domingo, 21 de julho de 2013

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE – HISTÓRIA

 
 
1. 1984 – Com o lema: ‘Ano Santo da Redenção: Uma festa de esperança’, a Jornada Mundial da Juventude aconteceu em Roma, Itália.

 

2. 1985 – Com o lema: ‘Ano internacional da Juventude’, João Paulo 2º realizou uma missa na Praça de São Pedro, Itália, e teve participação de 800 mil pessoas. Este ano foi declarado como Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas.


 
3. 1986 – A primeira edição da JMJ ocorreu no Vaticano com o lema: ‘Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês’ e juntou mais de 500 mil pessoas.

 

4. 1987 – Na Argentina com um milhão de pessoas presentes, João Paulo 2º inaugurou a edição número 2 da Jornada Mundial da Juventude com o lema: ‘Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele’.

 


 

5. 1989 – Em Santiago da Compostela, Espanha, mais de 600 mil pessoas participaram  da quarta Jornada Mundial da Juventude com o lema: ‘Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida’.


 

6. 1991 – O lema ‘Vocês receberam o Espírito que os adota como filhos’, João Paulo 2º esteve em Czestochowa, Polônia, para a quinta JMJ. Mais de um milhão e 600 mil jovens acompanharam.


 

7. 1993 – ‘Eu vim para que tenham Vida, e a tenham plenamente’, com este lema a JMJ chegava na cidade de Denver, nos Estados Unidos, para que mais de 900 mil jovens acompanhassem o evento.


 

8. 1995 – ‘Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio’, este era o lema da JMJ na cidade de Manila, nas Filipinas. O papa João Paulo 2º levou mais de 5 milhões de jovens às ruas. Até hoje, é a edição com o maior número de pessoas.


 

9. 1997 – Após seis anos longe da Europa, a Jornada Mundial da Juventude retorna para o Velho Continente em Paris, França. Com o lema: ‘Mestre, onde moras? Vinde e vereis’, mais de um milhão e 200 mil jovens foram às ruas.


 
 

10. 2000 – Quase 20 anos sem pisar no Vaticano, a JMJ volta para a Praça de São Pedro com 2 milhões de jovens e o lema: ‘E o Verbo se fez Carne e habitou entre nós’.

 

11) 2002 – Apenas 800 mil jovens acompanharam a JMJ que aconteceu em Toronto, no Canadá. Com o lema: ‘Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo’ é a última com a participação do papa João Paulo 2º.


 

12) 2005 – A primeira Jornada Mundial da Juventude comandada por Bento 16. Mais de um milhão de pessoas acompanharam o evento que aconteceu na cidade de Colônia, na Alemanha. O lema desta edição foi: ‘Viemos adorá-lo’.


13)  2008 – Sob o lema: ‘Recebereis a força do Espírito Santo, que virá sobre vós, e sereis Minhas testemunhas’, a JMJ leva 600 mil pessoas para acompanhar o evento em Sidney, na Austrália.

 

 

14) 2011 – A JMJ volta para o solo espanhol. Desta vez, dois milhões de pessoas foram para Madrid acompanhar a última edição com participação de Bento 16 sob o lema: ‘Enraizados e edificados em Cristo... firmes na Fé’

 

 

15) 2013 – Depois de duas décadas, a JMJ retorna à América do Sul. Sob o lema: ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’, o evento no Rio de Janeiro deve ter o maior número de participantes e será a primeira participação do papa Francisco. A edição acontece de 23 a 28 de julho.


Seqüência das datas

1.   1984 – Com o lema: ‘Ano Santo da Redenção: Uma festa de esperança’, a Jornada Mundial da Juventude aconteceu em Roma, Itália.

2.   1985 – Com o lema: ‘Ano internacional da Juventude’, João Paulo 2º realizou uma missa na Praça de São Pedro, Roma, Itália, e teve participação de 800 mil pessoas. Este ano foi declarado como Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas.

3.   1986 – A primeira edição da JMJ ocorreu no Vaticano com o lema: ‘Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês’ e juntou mais de 500 mil pessoas.

