sexta-feira, 18 de julho de 2014

Animação Biblico-Catequética – Regional Sul I – CNBB- Escola de Atualização quarto dia e encerramento



ENCERRAMENTO DA ESCOLA DE ATUALIZAÇÃO - CNBB – SUL 1 *   
COMISSÃO PARA A ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA



O Regional Sul 1 da CNBB por meio da Comissão para a Animação Bíblico-catequética, realizou nesta terça,15, no Auditório do Espaço Anhanguera, em São Paulo, a aula inaugural da escola “Atualização Catequética e Animação Bíblico-catequética”.
De acordo com o Bispo de Limeira e presidente da Comissão Regional para Animação Bíblico-Catequética dom Vilson Dias de Oliveira “o processo da escola de atualização, perpassa os seguintes eixos, entre eles, “O Caminho da Interpretação da Palavra”, com a Ms Ir. Maria Aparecida Barboza; “Ética e Moral Cristã”, assessorado pelo Luiz Alberto Assato; “Planejamento Catequético” com o padre Paulo Gil; “Eucaristia, Fonte de Vida e Missão”, ministrado pelo professor e doutor em teologia Pe. Paulo Sergio Lopes Gonçalves, além das oficinas: “Catequese com estilo Catecumenal”, sob a orientação da equipe de coordenação regional e “escolas diocesanas e paroquiais” com o padre Marcelo Machado””, declarou.
Ainda de acordo com o bispo, “a escola tem a duração de quatro dias, terminando nesta sexta-feira, dia 18/07. Logo em seguida, nós teremos a Assembleia Regional de Animação Bíblico-catequética, que acontecerá também nas dependências do Espaço Anhanguera e segue até domingo (dia 20/07), que tem como tema: “Catequista e Comunidade protagonista para a Nova Evangelização””, concluiu.
Objetivo da escola: A Escola de Catequese do Regional Sul 1 é um espaço formativo-celebrativo que pretende desenvolver nos catequistas as habilidades e competências necessárias para o bom exercício do seu ministério catequético, seguindo os eixos formativos correspondentes à Pastoral Bíblico-Catequética: ser, saber e saber fazer.
Destinatários: catequistas e agentes de pastoral envolvidos a ação evangelizadora
Metodologia: aulas expositivas, vídeos, leituras e atividades em grupo, pesquisa e estágio pastoral nas dioceses. Os encontros seguem a didática mistagógica, alicerçados no método: ver – julgar – agir – rever – celebrar, tendo sempre como pano de fundo a Sagrada Escritura.
Mística: inspirados no evangelho de Jesus Cristo, contribuir na formação dos catequistas, para que sejam verdadeiros discípulos-missionários, comprometidos com o Reino de Deus e a vida plena.
Avaliação: participação, estágio e trabalho final.
Responsáveis:
Paulo César Gil – E-mail: ppaulogil@hotmail.com
Maria Aparecida B. Ferrarezi: E-mail: cidinhaferrarezi@yahoo.com.br
Vanilda Aparecida Souza Silveira – E-mail: vanisil@terra.com.br
Margarete Caiasso- E-mail: magcaiasso@hotmail.com
Dom Vilson Dias de Oliveira, DC – E-mail: domvilson@uol.com.br
Confira abaixo os temas com os palestrantes (dias 15 a 18 de julho de 2014)
1. “O Caminho da Interpretação da Palavra” – Ms Ir. Maria Aparecida Barboza;
2. “Ética e Moral Cristã”, assessorado pelo Luiz Alberto Assato;
3. “Planejamento Catequético” com o padre Paulo Gil;
4. “Eucaristia, Fonte de Vida e Missão”, ministrado pelo professor padre Paulo Sergio Lopes Gonçalves;
5. Oficinas “Catequese com estilo Catecumenal”, sob a orientação da equipe de coordenação regional;
6. “Escolas diocesanas e paroquiais” com o padre Marcelo Machado.

De São Paulo, Renato Papis, MTb 61012/SP.

