quinta-feira, 19 de junho de 2014

Solenidade de “Corpus Christi”.

 
Neste dia 19 de Junho, celebraremos a solenidade de “Corpus Christi”. A expressão latina “Corpus Christi” tão utilizada nesta ocasião significa Corpo de Cristo. É uma festa que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia. É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que, por sua vez, acontece no domingo seguinte de Pentecostes. É uma festa de preceito, isto é, devemos participar da celebração da Missa neste dia.
Em nossa Diocese o tema que nos norteou nesses dias foi “Eucaristia e Caridade”, com o lema “Dá-lhe vós mesmos de comer” (Mt 14, 16b). Além de atualizar o “ano da caridade” nos impulsiona para anunciarmos o Senhor Jesus em trabalhos missionários e, ao mesmo tempo, estarmos comprometidos com um mundo mais justo e fraterno. A assistência e promoção social unida às justas reinvindicações são compromissos fraternos de todo cristão neste mundo tão injusto e desigual. Durante a procissão recolhemos alimentos não perecíveis como sinais de que, alimentados pelo Pão do Céu, partilhamos também o pão de cada dia para os irmãos e irmãs.
A procissão pelas vias públicas atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico (Cân. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, “para testemunhar publicamente a veneração para com Santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo de Sangue de Cristo”.
É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo (Cân. 395 SS3). Em muitas cidades portuguesas e brasileiras é costume ornamentar as ruas por onde passa a procissão com tapetes de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa. Esta festividade de longa data se constitui uma tradição no Brasil, principalmente nas cidades históricas, que se revestem de práticas antigas e tradicionais e que são embelezadas com decorações de acordo com costumes locais.
A origem da solenidade do Corpo e sangue de Cristo remonta ao século Xlll. Esta solenidade litúrgica foi Instituída pelo Papa Urbano IV(1262-1264), através da bula “transiturus”, de 11 de Agosto de 1264, para ser celebrada na Quinta-feira após a festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes. Urbano IV, antes de ser escolhido Papa, foi Cônego de Liége (Bélgica) e se chamava Tiago Pantaleão de Troyes, o mesmo que recebeu o segredo das visões da Freira Juliana de Liége, que pedia uma festa da eucaristia no calendário litúrgico. Esta solenidade entra no calendário litúrgico da Igreja para evidenciar e enfatizar a presença real do Senhor Jesus no pão e no cálice consagrados. Conta à história que um sacerdote chamado Pedro de Praga, muito piedoso e zeloso pastoralmente, vivia angustiado por dúvidas sobre a presença real de Cristo no pão consagrado.
Decidiu então ir em peregrinação ao túmulo dos Apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o dom da fé. Ao passar por Bolsena (Italia), enquanto celebrava a Santa missa, foi novamente acometido pela dúvida. Na hora da consagração veio-lhe a resposta em forma de milagre: A sagrada hóstia branca transformou-se em carne viva, respingando sangue, manchando o corporal (pano branco no qual é colocado as sagradas espécies consagradas), o sanguíneo (paninho de limpar o cálice) e a toalha do altar. Por solicitação do Papa Urbano IV, os objetos milagrosos foram para Orvieto em solene procissão. Esta foi a primeira procissão. Em 11 de Agosto de 1264, o Papa lançou de Orvieto para o mundo Católico o preceito de uma festa solene em honra do corpo e sangue do Senhor.
A festa de “Corpus Christi”, é um convite para uma meditação sobre o valor e a importância da Eucaristia em nossa vida. A Eucaristia é um dos sete Sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse: “Este é o meu Corpo... Este é o cálice do meu Sangue... fazei isto em memória de mim” (Mt 26,26). Quem pediu que nós ao longo dos tempos e da história celebrássemos s Eucaristia foi o próprio Cristo. A Igreja católica cumpre este mandato até hoje, para perpetuar a presença salvadora de Jesus na história. O texto bíblico mais evidente e claro sobre a doutrina da Eucaristia é o capítulo 6 de São João. Todo ele é um discurso eucarístico de Jesus que disse “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6,56). A Eucaristia é a realização da promessa de Jesus que disse: “Eis que estarei convosco até a consumação dos séculos”(Mt 28).
Santo Tomás de Aquino afirmou “Nenhum outro sacramento é mais salutar do que a eucaristia. Pois, nele os pecados são destruídos, crescem as virtudes e a alma é plenamente saciada de todos os dons espirituais. A Eucaristia é o memorial perene da paixão de Cristo, o cumprimento perfeito das figuras da antiga aliança e o maior de todos os milagres que Cristo realizou” que a Eucaristia constitui o maior milagre realizado por Jesus neste mundo. A celebração de Corpus Christi consta de uma Missa, procissão e adoração ao santíssimo Sacramento. O destaque maior neste dia é a procissão com o Santíssimo, a qual recorda a caminhada do povo de Deus, como um povo peregrino neste mundo. No antigo testamento o povo foi alimentado pelo Maná, no deserto. Hoje, é alimentado com o próprio corpo e sangue de Cristo.
Jesus, Pão do céu e médico celeste que cura e liberta todos aqueles que o buscam. Só ele é capaz de preencher os nossos vazios existenciais e plenificar nossa vida. Façamos parte do seu discipulado! A vida cristã consiste em viver em Jesus Cristo, com Jesus Cristo e por Jesus Cristo neste mundo, ou seja, fazer da vida uma Eucaristia para os irmãos, como Fez o Senhor Jesus. Que o Senhor Jesus, visibilizado pelo dom celestial da Eucaristia, abençoe nossas famílias e todo o nosso povo brasileiro.
 

