sexta-feira, 14 de março de 2014

CNBB cumprimenta papa Francisco pelo primeiro ano de pontificado



Em homenagem ao primeiro ano de pontificado do papa Francisco, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou hoje, 13, carta, na qual cumprimenta e agradece a “solicitude paternal e proximidade” do pontífice.
No texto, assinado pela presidência da Conferência, os bispos afirmam que, ao propor “caminhos para o povo de Deus”, o papa “deu uma grande contribuição a todas as Igrejas Particulares do mundo católico”.
Recordam, ainda,  a visita de Francisco ao Brasil. “A Igreja, no Brasil, foi beneficiada, de modo privilegiado, com a visita de Vossa Santidade ao Santuário de Aparecida, como peregrino e devoto da Virgem Maria, e ao Rio de Janeiro, durante a Jornada Mundial da Juventude”, lembram.
Segue, na íntegra, a carta ao papa Francisco.
Santo Padre Francisco,
O Conselho Permanente, em sua reunião ordinária, com alegria e gratidão a Deus, comemora o primeiro aniversário de sua Eleição e do início de seu Ministério Petrino como Bispo de Roma, no próximo dia 19, solenidade de São José.
Desde aquele primeiro “buona sera”, até hoje, um intenso caminho foi percorrido. O estilo pastoral com o qual Vossa Santidade exerce o Ministério, a linguagem humana no encontro com as pessoas, a profundidade espiritual das homilias, quase diárias, na Capela de Santa Marta, as reformas na cúria são alguns elementos, dentre muitos, que têm suscitado muita alegria e esperança na Igreja e em outros ambientes.
Na leitura dessa realidade, a imprensa vem falando de um “efeito Francisco”. Com a Encíclica Lumen Fidei e, de maneira especial, a Exortação Apostólica Evangelli Gaudium, Vossa Santidade, propondo caminhos para o povo de Deus, deu uma grande contribuição a todas as Igrejas Particulares do mundo católico.
A Igreja, no Brasil, foi beneficiada, de modo privilegiado, com a visita de Vossa Santidade ao Santuário de Aparecida, como peregrino e devoto da Virgem Maria, e ao Rio de Janeiro, durante a Jornada Mundial da Juventude.
Respeitosamente o Conselho Permanente, em nome da Igreja no Brasil, cumprimenta Vossa Santidade e agradece sua solicitude paternal e proximidade. Conte com as orações de todos os fiéis e a comunhão afetiva e efetiva do episcopado brasileiro.
Pedindo sua Bênção Apostólica, para todo o povo brasileiro, com afeto filial,
Raymundo Cardeal Damasceno Assis,
Arcebispo de Aparecida (SP) e Presidente da CNBB



Dom José Belisário da Silva

Arcebispo de São Luís (MA) e Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB

domingo, 9 de março de 2014

Artigo de Março de 2014 - Pe.Luís Gonzaga Bolinelli


Entre alegrias e dificuldades

 

O trabalho do catequista, como de qualquer evangelizador, é sempre desafiador porque envolve a vida toda das pessoas e não somente o seu saber. O Papa Francisco, na sua Exortação Apostólica A Alegria do Evangelho (EG) nos lembra isso de uma forma muito clara: “O encontro catequético é um anúncio da Palavra e está centrado nela, mas precisa sempre de uma ambientação adequada e de uma motivação atraente, do uso de símbolos eloquentes, da sua inserção num amplo processo de crescimento e da integração de todas as dimensões da pessoa num caminho comunitário de escuta e resposta.” (EG 166).

Quando a catequese ou a evangelização priorizava o saber, bastava que alguém soubesse ensinar a doutrina e era fácil avaliar o que as pessoas tinham aprendido, sem se preocupar com o que faziam. No entanto, quando a prioridade passa a ser a transformação da vida da pessoa, fica evidente que essa tarefa deve ser muito mais envolvente e seu êxito depende não só da capacidade e bom trabalho do catequista ou evangelizador, mas também do interesse e participação da Comunidade como um todo.

Todo catequista ou evangelizador consciente já prepara e realiza seus encontros formativos a partir da Palavra de Deus, principalmente dos Evangelhos, pois esse é o melhor caminho para se levar alguém a conhecer e se apaixonar por Jesus Cristo. Hoje, também, já se tem muito claro a importância de uma devida e significativa preparação do ambiente onde se realizam essas formações. De fato, na medida em que os muitos símbolos cristãos e litúrgicos vão sendo acrescentados no ambiente e devidamente apresentados, explicados e utilizados, passam a ser assimilados mais facilmente pelos catequizandos. Tudo isso é muito bom e dá satisfação e alegria ao evangelizador que até consegue fazer essas coisas sozinho.