4.   1987 – Na Argentina com um milhão de pessoas presentes, João Paulo 2º inaugurou a edição número 2 da Jornada Mundial da Juventude com o lema: ‘Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele’

5.   1989 – Em Santiago da Compostela, Espanha, mais de 600 mil pessoas participaram  da quarta Jornada Mundial da Juventude com o lema: ‘Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida’.

6.   1991 – O lema ‘Vocês receberam o Espírito que os adota como filhos’, João Paulo 2º esteve em Czestochowa, Polônia, para a quinta JMJ. Mais de um milhão e 600 mil jovens acompanharam.

7.   1993 – ‘Eu vim para que tenham Vida, e a tenham plenamente’, com este lema a JMJ chegava na cidade de Denver, nos Estados Unidos, para que mais de 900 mil jovens acompanhassem o evento.

8.   1995 – ‘Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio’, este era o lema da JMJ na cidade de Manila, nas Filipinas. O papa João Paulo 2º levou mais de 5 milhões de jovens às ruas. Até hoje, é a edição com o maior número de pessoas.

9.   1997 – Após seis anos longe da Europa, a Jornada Mundial da Juventude retorna para o Velho Continente em Paris, França. Com o lema: ‘Mestre, onde moras? Vinde e vereis’, mais de um milhão e 200 mil jovens foram às ruas.

10.                2000 – Quase 20 anos sem pisar no Vaticano, a JMJ volta para a Praça de São Pedro com 2 milhões de jovens e o lema: ‘E o Verbo se fez Carne e habitou entre nós’.

11.                2002 – Apenas 800 mil jovens acompanharam a JMJ que aconteceu em Toronto, no Canadá. Com o lema: ‘Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo’ é a última com a participação do papa João Paulo 2º.

12.                2005 – A primeira Jornada Mundial da Juventude comandada por Bento 16. Mais de um milhão de pessoas acompanharam o evento que aconteceu na cidade de Colônia, na Alemanha. O lema desta edição foi: ‘Viemos adorá-lo’.

13.                2008 – Sob o lema: ‘Recebereis a força do Espírito Santo, que virá sobre vós, e sereis Minhas testemunhas’, a JMJ leva 600 mil pessoas para acompanhar o evento em Sidney, na Austrália.

14.                2011 – A JMJ volta para o solo espanhol. Desta vez, dois milhões de pessoas foram para Madrid acompanhar a última edição com participação de Bento 16 sob o lema: ‘Enraizados e edificados em Cristo... firmes na Fé’

15.                2013 – Depois de duas décadas, a JMJ retorna à América do Sul. Sob o lema: ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’,. O evento no Rio de Janeiro, Brasil, congrega  o maior número de participantes. É a primeira participação do papa Francisco. A edição acontece de 23 a 28 de julho.

    

 

     Texto Enviado pelo Ir. Nery

Publicado: Comissão AB-C Diocese de santos

Fotos:http://br.noticias.yahoo.com/fotos/pa%C3%ADses-que-receberam-a-jornada-mundial-da-juventude-slideshow/jmj-1989-photo-1374095645569.html

 

 

 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Nossa Senhora do Carmo

Pelo ano de 1222, dois cruzados ingleses levaram para a Inglaterra, alguns Carmelitas que habitavam o Monte Carmelo. Um homem penitente, austero, logo se uniu a eles. Era Simão Stock. Consta que tivesse ele recebido um aviso de Nossa Senhora que viriam da Palestina Monges devotos de Maria e que deveria unir-se a eles. Vieram depois tantos Carmelitas para a Europa que foi preciso nomear um Superior Geral para os mesmos. Em 1245, foi ele eleito para desempenhar este cargo. Encontrou ele dificuldades quase insuperáveis. Mandou que os Carmelitas estudassem: isto gerou uma discórdia interna, pois não queriam os mais velhos que contemplativos estudassem. O clero secular revoltou-se contra eles e pediu a Roma sua supressão. Diante de tanta oposição, Simão Stock, com seus 90 anos, retirou-se para o mosteiro de Cambridge, no Ducado de Kent, e pedia a proteção de Maria. Orava ele em sua cela, quando viu um clarão, na noite de 16 de julho de 1251. Rodeada de anjos, Maria Santíssima entregou-lhe o Escapulário, dizendo-lhe: "Recebe, filho queridissimo, este Escapulário de tua Ordem: isto será para ti e todos os Carmelitas um privilégio. Quem morrer revestido dele não sofrerá o fogo eterno".
Desde aquele 16 de julho de 1251, Nossa Senhora do Carmo jamais deixou de amparar seus devotos, revestidos do Escapulário.