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)

Fonte: CNBB

domingo, 15 de junho de 2014

Manhã de Espiritualidade - O Cristão Leigo e a Alegria do Evangelho.


A Comissão Diocesana dos Leigos, tendo como coordenadora Maria Helena Lambert e toda sua equipe, realizou neste sábado 14 de junho de 2014, no Colégio Stella Maris, uma Manhã de Espiritualidade, com o objetivo de motivar a missão evangelizadora de cada batizado. O documento utilizado foi a Exortação Apostólica o Evangelii Gaudium, papa Francisco. EG

A Espiritualidade foi administrada pelo Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Assistente Eclesiástico da Comissão AB-C da Diocese de Santos. E a Animação Bíblica do tema foi baseada na Leitura Orante de Jo 3,16-18.

Contamos com a presença de muitos leigos de toda nossa Diocese e de membros da Comissão AB-C da Diocese de Santos.
 
Obrigado pela participação!
 
CODILEI e AB-C Diocese de Santos
 
Mais fotos : facebook   e  Blogger  
 






 
 
 
 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Manhã de Espiritualidade: “O Cristão Leigo e a Alegria do Evangelho”


A CODILEI (Comissão Diocesana para Leigos) da Diocese de Santos está promovendo uma Manhã de Espiritualidade para Leigos, com o Tema: “O Cristão Leigo e a Alegria do Evangelho”, cujo palestrante será o Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Assistente Eclesiástico da Comissão AB-C de nossa Diocese.

 
 
 
Local: Colégio Stella Maris

Endereço: Avenida Conselheiro Nébias,  n° 771- Boqueirão - Santos- SP

Data: Sábado, 14 de junho de 2014

Horário – 8h às 12:30min

 
 
Todos estão convidados!

domingo, 8 de junho de 2014

Artigo Pe.Luís Gonzaga - Junho de 2014



Jesus! Mas qual Jesus?


Conhecer, acolher, vivenciar e anunciar Jesus Cristo são características fundamentais dos que são verdadeiros discípulos missionários do Senhor.
Conhecer esse Deus que se fez pessoa humana é mais do que saber sua história. Não basta saber detalhes sobre seu nascimento, sua vida pública e sua morte e ressurreição. É necessário ler/estudar os textos sagrados, que falam sobre Ele, com espírito de fé; é preciso ir além das palavras escritas para descobrir a mística que ela sugere e assim conseguir acolher o Mistério que é apresentado a todos.
Se acolhermos somente a história de Jesus, no máximo conseguiremos vê-lo puramente como um herói! Mesmo que seja um grande herói, será sempre um homem bom que fez e ensinou coisas boas, mas que pertence ao passado e que tem pouco ou nada a ver conosco hoje. Mas, quando nos esforçamos em acolher os Mistérios da Encarnação, da Vida, dos Ensinamentos e da Paixão, Morte e Ressurreição de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, vamos percebendo o quanto Ele está vivo e presente na realidade de hoje com suas luzes e questionamentos, mostrando o caminho verdadeiro que nos leva à vida que faz sentido.
Portanto, quem lê/estuda o texto bíblico a partir dessa mística, que está por trás da palavra escrita, vai encontrar sempre propostas renovadoras para vivenciar Deus presente na atualidade de sua vida e vai afirmar junto com o Papa Francisco: “A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria.” (Evangelii Gaudium 1)
Num processo de evangelização e catequese é necessário superar a forte tentação de se ficar preso somente nos aspectos históricos e secundários sobre Jesus, pois normalmente não se conseguirá levar a pessoa a ver a relação desses fatos com sua própria vida. Outro desafio é o de abandonar propostas muito intimistas do encontro pessoal com Jesus para dar espaço ao verdadeiro encontro com Ele que, além de fazer renascer a alegria, incentiva para um novo e melhor relacionamento com os outros. Por isso mesmo, quanto mais conseguirmos mergulhar na Palavra de Deus a partir de uma leitura calma, que dê tempo para a necessária reflexão, que não tenha pressa em querer “tirar mensagens” (que normalmente só servem para os outros e são feitas de maneira  fundamentalistas), melhor será o encontro com o Jesus verdadeiro, Senhor e Salvador que continuamente nos convida a sermos seus discípulos missionários.