Mas não basta! Há um desafio maior que precisa ser enfrentado: o efetivo envolvimento da Comunidade no processo de crescimento da fé dos catequizandos. Afinal, a participação dessas pessoas na vida comunitária não será conseguida com imposições, como, por exemplo, as constrangedoras cadernetas de controle de presença nas Missas, mas depende muito mais dos incentivos que lhes são feitos e da acolhida envolvente e consciente por parte de vários setores da Comunidade. Só haverá verdadeira participação de alguém na vida comunitária, na medida em que a própria Comunidade demonstrar sua alegria em acolhê-lo e deixar claro que ali tem lugar também para ele.

Portanto, o catequista ou evangelizador pode escolher entre: ficar satisfeito com os sucessos conseguidos, de forma isolada, nos seus encontros formativos, ou, a partir dessas alegrias, esforçar-se para criar as pontes necessárias com a Comunidade para que se chegue àquela “inserção num amplo processo de crescimento e da integração de todas as dimensões da pessoa num caminho comunitário de escuta e resposta”.

 

Aprofundamento a partir da Palavra de Deus: No 2º Domingo do Tempo da Quaresma nos é proposto o seguinte texto bíblico: Mt 17,1-9. Convido você a lê-lo com calma, prestar atenção e responder: Consigo identificar as experiências de transfiguração em minha vida? E no meu trabalho evangelizador? Quais são minhas atitudes de fuga da realidade (querer construir tendas) para conservar certas alegrias? Quais desafios me obrigam a “descer a montanha”, mas revigorado pela experiência feita?

 

AGENDA
Ø  Encontro de Formação de Catequistas 2014:
ü  Será realizado em cada Cidade da Diocese, durante a Quaresma, com cerca de 2 horas de duração, numa noite durante a semana.
ü  Serão apresentadas a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium e o Livro para os Encontros de Formação de Evangelizadores.
ü  Informe-se em sua Paróquia sobre o dia e local desses Encontros.
Ø  Encontros de Formação de Evangelizadores 2014:
ü  Serão 4 Encontros, com cerca de 2 horas cada um, que deverão acontecer em todas as Paróquias de nossa Diocese.
ü  Informe-se em sua Paróquia sobre o dia e local desses Encontros.
Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!

 
Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Assistente Eclesiástico da Comissão AB-C

Reunião de Estudos – AB-C Sub-Regional SP2


Aconteceu neste sábado dia 08 de março de 2014, das 8hs às 13hs na  Paróquia de Nossa Senhora da Assunção e São Paulo, localizada na Praça da Sé/SP, a Reunião de Estudos, uma formação proposta pelo SPII, para as equipes diocesanas do nosso sub regional.
Pe. Pelegrino faz a abertura. E a coordenadora Maria Cristina a Espiritualidade.

 
Contando com a presença das Comissões das Dioceses que compõem o Sub Regional. O convidado formador, foi o Pe. Luís Gonzaga Bolinelli, assistente Eclesiástico da Comissão AB-C de Santos, que desenvolveu o tema: Mistagogia(Estudo CNBB 97)


 
Da  Comissão AB-C de nossa Diocese participaram Mirtes de Paula, Kátia Esteves e Maria Salete Sampaio.

Fonte: Comissão AB-C Diocese de Santos
Fotos Maria Cristina e Maria Salete

 



 

sexta-feira, 7 de março de 2014

quarta-feira, 5 de março de 2014

Francisco: Quaresma, tempo de conversão e renovação pessoal


 

 Diocese de Santos - São Paulo

Catedral de Santos - Nossa Senhora do Rosário

 
Presença de todo Clero
Aconteceu hoje, 05 de março de 2014, a Missa de Cinzas realizada na Catedral de Santos, presidida pelo bispo diocesano Dom Jacyr Francisco Braido,CS, com a presença dos sacerdotes, diáconos, religiosos, seminaristas, leigos das pastorais, serviços e movimentos que atuam em nossas paróquias nas nove cidades da Região Metropolitana da Baixada Santista, área de abrangência da diocese.
 

Abertura oficial da CF2014

A Missa de Cinzas abre também a Campanha da Fraternidade que este ano chama a atenção da sociedade para o tema do “tráfico humano”.
 
 
 
 



Benção das Cinzas
 
 
Com a Missa de Cinzas, a Igreja, em todo o mundo, inicia sua caminhada quaresmal, preparando os cristãos para a Páscoa do Senhor, com um tempo dedicado ao jejum, à oração e à caridade.
 