Passaram sete séculos, Milhões de cristãos, trouxeram o Escapulário de Maria.

É verdade que aqui e acolá surgem vozes, negando a aparição e, por consequência, a devoção devida a Maria.
O maior inimigo do Escapulário do Carmo foi o Anglicano Launoy, dizendo que é uma lenda. O livro de Launoy foi colocado no Índice dos Livros Proibidos. O papa Bento XIV, um dos mais sábios teólogos de todos os tempos, não se limitou apenas a condenar Launoy, mas disse claramente que só um desprezador da Religião podia negar a autenticidade da Visão do Escapulário. Apesar disto, o livro de Launoy continuou a ser citado e as dúvidas persistiram. Foi devido aos ataques que se fez um estudo mais apurado e se descobriu o livro, denominado "Viridarium", escrito em 1398 por Frei João Grossi, Superior Geral dos Carmelitas. Era um homem santo e letrado, célebre na Igreja pela atividade exercida para terminar com o Grande Cisma do Ocidente. Consultou os companheiros que conviveram com S. Simão Stock. Apresenta ele um Catálogo dos santos Carmelitas, dizendo que o nono é S. Simão Stock, o sexto superior geral da Ordem. Descreveu como aconteceu a aparição, a 16 de julho de 1251. Contou que São Simão Stock morreu em Bordeus, na França, quando visitava a Província de Vascônia em 1261.
Infelizmente, a biblioteca de Bordeus foi queimada um século depois da aparição de Nossa Senhora do Carmo, por funcionários municipais, por causa de uma peste, com medo da propagação do contágio.

Henrique VIII, rei da Inglaterra, ao se separar de Roma e, ao fundar a Igreja anglicana, mandou arrasar as bibliotecas católicas.

Um carmelita contemporâneo de São Simão Stock, que vivia na Palestina, escreveu um livro intitulado: "De multiplicatione Religionis Carmelitarum per Provinciais Syriae et Europae; et de perditione Monasteriorum Terrae Sanctae". Nesta obra, contava as terríveis perseguições e dissenções que arruinavam a Ordem do Carmo, antes da aparição de Nossa Senhora . Opinava ele que eram fomentadas por Satanás. Declarava ele que a Santíssima Virgem apareceu ao Prior Geral, São Simão Stock e que, após a Visão de Nossa Senhora do Carmo, o Papa não só aprovara a Ordem, mas ordenara que se empregassem censuras eclesiásticas contra todo aquele que, daí em diante, fosse contra os Carmelitas. O Papa mandou cartas a todos os Arcebispos e Bispos, exortando-os a tratar com mais caridade e consideração os seus amados irmãos Carmelitas e permitissem a construção de mosteiros adequados.
Um ano depois da aparição de Nossa Senhora do Carmo, o Rei da França, Henrique III, em 1252, publicou diplomas de proteção real à Ordem recentemente transplantada para o seu reino.

Em 1262, um ano após a morte de São Simão Stock, o Papa Urbano IV concedeu privilégios aos membros que compunham a Confraria do Carmo. Ora o Papa só dá privilégios a associações bem constituídas.

Quinze anos depois da morte de S. Simão Stock, ocorrida em 1261, foi sepultado em Arezzo, a 10 de janeiro de 1276, o Papa Gregório X, que governou a Igreja, desde 1271. Consta que antes de ser Papa usava o Escapulário. Em 1830 quando foi exumado seu corpo para ser colocado num relicário de prata, foi encontrado intacto o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, de seda de carmezim, com precioso bordado a ouro, como convinha ao Papa. Encontra-se, hoje, no museu de Arezzo, como um dos tesouros. Este é o primeiro Escapulário pequeno conhecido na História.