Aprofundamento a partir da Palavra de Deus: No Domingo em que se celebra a Festa dos Santos Pedro e Paulo a liturgia nos propõe o seguinte texto bíblico: Mt 16,13-19. Convido você a lê-lo com calma, prestar atenção e responder: Para mim, quem realmente é Jesus Cristo? Essa minha resposta é porque só conheço algumas coisas sobre Jesus ou porque me considero um verdadeiro discípulo missionário dele? Tenho vontade de levar esse Jesus para outras pessoas? Eu só falo de Jesus ou o transmito principalmente pelo meu testemunho de vida?

AGENDA
Ø  Encontros de Formação de Evangelizadores 2014:
  Serão 4 Encontros, com cerca de 2 horas cada um, que estão acontecendo em todas as Paróquias de nossa Diocese.
  Informe-se em sua Paróquia sobre o dia e local desses Encontros.
Ø  Dia de Espiritualidade para Leigos:
  Sábado, 14 de junho das 8h às 12:30h no Colégio Stella Maris, em Santos.
  Promovido pela CODILEI. Todos os Catequistas também estão convidados.
Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!

Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Assistente Eclesiástico da Comissão AB-C

sábado, 7 de junho de 2014

O que Francisco quis dizer aos carismáticos?



Durante o seu discurso aos membros da Renovação Carismática, o Papa foi preciso em suas recomendações, a tal ponto que seus comentários foram amplamente comentados no início desta semana. Devem ser lidos como críticas ou como incentivos?

A reportagem é de Bosco d’Otreppe e publicada no sítio francês La Vie, 04-06-2014. A tradução é de André Langer.


                                                                                                                  Fonte: http://bit.ly/1l8Dyjv


"Quem ama corrige." Esta é, sem dúvida, uma das máximas de Francisco.
No domingo, 01 de junho, o Papa foi recebido por 52.000 pessoas em festa no Estádio Olímpico de Roma, que trocou as cores do futebol italiano pelas da Renovação Carismática mundial, por ocasião do 37º congresso desse movimento.
Francisco, que expressou a alegria que ele tinha por encontrá-los, preparou minuciosa e cuidadosamente as suas palavras. Palavras "paternais", mas firmes, e que alimentaram as conversas dessa segunda-feira em Roma, ao término desses dias de convenção.

Uma escola de samba?
Francisco, que prestou uma homenagem "à diversidade de carismas" da Renovação Carismática, não hesitou em criticar as possíveis lutas internas, a organização, por vezes, "excessiva", ou ainda o fato de querer "controlar a graça de Deus" ("Sejamos dispensadores da graça de Deus e não seus controladores").
O Papa comprometeu-se com a Renovação em 2017 quando esta comemora o seu Jubileu de Ouro, na Praça de São Pedro. A Rádio Vaticano, entrevistando Guy de Kerimel, o bispo de Grenoble-Vienne e oriundo das fileiras da Renovação Carismática, quis saber se o tom que Francisco usou em suas palavras era de advertência ou de encorajamento.
"O Papa reenvia a Renovação à sua graça", explicou o bispo. Ele "ajuda os seus membros a tomar consciência da graça que lhes foi dada, não só para si, mas para toda a Igreja."
O bispo não vê nelas, portanto, nenhuma chamada à ordem, mas pontos de atenção, explica à Rádio Vaticano. "Ele lembrou que Jesus é o único chefe. Em um grupo, há ocasionalmente a tentação do poder, de pensar que nós detemos o discernimento ou ainda temos o melhor carisma".
Finalmente, fiel a si mesmo, o Papa aproveitou esta oportunidade para definir uma Igreja unida e "dócil ao Espírito Santo", o que ele já lembrava na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium. Surpreendendo a assembleia, Franciscoreconheceu que na época da sua criação ele não gostava muito da Renovação Carismática, comparando-a com "uma escola de samba", mas que hoje ele "percebe sua graça de fundo", precisa o bispo Guy de Kerimel. "É por isso que ele quer que ela seja preservada".