Dom Jacyr e clero

Consagração

Homilia de Dom Jacyr

Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Assistente Eclesiástico da Comissão AB-C
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Veja também;
 Cidade do Vaticano (RV) – A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre Quarta-feira de Cinzas, 5 de março, às 14h, a Campanha da Fraternidade de 2014, com o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou”.
Como todos os anos, o Pontífice adere à Campanha e envia uma mensagem diretamente à Conferência, que a apresenta na solenidade de abertura, em sua sede de Brasília. Abaixo, o texto completo, assim como divulgado pela Secretaria de Estado do Vaticano.

Queridos brasileiros,
Sempre lembrado do coração grande e da acolhida calorosa com que me estenderam os braços na visita de fins de julho passado, peço agora licença para ser companheiro em seu caminho quaresmal, que se inicia no dia 5 de março, falando-lhes da Campanha da Fraternidade que lhes recorda a vitória da Páscoa: «É para a liberdade que Cristo nos libertou» (Gal 5,1). Com a sua Paixão, Morte e Ressurreição, Jesus Cristo libertou a humanidade das amarras da morte e do pecado. Durante os próximos quarenta dias, procuraremos conscientizar-nos mais e mais da misericórdia infinita que Deus usou para conosco e logo nos pediu para fazê-la transbordar para os outros, sobretudo aqueles que mais sofrem: «Estás livre! Vai e ajuda os teus irmãos a serem livres!». Neste sentido, visando mobilizar os cristãos e pessoas de boa vontade da sociedade brasileira para uma chaga social qual é o tráfico de seres humanos, os nossos irmãos bispos do Brasil lhes propõem este ano o tema “Fraternidade e Tráfico Humano”.
 
Não é possível ficar impassível, sabendo que existem seres humanos tratados como mercadoria! Pense-se em adoções de criança para remoção de órgãos, em mulheres enganadas e obrigadas a prostituir-se, em trabalhadores explorados, sem direitos nem voz, etc. Isso é tráfico humano! «A este nível, há necessidade de um profundo exame de consciência: de fato, quantas vezes toleramos que um ser humano seja considerado como um objeto, exposto para vender um produto ou para satisfazer desejos imorais? A pessoa humana não se deveria vender e comprar como uma mercadoria. Quem a usa e explora, mesmo indiretamente, torna-se cúmplice desta prepotência» (Discurso aos novos Embaixadores, 12/XII/2013). Se, depois, descemos ao nível familiar e entramos em casa, quantas vezes aí reina a prepotência! Pais que escravizam os filhos, filhos que escravizam os pais; esposos que, esquecidos de seu chamado para o dom, se exploram como se fossem um produto descartável, que se usa e se joga fora; idosos sem lugar, crianças e adolescentes sem voz. Quantos ataques aos valores basilares do tecido familiar e da própria convivência social! Sim, há necessidade de um profundo exame de consciência. Como se pode anunciar a alegria da Páscoa, sem se solidarizar com aqueles cuja liberdade aqui na terra é negada?


Queridos brasileiros, tenhamos a certeza: Eu só ofendo a dignidade humana do outro, porque antes vendi a minha. A troco de quê? De poder, de fama, de bens materiais… E isso – pasmem! – a troco da minha dignidade de filho e filha de Deus, resgatada a preço do sangue de Cristo na Cruz e garantida pelo Espírito Santo que clama dentro de nós: «Abbá, Pai!» (cf. Gal 4,6). A dignidade humana é igual em todo o ser humano: quando piso-a no outro, estou pisando a minha. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! No ano passado, quando estive junto de vocês afirmei que o povo brasileiro dava uma grande lição de solidariedade; certo disso, faço votos de que os cristãos e as pessoas de boa vontade possam comprometer-se para que mais nenhum homem ou mulher, jovem ou criança, seja vítima do tráfico humano! E a base mais eficaz para restabelecer a dignidade humana é anunciar o Evangelho de Cristo nos campos e nas cidades, pois Jesus quer derramar por todo o lado vida em abundância (cf. Evangelii gaudium, 75).
Com estes auspícios, invoco a proteção do Altíssimo sobre todos os brasileiros, para que a vida nova em Cristo lhes alcance, na mais perfeita liberdade dos filhos de Deus (cf. Rm 8,21), despertando em cada coração sentimentos de ternura e compaixão por seu irmão e irmã necessitados de liberdade, enquanto de bom grado lhes envio uma propiciadora Bênção Apostólica.
Vaticano, 25 de fevereiro de 2014.
[Franciscus PP.]