Em 1820, numa Assembléia, em florença, Itália, os 40 Carmelitas reunidos falam do Escapulário, ocorrendo o mesmo, em julho de 1287, em Montpelier, França.
As constituições de 1324, 1357 e 1369 dizem que o Escapulário é o hábito especial da Ordem e que os Carmelitas devem usá-lo.

Diante disto, John Haffert diz: "Conclui-se, portanto, que a aparição da Santíssima Virgem a S. Simão Stock é, historicamente, ceríssima".

Uma vez demonstrada a historicidade da aparição de Nossa Senhora do Carmo, John Haffert analisa o cumprimento da Promessa de Maria, através dos sete séculos. Conta ele fatos e mais fatos ocorridos com o que, na vida, trouxeram o Escapulário de Nossa Senhora.

Artigo escrito por Dom Pedro Fedalto, Arcebispo de Curitiba para o Jornal Gazeta do Povo.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

O rosto da adúltera de Jesus


"Foram os hebreus que deram os primeiros passos para a descoberta do espaço interior onde vejo a distância entre mim e a verdade sobre mim mesmo, em vez de me preocupar com a verdade política, sofro com a mentira moral", escreve Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 15-07-2013.
Segundo ele, "a filosofia hebraica funda regimes de verdade que leva o sujeito a olhar para si mesmo em vez de olhar para os outros. Em vez de cultivar uma filosofia política, ela cultiva uma filosofia moral da vida interior na qual não é barulho da assembleia que importa, mas o silêncio no qual os demônios desvelam nossa própria face".
Eis o artigo.
Então, Jesus foi abordado por um grupo de pessoas muito preocupadas com a retidão da lei. Traziam consigo uma mulher em prantos que havia sido pega em adultério. Jogada ao chão, ela tremia de medo. O povo pedia para que Jesus fizesse valer a lei: morte da adúltera por apedrejamento. (João, 8, 1-11. Nota da IHU On-Line).
Isso foi há 2.000 anos, mas ainda hoje, no mesmo Oriente Médio, tem gente que apedreja mulheres e acha (agora, no Egito) que violentá-las nas praças seja um "direito da soberania popular revolucionária", enquanto se matam, nas mesmas praças, pelo modo ocidental de vida ou por outra forma de lei (o fundamentalismo islamita).
E assim caminha a humanidade, em ciclos, para lugar nenhum, mas com festas e crenças diferentes no meio, e demagogos a cantar...
Mas voltemos a Jesus. Fatos como esses me fazem achar que Jesus era um cabra macho. Enfrentar o povo quando este se julga movido pelo correto modo de viver é algo que exige, como dizem los hermanos, "cojones". Jesus disse que quem tivesse livre de pecado que atirasse a primeira pedra. Todos foram embora.
Esta é uma das passagens típicas do mundo bíblico na qual fica claro o tema da hipocrisia como motivação profunda daqueles que se acham arautos do bem, moral ou político.
Mas Jesus era um filósofo hebreu e estes filósofos eram diferentes dos filósofos gregos. O mundo bíblico é diferente da filosofia grega. Naquele, o "regime da verdade" (ou modo de busca da verdade) é interno e moral, na filosofia grega é externo e político.
O problema de saber se o que eu digo é verdade ou não, quando falo ou argumento, inexiste na Bíblia, porque o personagem principal do diálogo é Deus, e Ele sempre sabe de tudo, não há como mentir para Ele como há como mentir para outro homem ou para assembleia "soberana", como na filosofia ou democracia gregas. Segundo o críticoGeorge Steiner, o Deus de Israel irrita porque está em toda parte e sabe de tudo.
Sabe-se que o advento da democracia grega levou muita gente a pensar sobre a diferença entre pura retórica, que visa o mero convencimento dos outros numa assembleia (eu acho que a democracia é 90% isso mesmo), e a verdade em si do que se fala.
O problema que nasce daí é a relatividade da verdade, dependendo do ponto de vista de quem fala e de quem ouve. Na Bíblia, o problema é se minto para mim mesmo ou não. Na esfera pública, é o tema da hipocrisia, na privada, o da verdade interior. A Bíblia criou o sujeito e as bases da psicologia profunda.
Na Bíblia, como o poder é sempre de Deus e ele é mais íntimo de mim do que sou de mim mesmo, o problema é como eu enfrento a mim mesmo. A preocupação com a lei é sempre acompanhada da atenção para com a falsidade de quem diz ser justo.
Por isso foram os hebreus que deram os primeiros passos para a descoberta do espaço interior onde vejo a distância entre mim e a verdade sobre mim mesmo, em vez de me preocupar com a verdade política, sofro com a mentira moral.
O crítico Erich Auerbach, no seu "A Cicatriz de Ulisses", parte da coletânea "Mímesis", reconhece este traço do texto hebraico: a relação de atenção e agonia entre Deus e seus eleitos molda o herói bíblico, dando a ele um rosto marcado por uma tensão moral.
Ainda na Bíblia hebraica, o rei David, o preferido de Deus, em seus belos "Salmos", O encanta justamente porque expõe seu coração sem qualquer tentativa de mentir para si mesmo.
Santo Agostinho com suas "Confissões" faz eco a David. A literatura monástica e mística medievais cultivou este espaço até seu ressurgimento no século XIX no pietismo alemão de gente como J.G. Hamann, o "mago do norte", ancestral direto do romantismo. Do romantismo e seu epicentro na verdade interior do sujeito, chegamos à psicologia profunda e à psicanálise.
A filosofia hebraica funda regimes de verdade que leva o sujeito a olhar para si mesmo em vez de olhar para os outros. Em lugar de cultivar uma filosofia política, ela cultiva uma filosofia moral da vida interior na qual não é barulho da assembleia que importa, mas o silêncio no qual os demônios desvelam nossa própria face.