 

 

 

 

 

 

 

Quarto Dia da Escola de Atualização 

 



Hoje  no quarto dia, iniciamos nosso 4° encontro, com abertura do Pe. Paulo Gil e  Pe.Marcelo realizando a oração inicial.
A oração inicial foi uma espiritualidade realizada junto a natureza, abrindo com um belo salmo e reflexão do Evangelho.  Com uma dinâmica de uma folha e de dois em dois, como os discipulos de Emaus, fizemos um caminho até a capela, para oferecer a folha acolhida durante a nossa espiritualidade. 

















Pe. Marcelo Machado inicia os trabalhos do quarto  dia. 
 

Permanecer em Cristo 



  • Um coração inflamado pelo fogo de Jesus 
  • Estátuas de museu :rígido encarquilhado e estéril 
  • Um catequista acidentado e não doente 
  • Mover-se pela sístole e diástole


Já lembrava Aparecida (2007)
Em muitos partes a iniciação crista tem sido pobre ou fragmentada. Ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contacto com Jesus  Cristo convidando-os a segui-lo, ou não cumpriremos mossa missão evangelizadora; Impõe-se  a tarefa irrenunciável de oferecer modalidade da iniciação crista, que além de marcar. 
E a catequese Renovada (1983)
A formação de bons catequistas é o desafio numero um da Igreja Brasil de hoje.
Lembrou também Ad Gentes (1965)
E preciso portanto multiplicar a s escolas dioceses e regionais .
Mas o que acontece? 
Um mundo de transformação surpreendentes no campo da política, da cultura e da religião
Um tempo carregado de potencialidades positivas para o ser humano
Um tempo marcado por tensões, rupturas perdas de valores fundamentais trazendo sérios desafios para a familia e a educação
 Formação de catequistas
1950 mudança de épocas
1960 uma forte primavera formativa (formação bíblica, teológica e litúrgica)
1970 grande contribuição das ciências sociais (analise de resultados, conjuntura sociopolítica)
1980 emergência dos movimentos sociais e populares expressões de cultura e religiosas popular
1990 o fenômeno da urbanização e cultura midiática desloca o eixo para a mística e a subjetividade
2000 perda de encantamento no discipulado (praticas fragmentadas e participação ocasional)
Em tempos de pos-modernidade excluir a iniciação a vida crista
1- Pelo tempo
2- Pela intimidade
3- Pelo compromisso
Um processo pedagógico vivencial e catecumenal
Projeto orgânico e formação
Encontro com Jesus – conversão
Escolas Biblico-Catequéticas Paróquias
  • Catequistas de base
  • Escolas de IVC
  • Ministérios da catequese
Dimensão Existencial – Escolas Paróquias ou Regionais
Os 4 pilares que vamos apresentar na catequese:

Profissão de Fe
Sacramentos
Mandamentos
Oração
Terminando com os quatro qualidades fundamentais da escola:
  • Dialogo
  • Reflexão
  • Participação
  • Clima de fé  
 Fonte: AB-C Diocese de Santos





 No periodo da Tarde Oficinas: 

Oficinas - 

Oficinas - catequese com estilo catecumenal - Orientação: equipe de coordenação regional
A proposta foi de oito grupos, de nove pessoas, para passar em quatro cenários montados e observar cada um.
·        O primeiro cenário apresentava a catequese no contexto do pré Concílio de Trento ao Concílio Vaticano II.
·         O segundo cenário apresentava a Catequese Renovada, as conferências episcopais latino-americanas e a Primeira Semana Brasileira de Catequese
·         O terceiro cenário apresentava a Segunda Semana Brasileira de Catequese, a importância de se fazer uma catequese adulta com os adultos
·         O quarto cenário apresentava a Terceira Semana Brasileira de Catequese, o Documento de Aparecida.
            Depois de ter percorrido este caminho, à luz da entrevista com o irmão Nery, intitulada “Catequese de inspiração catecumenal”, os grupos responderam a seguinte questão: O que é essencial para uma catequese com estilo catecumenal?