 

Hoje pela manha na Praça São Pedro.
Francisco: Quaresma, tempo de conversão e renovação pessoal.

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2014-03-05 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco encontrou-se na manhã desta quarta-feira com os fiéis e peregrinos de todas as partes do mundo na Praça São Pedro para a tradicional audiência geral das quartas-feiras. Mais de 30 mil os presentes numa manhã de sol.
Na sua catequese, lida em italiano, o Papa iniciou recordando que, hoje, Quarta-feira de Cinza, tem início a Quaresma, quarenta dias que nos conduzirá ao Tríduo Pascal, memória da paixão, morte e ressurreição do Senhor, coração do mistério da nossa salvação.
A Quaresma, disse o Papa, é um tempo “forte”, um ponto de reviravolta que pode favorecer em cada um de nós a mudança, a conversão, para sair dos costumes cansados e do preguiçoso vício do mal que nos engana.
“No tempo quaresmal a Igreja nos dirige dois importantes convites: ter uma consciência mais viva da obra redentora de Cristo; e viver com mais compromisso o próprio Batismo”.
Viver profundamente o Batismo – disse o Papa - significa não nos acostumar-mos às situações de degradação e de miséria que encontramos caminhando pelas ruas de nossas cidades e de nossos países.
“Há o risco de aceitarmos passivamente certos comportamentos e de não nos surpreendermos diante das tristes realidades que nos circundam. Acostumamo-nos à violência, como se fosse uma notícia cotidiana normal; acostumamo-nos a irmãos e irmãs que dormem pelas ruas, que não têm um teto para se abrigar. Acostumamo-nos aos refugiados em busca de liberdade e dignidade, que não são acolhidos como deveriam ser. Acostumamo-nos a viver em uma sociedade que pretende deixar Deus de lado, na qual os pais não ensinam mais aos filhos a rezar nem a fazer o sinal da cruz. Este vício de comportamentos não cristãos e de comodidades nos anestesia o coração!”

O Papa perguntou então aos presentes, dirigindo-se aos pais e avós, se eles ensinam seus filhos e netos a rezar e a fazer o Sinal da Cruz. Se ensinam suas crianças a se dirigirem a Deus com a oração do Pai-Nosso e a Nossa Senhora com a oração da Ave-Maria. Uma pergunta que pediu que respondessem em silêncio, no coração.
A Quaresma, continuou o Papa deve ser vivida como tempo de conversão, de renovação pessoal e comunitária através da aproximação a Deus e da adesão confiante ao Evangelho. Por isso a Quaresma é momento favorável para converter-se ao amor ao próximo.
Demos graças a Deus pelo mistério de seu amor crucificado – disse ainda o Papa recordando os elementos essenciais para viver o tempo da Quaresma: fé autêntica, conversão e abertura de coração aos irmãos.
O Papa concluiu invocando com particular confiança a proteção e a ajuda de Nossa Senhora neste caminho, a nos acompanhar nos dias de oração intensa e de penitência, para chegar a celebrar, purificados e renovados no espírito, o grande mistério da Páscoa de seu Filho.
Nas palavras dirigidas aos fiéis de língua portuguesa presentes na audiência o Papa saudou o grupo vindo de Riberão e Guimarães e também os professores e os alunos das comunidades escolares de Lourinhã e Viana do Castelo.
(SP)

 

Fonte:
Texto e fotos:


Diocese de Santos - Comunicação Francisco e Guadalupe























domingo, 2 de março de 2014

1° REUNIÃO DA AMPLIADA DE 2014:


COMISSÃO AB-C E COORDENADORAS REGIONAIS 

DA DIOCESE DE SANTOS/SP  

 


 


 


Aconteceu nesta quarta-feira, 26 de fevereiro no salão da Cúria Diocesana da cidade de Santos, a primeira reunião Ampliada de 2014.
  
Com a presença da comissão AB-C, coordenadoras regionais e o Assistente Eclesiástico da Comissão AB-C  Pe. Luís Gonzaga Bolinelli.
 
 


 

O intuito desta reunião é partilhar informações e formações, diocesanas com as regionais e depois estas regionais levam para as paroquiais. Obtendo uma só unidade entre a catequese da Diocese de Santos.
 
 
 
·        Iniciando com uma espiritualidade.
·        Leitura da ata da reunião anterior
·        Estudo do Artigo do Pe. Luís
·        Informações e calendário.
·        Finalizando a espiritualidade
·        Benção final
 
FONTE COMISSÃO AB-C DIOCESE DE SANTOS.