domingo, 7 de julho de 2013

Artigo de julho do Pe. Luís Gonzaga: “Na escuta do discípulo missionário”.


Durante este mês de julho a Igreja promove um grande evento de nível mundial que terá sua sede na cidade do Rio de Janeiro, aqui no Brasil: a Jornada Mundial da Juventude! Além da grandiosidade do evento eu sempre fiquei me perguntando sobre o que realmente se deve esperar de uma movimentação de massa desse tipo no que diz respeito à evangelização e, mais particularmente, à catequese.

Em todo o caso, tenho esperança que neste ano pelo menos uma coisa diferente irá acontecer. Talvez pela primeira vez o Papa, ao se encontrar com a juventude, irá falar diretamente aos jovens sobre temas que realmente lhes interessa e de forma que sejam capazes de entender! Afinal, desde o dia de sua eleição, uma característica do Papa Francisco é aquela de fazer suas homilias e reflexões em geral, sempre a partir da Palavra de Deus, tendo presente o público que está lhe ouvindo e em sintonia com os problemas e questionamentos do dia a dia.

Por que o Papa Francisco age assim? Com certeza porque acredita naquilo que sempre foi ensinado sobre evangelização e que ele mesmo, enquanto Cardeal Bergoglio, ajudou a escrever no Documento de Aparecida: “Encontramos Jesus na Sagrada Escritura, lida na Igreja. A Sagrada Escritura, ‘Palavra de Deus escrita por inspiração do Espírito Santo’, é, com a Tradição, fonte de vida para a Igreja e alma de sua ação evangelizadora. Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. (...) Faz-se, pois, necessário propor aos fiéis a Palavra de Deus como dom do Pai para o encontro com Jesus Cristo vivo, caminho de ‘autêntica conversão e de renovada comunhão e solidariedade’. (...) Os discípulos de Jesus desejam alimentar-se com o Pão da Palavra: querem chegar à interpretação adequada dos textos bíblicos, empregá-los como mediação de diálogo com Jesus Cristo, e a que sejam alma da própria evangelização e do anúncio de Jesus a todos. (...) Isso exige, da parte dos bispos, presbíteros, diáconos e ministros leigos da Palavra, uma aproximação à Sagrada Escritura que não seja só intelectual e instrumental, mas com coração ‘faminto de ouvir a Palavra do Senhor’ (Am 8,11).” (Documento de Aparecida, 247-248).