            
 
 É necessária uma formação acerca do estilo catecumenal para os catequistas, os demais agentes de pastoral e também o clero. Que haja coragem para a mudança de paradigmas e um esforço de conversão de toda igreja. Uma integração entre liturgia e catequese.
            Querigma anunciado e vivenciado pelos catequistas, para que possam anunciar e testemunhar aos seus catequizandos e suas famílias. Voltar-se de fato para uma catequese com adultos, sem abrir mão da catequese infanto-juvenil, que proporcione um encontro pessoal com Jesus Cristo.
             Nas suas considerações finais, padre Paulo Gil, disse que o essencial é uma formação iniciática dos catequistas, que começa em casa. Fazer uma catequese fundamentada na Palavra, nos documentos, trazendo símbolos e sinais para mergulhar no mistério. Assim como caminhamos, no crescimento, o processo só vai acontecer se tivermos um encontro com Cristo.
           


fonte: http://www.abcdiocesejundiai.blogspot.com.br
       


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Animação Biblico-Catequética – Regional Sul I – CNBB- Escola de Atualização terceiro dia


Eucaristia fonte de vida e missão da Igreja


Palestrante: Pe. Paulo Sergio Lopes Gonçalves

Hoje iniciamos nosso 3° encontro, com abertura do Pe. Marcelo realizando a oração inicial. Pe. Paulo inicia os trabalhos do dia, tema de hoje Eucaristia fonte de vida e missão da Igreja.


O intelecto da fé:


Objetivo: Apresentar analiticamente a Eucaristia como sacramento originário da vida e da missão da Igreja.

Eucaristia sem igreja não há como levar: é uma experiência com o Jesus Ressuscitado e o Crucificado este encontro nasce  Eucaristia.


Resultado esperado:


Eucaristia:

·         Ceia fraterna do senhor

·         Sacrifício amoroso

·         Presença real de Cristo na Igreja e no mundo

·         Sonho escatológico

 Escritura

·         Eucaristia: ceia do senhor - 1cor 11, 23-26

·         Contexto histórico: comunidade de Antioquia

·         Contexto teológico: ceia judaica (Ex 12, 1-14)

·         Tradução: “ Eu recebi do Senhor”

Cena

·         Noite em que foi traído, tomou o pão, deu graças, partiu-o e disse:

·         Tomou o cálice com vinho e disse:

·         Identificação entre o pão e o corpo de Jesus

·         Identificando entre o vinho e o sangue de Jesus

·         Realce à memória com caráter escatológico.

·         Mt26, 26-29

Contexto histórico comunidade constituída de Judeus da diáspora

Contexto teológico: centralidade da justiça do Reino de Deus


Teologia
  • Identificação entre pão e corpo de Jesus
  • Identificação entre vinho e sangue de Jesus com sangue da aliança (remete a Lv1-7) - Mc14, 22-25
  • Contexto histórico: comunidade de iniciantes nafé cristã
  • Contexto teológico: identidade de Cristo e seguimento de Jesus

Teologia

  • Identificação entre o pão e o corpo
  • Identificação entre o vinho e o sangue de Cristo e com o sangue da aliança
  • Vinho escatológico - Lc 22, 19-20
  • Contexto histórico: comunidade de gentios
  • Contexto teológico: soteriologia universal


Teologia:

·         Identificação entre pão fracionado e ação de graças: eucharistein

·         Identificação entre pão e corpo

·         Identificação do cálice com a nova aliança do sangue de Jesus

·         Realce a memória de Cristo

 Eucaristia: fração do pão

·         Texto fundamentais: Lc24, 13-35; At2, 42-46; At20, 7-11

·         Contexto histórico

·         Comunidade de gentios

·         Obra Lucana: Evangelho e Atos

·         Contexto teológico:

·         Soteriologia Universal

·         Catequese didaskalia ( pregar, falar)

Celebração de iniciação crista

Querigma é um anuncio, temos que explicar – didaskalia. ( Lucas repete para afirmar anunciar melhor)

Todos participavam da ceia do senhor, os adultos as crianças( porem aparecendo mais tarde) .

Paulo fala do Batismo ressuscitar com Cristo. Batismo é uma coversão. O modelo que existe primeiramente era um modelo de ceia,

Teologia:

Articulação entre Palavra e Eucaristia – Jesus aparece para os discípulos-

História da Salvação:

Palavra que prepara o caminho eucarístico: “arder o coração”

Eucaristia:

Fração do pão

Ceia fraterna

Experiência fiducial: olhos abertos


Pontos fundamentais da aula no primeiro modulo:

Intervalo 


Emaus
- articulação entre palavra e eucaristia
- voltando de jerusalém, indo para emaus
- Jesus aparece e eles ficam surpresos
- Jesus, então, caminha com eles e lhes explica de Moises até os profetas; historia da salvação.
- No entardecer, no início da tarde, "no começo da noite" e Jesus fica com eles para cear e é reconhecido pela na fração do pão;
- palavra que prepara o caminho eucarístico - arder o coração

A palavra, pelo caminho, prepara para a fração para o arder do pao, para a eucaristia
Toda a palavra explicada fica clarificada.
O gesto é passivel de entendimento porque foi explicado pela palavra, pela narrativa das Escrituras.

