto o texto da Mensagem do Sínodo como das Proposições insistem:

  •   no otimismo e esperança que deve tomar conta dos discípulos de Jesus
  •   e não o desânimo ou derrotismo diante das grandes dificuldades de evangelizar o mundo de hoje.
  •   Devem ser transformadas em novas oportunidades de anúncio do Evangelho.

  É interessante, por exemplo, o texto da Mensagem a respeito da visão que a Igreja tem dos jovens:

"Estamos preocupados, sim, com os jovens, mas não pessimistas; preocupados porque justamente sobre eles recaem as invectivas mais agressivas de nosso tempo, mas não pessimistas, antes de tudo porque brotam em nossos jovens as aspirações mais profundas de autenticidade, verdade, liberdade, generosidade das quais estamos convencidos de que só Cristo pode ser a resposta capaz de saciá-los" (Mensagem, no. 9)

Bento XVI falou da "desertificação espiritual" que vivemos hoje.

Ø    No deserto, as estrelas brilham mais na noite escura; assim também deve brilhar mais o Evangelho no deserto espiritual do mundo de hoje, para que todos sejam por ele iluminados.

Ø    Nesse sentido, é invocada a proteção de Maria, estrela da Evangelização, modelo supremo de discípulo de Jesus.

 “Obrigado pelo vosso amor e o vosso apoio! Possais viver sempre na alegria que se experimenta quando se põe Cristo no centro da vida”.  Bento XVI
Após o jantar um pouco de descontração do grupo.

 

 
 
No terceiro dia 16 de maio:
 
 Iniciamos nossos trabalhos com a oração da manhã, invocando o Espírito Santo e leitura  da palavra Mateus 28, 16-20.
 
 
 
Após o café da manhã, iniciamos os trabalhos do dia, estudo e partilha com o grupo, orientado pelo palestrante Pe. Paulo Gil – CNBB – Escolas Bíblico-Catequéticas.

Itinerário Catequético – Iniciação a vida Cristã um processo de inspiração catecumenal

Ver – a realidade da IVC de inspiração catecumenal.

Iluminar esta realidade a luz da palavra de Deus, da história e da teologia da iniciação a vida Cristã.

Orientar- para uma ação pedagógica-pastoral da catequese de iniciação da à vida crista conforme as idades.  
As 12hs, terminamos o Encontro de Padres Assessores Diocesanos Para a Animação Bíblico – Catequética – Regional Sul 1 – CNBB com oração final e almoço de confraternização.

Avisos
 
Estão programados para este ano a Assembleia Regional da Animação Bíblico-catequética da SUL 1, a ser realizada em Aparecida-SP nos dias 27 a 29 de setembro, a Jornada de Catequistas no Ano da Fé, com celebração Eucarística as 10h no Santuário Nacional se Aparecida, no dia 29 de setembro e o VIII Sulão Bíblico-catequético, nos dias 25-27 de outubro em São Leopoldo, RS.

O e próximo encontro de padres assessores ficou marcado para 06 a 08 de maio de 2014 em Araras.

A coordenação do encontro foi do Pe. Paulo Gil - Coordenador da Animação-Bíblico Catequética Regional Sul 1.
 
 
Campos do Jordão 16 de maio de 2013.
Comissão Para a Animação Bíblico – Catequética 
Diocese de Santos