Esse esforço contínuo do Papa Francisco em propor a Palavra de Deus de forma simples e compreensível deve servir de grande estímulo a todos nós, discípulos missionários de Jesus Cristo a sermos pessoas que escolhem a melhor parte da contínua escuta do Senhor para conseguir transmiti-la de forma apaixonante e eficaz.

Aprofundamento a partir da Palavra de Deus: No final de semana anterior ao início da JMJ vamos celebrar o 16º domingo do Tempo Comum, cujo evangelho é: Lc 10,38-42. Convido você a lê-lo com calma, prestar atenção e responder: Também me esforço para “escolher a melhor parte”? Encaro o encontro com a Palavra de Deus como motivação para meu trabalho de evangelização? Tenho a preocupação de transmitir a Palavra de Deus de forma apaixonante e eficaz?
 
Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Assistente Eclesiástico da Comissão AB-C
 
 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

FESTA DA DEDICAÇÃO DA CATEDRAL DE SANTOS

       Ata da dedicação da Igreja Catedral de Santos

"Aos cinco dias do mês de Julho do Ano do Senhor de mil novecentos e noventa e sete, nesta Cidade de Santos, Diocese De Santos - SP, sob o Pontificado do Papa João Paulo II, o Bispo Diocesano Dom David Picão, durante a missa das dez horas, dedicou a Igreja Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário,
mesma Cidade e Diocese, a Deus, em louvor a NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, tendo sido o altar dedicado a SÃO JOÃO BOSCO, SANTA MARIA GORETTI, SANTO ANTÔNIO MARIA CLARET e SÃO DOMINGOS SÁVIO. Para constar, foi feita esta ata, em duas vias, que é assinada pelo Bispo Diocesano, o Bispo Coadj mesma Cidade e Diocese, a Deus, em louvor a NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, tendo sido o altar dedicado a SÃO JOÃO BOSCO, SANTA MARIA GORETTI, SANTO ANTÔNIO MARIA CLARET e SÃO DOMINGOS SÁVIO. Para constar, foi feita esta ata, em duas vias, que é assinada pelo Bispo Diocesano, o Bi nesta mesma Cidade e Diocese, a Deus, em louvor a NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, tendo sido o altar dedicado a SÃO JOÃO BOSCO, SANTA MARIA GORETTI, SANTO ANTÔNIO MARIA CLARET e SÃO DOMINGOS SÁVIO. Para constar, foi feita esta ata, em duas vias, que é assinada pelo Bispo Diocesano, o Bispo Coadjutor Dom Jacyr Francisco Braido, o Pároco, demais Sacerdotes, Autoridades, membros da Comissão de Obras e representantes da comunidade Paroquial.
 Santos, 05 de Julho de 1997"
Fotos e comentários: facebook/jovens.catedralsantos
 
Comissão AB-C Diocese de Santos

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Diocese de Santos comemora 89 anos


Nesta quinta-feira 04 de julho de 2013 na Catedral de Santos, aconteceu a Missa em ação de graças pelos 89 anos de criação da Diocese de Santos, presidida por dom Jacyr Francisco Braido,CS, bispo Diocesano de Santos, e concelebrada pelos padres de várias paróquias da Baixada Santista (área de abrangência da Diocese – 9 cidades).
 
 



Durante a celebração, os seminaristas estudantes da Teologia Luciano Souza, Roberto Cristovão e Thiago Ouriques foram admitidos às Ordens Sacras (quando são oficialmente reconhecidos como candidatos ao sacerdócio).
 
 
 
 
 
Os fiéis da Diocese de Santos prestigiaram com muita alegria e devoção a solenidade da Santa Missa e festejos.
 
 
 



 
 
Ao final da celebração Dom Jacyr, canta parabéns e  sopra as velinhas de 89 anos em comemoração da Diocese de Santos. 
 
 
 
 
Parabéns Diocese de Santos
04 de junho 2013
Comissão AB-C da Diocese de Santos
 
Fotos- Facebook/diocesedesantos/Guadalupe e Francisco