Os profetas anunciam a vinda do Messias. Lucas -> Jesus é o Messias, o Salvador prometido.
Ceia fraterna, do acolhimento.

- Fração do pão;
- Ceia fraterna
- experiência fiducial (de confiança): olhos abertos
- pela eucaristia os olhos se abrem conforme a luz da fé

Eucaristia como sacrificio amoroso (carta aos Hebreus)
contexto histórico
Quando foi escrita: 1) Por volta dos anos 70 ou 2)escrita mais ou menos no ano 100,101,102, época de perseguição e martirio?
primeira tese: membros da comunidade são da diáspora, judeus;
segunda tese - pós apostólica, passagem de segunda para terceira geração de cristãos, enfase no sacrificio, martirio de Jesus, martirio da perseguição da fé.
Nas duas:
- pessoas desanimadas, caiu o templo o sacerdocio;
- crise do próprio sentido da fé, persguição só me traz problemas; então o autor quer animar este público

comunidade em crise judaica, não há sacerdote, nem templo, nem sacrificio.
comunidade cansada da perseguiçãoe do martírio.

contexto teológio
centralidade cristológica
teologia da aliança: sacerdócio e cordeiro imolado

perspecitva cristã -> tem Jesus Cristo, na sua pessoa o cordeiro e sacerdote; na mesma pessoa de Cristo
vitima da passagem e sacerdote, sumo sacerdote e eterno sacerdote.

Vaticano II - aparece numa perspectiva: todos são sacerdotes, pelo batismo

Teologia da nova e eterna aliança
Hb 4, 14-5,10
Superioridade do sacerdócio de Cristo, do culto e da mediação;
Hb 7-9
porque Jesus é o Cordeiro imolado - Hb 10-13
acabou-se a necessidade de sacrifios, pois este, o de Cristo, é o sacrifício por excelência.
Jeus Cristo: Sacerdote e Cordeiro, aliança plena

teologia trinitária - não sao 3 deuses - Nicéia (Atanásio)- Constantinopla.

pessoa - persona - prósopo (máscara) - rosto
teatro grego -um só ator e vários personagens
substância divina do ser é uma só, constituída de três pessoas
todas as 3 sao divinas, consubstanciais
propriedade e missão é o que as torna diferentes
próprio do Pai gerar o Filho
próprio do Filho ser gerado
próprio do Espirito proceder do Pai e do Filho

missão
pai - criar
filho - redimir salvar
espirito - santificar iluminar

unidade - esta na divindade
pericorese - interpenetração

- quando o Pai na sua propriedade gera, ele gera em comunhao com o Filho e o Espírito
etc..
- filho
- o Pai cria na mediação do filho e na ação do Espirto
- o Espirito santifica e ilumina por vontade do Pai, na mediaçao do filho que doa o Espírito à humanidade.

Em Deus não há solidão. Há comunhao de 3 pessoas ...

Deus ama - o Filho é o amado do pai - Espirito: amor do Pai pelo Filho do Filho pelo Pai.

Sacrificio amoroso - é cruento, mas não masoquista, não sádico. É amor de salvação.

Tradição
a celebração da eucaristia na igreja primitiva
banquete sagrado - Didaché 10, Inácio de Antioquia, Efes 20
convivio comunitario - Tertuliano, de Oratio 6
Banquente sacrifical: justino, Apologia I, 66

Revelação fundande transnmida ao longo da história de modo que seja entendida em cada época da história.

Tradição não é coisa velha ultrapassada (isto é tradicionalismo); é o elemento antigo que se conserva sempre novo ao longo da história.