O cuidado pastoral de Francisco
Mais uma vez, o Papa mostra o quanto ele quer incentivar, a que ponto ele cuida dos seus, analisa Marie Malzac, jornalista da agência I.Media. "Seu discurso foi cuidadosamente preparado e preciso. Ele está ancorado nas características próprias do movimento, na sua história. Francisco não ignora as dificuldades, mas quer converter cada um ao essencial dos seus carismas”.
Palavras similares àquelas que encontramos quando o Papa se dirige aos padres, advertindo-os contra o clericalismo, aos cardeais criticando neles o mundanismo, ou, ultimamente, ainda quando se dirigiu aos membros do Caminho Neocatecumenal. "Essas críticas, feitas dessa forma, ressoam como um incentivo e são um sinal do seu cuidado pastoral, assim como do seu amor pelos seus”.
Por outro lado, sua visão da Renovação Carismática está na linha daquela dos seus antecessores, "atentos e encorajadores, situando a Renovação na Igreja católica, para a Igreja e para o mundo", concluiu dom Guy de Kerimel, em sua conversa com a Rádio Vaticano.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

CNBB lança Documento que trata da renovação paroquial.


O Documento 100 da CNBB, “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”, propõe reflexão e ações práticas para uma conversão pastoral da paróquia. Após, aproximadamente, dois anos de estudo, os bispos reunidos na 52ª Assembleia Geral, no mês de maio, aprovaram o texto para publicação como Documento oficial da Igreja no Brasil.

De acordo com bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, o texto quer contribuir para dinamizar a vida de comunidade. “Vai nos ajudar a sermos presença do Evangelho de maneira fecunda e samaritana, no anúncio do Reino de Deus”, afirma. Na apresentação do Documento, o secretário recorda que a Igreja tem sua origem na comunidade, por isso a “Igreja é comunidade”.

“O Documento busca iluminar o nosso ser Igreja, sermos comunidade dos que vivem de Cristo Jesus, iluminados e guiados pela força e suavidade do Espírito Santo, acolhidos pela bondade materna do Pai”, explica dom Leonardo.

A Comissão de redação do Documento contou com a colaboração de assessores, bispos e leigos, sendo presidida pelo arcebispo de Manaus (AM), dom Sérgio Castriani. Em 2013, durante a 51ª Assembleia Geral CNBB, os bispos tinham aprovado o Estudo 104 “Comunidades de comunidades: uma nova paróquia”. O texto foi enviado aos regionais e dioceses para que refletissem e enviassem suas contribuições, colaborando, assim, para uma nova versão. Para dom Sérgio,  a intenção da CNBB não foi apenas produzir um texto, mas oferecer reflexões que chegassem às bases e contribuíssem com a renovação paroquial. “O Documento n. 100 é uma nova redação, com contribuições do estudo. Houve inversão de capítulos, ajustes no texto e acréscimos a partir das sugestões enviadas pelas dioceses”, informou.

Proposta e capítulos

O Documento 100 “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia” é composto de seis capítulos, são eles: Sinais dos Tempos e Conversão Pastoral, Palavra de Deus, Vida, Missão nas Comunidades, Surgimento da Paróquia e sua Evolução, Comunidade Paroquial, Sujeito e Tarefas da Conversão Paroquial.

Logo no início é apresentada análise da realidade paroquial. Na sequência traz, também, reflexão histórica e teológica sobre a paróquia. Segue abordando a dimensão de comunidade, a partir da conversão paroquial e pastoral, com ideias do significado da paróquia como “casa do pão, casa da caridade e acolhida”. “É na paróquia, lugar para vivência da fraternidade, onde as pessoas reúnem-se em comunidade para celebrar os sacramentos e encontrar-se com o ministério de Cristo e da Igreja”, comenta dom Sérgio.

Ao final do documento, no capítulo 6, são apresentadas propostas práticas para conversão da paróquia, ou seja, as proposições pastorais. São pistas de ações que tratam da acolhida e vida fraterna, iniciação à vida cristã, leitura orante da palavra, liturgia e espiritualidade; incluindo o funcionamento da paróquia, seus conselhos, organização e manutenção.

A valorização e incentivo da participação do laicato e os ministérios leigos são indicados no documento. Orienta-se, também, a atenção e acolhida às famílias que residem em condomínios e conjuntos residenciais populares, na tentativa de estabelecer proximidade e integração na comunidade. Outro aspecto contido nas pistas de ações é incentivo às paróquias para utilizar dos recursos da mídia e novas formas de comunicação e relacionamento nas atividades de evangelização.

Para adquirir

O Documento 100 “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia” pode ser adquirido nas Edições CNBB, no site: www.edicoescnbb.com.br ou (61) 2193.3019.