A teologia eucarística dos padres da igreja.
- Sacramento da paixão, morte e ressurreição de Jesus;
- Sacramento que celebra a Páscoa de Cristo e sua cotidianização

Agostinho: Signum rememorativum, Signum demonstrativun, Signum prognosticum (futuro) e Res tantum (realidade plena)

Escolástica (sec XIII, XIV) Aquino
eucaristia - expositione missae - gregorio magno
transubstanciação

contradição entre alegorismo (Amalário) e realismo (Agobardo e Floro), com a busca de solução no dinamismo figurativo (Ratramno) presente na figura, na verdade (res) e no mistério.

concilio de trento

eucaristia-sacramento real: Tomás de Aquino:
Sacramento: sacramentum - misterium: res tantum
Cristo eucarístico: Cristo da paixão: realidde objetiva
Pão e vinho: presença real de Cristo ex-concomtantia
Identificação entre Eucaristia e a cruz de Cristo
Transubstânciação
Eucaristia: Cristo oferecido como oferta da Ireja: Duns Scotto

A Eucaristia no concilio de Trento
- o sacrificio da missa é o (único) sacrifico de Cristo que a igreja realiza (unico)

pós tridentina

seculo XX
Vaticano II e o pós concílum
Eucaristia- Memorial da morte e ressurrreição de Cristo
Eucaristia - sacramento de amor
Eucaristia - sinal da unidade
Eucaristia - evento pascal

Movimento litúrgio - teologia do mistério

Celebração amparada no mistério pascal

Schilebeck (corrigir este nome):
- Transsignificação (o significado)
- Transfinalidade (ninguem vai jantar!)

Paulo VI preocupação com a unidade: como tratar a transubstanciação?
Mysterium fidei: 1965
Eucaristia - dom e sagrado, mistério central na liturgia cristã
Eucaristia - sacrifício e sacramento
Eucaristia - sacrificio da missa celebrado pela Igreja

Lugares longínquos: celebração da palavra

misterio central da igreja
sinal de unidade, evento pascal, sinal da gloria de Deus acontecida já em Cristo

Sacramentum caritatis - João Paulo
Elesium de eucharistia -

Dimensão social da Eucaristia
- é pessoal, mas não de dimensão individualista;
- é ceia da inclusão, cuja mesa tem lugar para todos;
- a exclusão da eucaristia é da própria pessoa: chegar sem a roupa, a exigência (Mt);
- deve reletir socialmente na ideia de uma sociedade fraterna, justa, tem repercussão na justica (Uma estrutura social que cria abismo entre riqueza e pobreza não é uma sociedade eucaristia - João Paulo II);
- tem compartilhamento, fraternidade;
- em total oposição à ganância, a ostentação, a acumulação (ver doutrina social da Igreja);
- em total oposição à xenofobia, ao preconceito;

"Inculturação" eucarística
- ideia teologica, consoante com "endoculturação" (da "antropologia);
- cultura = a totalidade dos produtos humanos significativos, tem materialidade e espiritualidade;
- inculturação = troca entre culturas. o evangelho sendo anunciado e compreendido a partir da matriz cultural de quem escuta o evangelho.

Hospitalidade eucaristica

Presença real de Cristo

Espiritualidade Eucarística - jeito de viver segundo o Espírito, nosso jeito de professar a fé.

Ecologia
Sétimo dia:
- repousou (ideia da cama habitada, quando você deita na cama, você habita "toda" a cama; assim Deus, após a criação repousa, habita toda a sua criação!)
- abencoou 
- santificou

Ao ser sepultado Jesus é perfumado com "mirra e aloes" - o perfume do óleo do crisma, da mulher que lavou seus cabelos.
Perfume do espírito - exalar o perfume de Deus
E foi enterrado numa sepultura no "jardim" - alusão ao Éden, Paraíso?

mariologia eucarística

Na Lumem Gentium - que trata da eclesiologia, o último capítulo é sobre Maria, aquela que acolheu a graça, serva do Senhor, que pela graça nos trouxe o salvador, para que trouxesse o salvador e acomanhou o filho até a morte e acompanhou os discípulos. Mãe da Igreja.

Maria traz ao mundo a Eucaristia ao mundo.

Para terminar os trabalhos do dia, o encerramento foi com a celebração da Santa Missa;








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Fonte: AB-CDiocese de Santos - 1º Modulo
Fonte: http://abcdiocesepresidenteprudente.blogspot.com.br/search?updated-max=2014-07-18T13:35:00-03:00&max-results=7 - 2º Modulo

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Animação Biblico-Catequética – Regional Sul I – CNBB - Escola de Atulização - segundo dia

Escola de atualização Catequética

Tema: Eixos Temáticos para Escola Regional

Hoje dia 16 de julho, inicia os trabalhos do segundo dia da Escola de Atualização Catequética. Com a reflexão do Evangelho.  
 
Palestrante Luiz Alberto Assato, professor  Ética e Moral  nos apresenta a 2° aula, com o título
1- Origem e significado de Ética e de Moral
  • “ethos” Grego – caráter valores, costumes que identificam uma pessoa, um grupo.
  • “mos” tradução de “ethos para o latim como “mos”. Dando ênfase ao significado de costume. E é deste termo latino latino que se origina a palavra moral.
2- Distinção entre Ética e Moral

Os dois termos são tidos como sinônimos

A moral é o conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes valores que norteiam o comportamento do individuo no seu grupo social e o comportamento do grupo como um todo.

Moral tem uma clara conotação Normativa.

A ética é a teoria, o conhecimento ou a ciência do comportamento moral, que busca explicar, compreender, justificar e criticar a moral ou as morais de pessoas, grupos e sociedade.

A ética é vista no nível da filosofia e da ciência.

È um conjunto de princípios que governam a vida das pessoas, do grupo e da sociedade. 

A moral está ligada à prática concreta, enquanto a ética é uma reflexão teórica sobre a vida moral.

3- O ser humano precisa de Ética e de Moral

·        Nenhum homem é uma ilha” - Thomas Morus

Para o ser humano viver é conviver e é justamente na convivência, na vida comunitária e social que o ser humano se descobre e se realiza enquanto um ser ético, um ser moral.







Formação de consciência

Os animais não tem ética nem moral, ao menos no nosso conceito.

Agem por instinto, sem liberdade de escolha ou discernimento consciente de seus atos.

Assim o animal pode ser domesticado, adestrado, mas nunca dotado de ética.

Na natureza, só o homem e a mulher assumem comportamento ético.

É a partir dos 3 anos de idade que a pessoa começa a se dar conta de que não pode fazer o que quer nem agir instintivamente.

Perceber as relações sociais: a mãe que reclama porque a criança faz xixi no chão, o pai que ensina a comer de tudo, a babá que lhe dá banho todo dia. Aos poucos para a esfera da razão.

Fonte: Comissão AB-C Diocese de Santos

quarta-feira, 16 de julho de 2014


Escola de atualização: anotações sobre Planejamento Catequético

Animação Bíblico-catequética - Regional Sul I - CNBB
Escola de Atualização Catequética
15-18 de julho de 2014

Anotações da aula sobre Planejamento Catequético.
Professor: Padre Paulo Gil

Início: 14:30

Mateus 13
Naquele mesmo dia Jesus saiu de casa,
foi para a beira do mar,
subiu num barco,
sentou-se ali,
e começou a ensinar a multidão

Planejar - pensar a ação a ser realizada

Ver a pessoa não o trabalho.
Considerar a importância do tempo necessário para a realização.
Fugir do calendário. Não se trata de agendamento de eventos, mas do projeto catequético todo.

Ao final da aplicação, constatar que "conseguiu mais amigos para Jesus"
É preciso "foco". Identificar por onde caminharemos, com quem caminharemos.
Planejar - pensar o que vem depois da curva, cogitar para onde vou?
Sair do lugar sem saber para onde ir não leva a lugar nenhum.

CT - catequese - tarefa primordial da Igreja.
Cristo - última ordem: fazer discipulos de todas as nações.
Deixou uma ordem, pensou uma açao, fez um planejamento, deixou claro o que tinha que fazer, pensou no tempo de preparação dos discípulos, só lhes enviando no momento oportuno.
Confia-lhes a missão e o poder de ensinar, o poder de explicar, e dá-lhes o Espirito Santo, para realizarem tal missão.
Catequista, o que vais ensinar? Vou ensinar o que foi visto, contemplado, e tocado.
A catequese é (CT) o conjunto dos esforços na (da) Igreja para fazer discipulos de Jesus, para ajudar os homens a acreditar que jesus é o seu salvador, para edificar o Corpo de Cristo.

Esta energia é energia transferida para a catequese, processo que vem da ordem final de Jesus.

ordem -----> planejamento

conjunto de esforços ------> meta

fazer iscipulos, anunciar, ensinar, explicar com autridade ----> caminho / itinerário

Espirito Santo -------> mestre interior

realizar - edificar -----> objetivo

Programação não é planejamento.
Considerar que a meta não e o dia do final da catequese, da primeira eucaristia, do batismo, etc, mas é o "encontro pessoal com Jesus".

Anunciar não é explicar, não é ensinar!

Processo --> "anúncio", "ensino", "explicação".

Respeitar o processo de desenvolvimeno do ser humnano em suas dimensões psicofísicas, dentro da sua capacidde pessoal, da sua realidade.

Hierarquia de conteúdos.

Conteúdo - considerar:
--> cada pessoa como ser único e inteiro;
--> a catequese boa é a que tem muitas perguntas;
--> acolher cada um como cada um é;

Ir ao encontro.
Mas "como ter, então, a mesma atitude de Jesus?

Educar o ser humano na fé.
Anunciar a palavra respeitando o desenvolvimento de cada pessoa e de sua personalidade.
Fazer penetrar a Palavra de Deus em sua formação: na fé, da consciência; para a oração e para o engajamento.
A palavra de Deus (semente) é a mesma para todos (terrenos diferentes).

O desenvolvimento se dá por períodos, cada um com suas caracteristicas:
4-6 anos;
7-8 anos;
9-10 anos;
11-13 anos;
14-16 anos;
juventude;
vida adulta; e
velhice.

programação versus planejamento

planejar
planos e projetos

[quadro fotografado]

Jesus soube valorizar o tempo de cada um, nos seus encontros. Partilha o seu ser, o seu amor. E, depois, pede um compromisso. Vejam os "encontros de Jesus" narrados no Evangelho.

Pensar a ação antes, durante e depois de qualquer atividade.

Tomar as decisoes mais acertadas sobre cada ação.
--> Cuidado com o improviso.
--> Em partir sem saber para onde queremos chegar.
--> Em "agir" sem "tomar decisões".
--> Cuidado com o "empirismo", sem embasamento teórico, científico, na base do "achometro".

Por uma catequese mais comprometida e renovada.
A ação planejada leva ao crescimento.

Uma catequese de responsabilidade.
A experiência da igualdade (comunhão): o grupo amadurece, cresce e se compromete.

A "família não é adversária, é parceira"

Planejamento é mais que projeto e plano.
De olho nas nossas necessidades, ter presente os desafios que compõe a realidade local --> resposta aos anseios e expectativas da comunidade.

Cada novo ano:
Lancar o olhar para perceber quais as necessidades da catequese na comunidade;
Necessidades - realidade para ser trabalhada neste momento, muda de ano para ano, as pessoas, as expectaivas, o público (foco)
Olhar para o público.
Não o que eu quero mudar.

É preciso uma mistica iluminada pela palavra, pela luz da palavra de Deus.
Pensar como preencher este vazio.
Ler a História, o momento, à luz da palavra de Deus, atento às verdadeiras necessidades.

Considerar o material humano. com quem contamos, envolver toda a turma.
Todo ser humano espera ser solicitado para alguma coisa, sempre.
Acolher e valorizar as ideias, mesmo as diferentes, frágeis, limitadas; não construir muros que separem, que diminuem, humilhem.
Paciencia para ouvir ideias, para ouvir o outro, para planejar juntos.
Envolver o grupo e a comunidade.

Adultos - temas por conta de diversas pastorais.
"Secretaria pastoral" diferente de "secretraia paroquial/administrativa".
Atendimento de cinco em cinco familiares antes da admissao à catequese; sete encontros com os pais antes de começar a catequese; turmas iniciam-se em tempos diversos durante o ano.

Determinar prioridades (em função dos objetivos)

Alcancar os objetivos supõe saber o que se quer fazer, quando fazer, como fazer, com quem e com que meios.

Programação - faz parte do planejamento --> "colocar eventos no calendario".

Elaborar Plano
--> estabelecer as etapas do planejamento
--> elaborar o plano
--> planejar o possível de ser executado

Avaliação periódica das etapas, dinâmica e permanente

Planejamento
--> olhar a realidade
--> prioridades
--> programação
--> avaliaçlão

Programação:
--> Objetivos
--> Estratégias
--> Programa de ação (tarefas)
--> Projetos - elaborar cronogramas e responsabilidades (encontro de catequese, encontro com a familia...)

Projetos
identificação ---> o que?
justificativa ---> por quê?
objetivos ----> para que?
localização ----> onde?
metodologia ----> como? - breve descrição das atividaeese principais orientações
responsabilidade -----> quem?
recursos------> investimentos (recursos humanos, materiais e financeiros)
avaliaç]ao do projeto - considerações necessarias

A mística do planejamento
- revela a caminhada e a experiência de interação fé e vida
- favorece a harmonia necessária
- garante a relação entre prática-reflexão-ação
- garante a atitude de escuta orante da palavra de Deus que ilumina o olhar

Término: 17:10



Celebração Eucarística: 17:30


terça-feira, 15 de julho de 2014

Animação Biblico-Catequética – Regional Sul I – CNBB - Escola de Atualização - primeiro dia


Escola de atualização Catequética


Tema: Eixos Temáticos para Escola Regional


Hoje iniciou as atividades escola de atualização catequética do Regional Sul I, deu-se início às 14h30 do dia 15 de julho, no Espaço Anhanguera, em Perus.




        O padre Paulo Gil, assessor da Animação Bíblico Catequética do Regional Sul I, acolheu a todos com muito carinho e fez uma oração inicial. Logo após o acolhimento, a Ir. Maria Aparecida Barbosa, da congregação das irmãs do Imaculado Coração de Maria, começou a sua reflexão como tema proposto do eixo Bíblico: “Caminho para interpretação da Palavra”.


A Ir.Maria Aparecida trabalhou o caminho de interpretação da Sagrada Escritura tendo como instrumentos de trabalho dois documentos da Igreja de grande importância para Animação Bíblica da Pastoral: A Dei Verbum e a Verbum Domini.

Pode-se destacar da reflexão realizada pela assessora, os seguintes tópicos:

· A Tradição oral e escrita da Sagrada Escritura;

· Animação Bíblica na catequese;

· Alguns passos para diminuir a distância entre os cristãos e a Palavra de Deus. Pela intimidade da Palavra, que crescemos no diálogo com as outras religiões, e assim viver o ecumenismo;

· Dei Verbum : Um amplo espaço à Palavra de Deus, a Bíblia na mão do catequizando e o avanço das ciências bíblicas;

· Verbum Domini: A intimidade de Deus a partir da Palavra- Uma Igreja conduzida pela Palavra;

· Uma Igreja convocada a anunciar a Palavra ao mundo, motivando a justiça e a caridade

· Deus que escuta o ser humano e sabe das suas necessidades, Ele se dá a conhecer no dialogo, pedagogia dialogal de Deus.
Terminando Irmã nos disse: “Fala da Mãe do Verbo e Mãe da Alegria.”



Resumo das Conferencias:

1955 – Rio de Janeiro

1968 – Medellin _ A Bíblia como força renovada

1979 – Puebla A Bíblia na ótica dos pobres

1992 – Santo Domingos – Bíblia – semente do Verbo espalhada nas culturas

2007 – Aparecida – Bíblia no processo formativo do discípulo missionário.

A Ir. Maria Aparecida, fez um itinerário sobre as cincos conferências episcopais da América Latina e Caribe, destacando o que cada uma traz de contribuição para a interpretação da Sagrada Escritura, na vida da Animação Bíblica Pastoral.
Para finalizar Pe. Paulo Gil destacou que a Palavra deve ser acolhida, meditada, celebrada, vivida, transmitida na nossa ação pastoral.


Fim dos trabalhos do primeiro dia.













 Fonte: http://abcdiocesejundiai.blogspot.com.br/ e  Comissão AB-C e fotos de Imaculada Cintra



domingo, 6 de julho de 2014

Artigo Pe.Luís Gonzaga - Julho de 2014


Anunciadores de Jesus e seu Reino


 

Ao desenvolvermos a missão evangelizadora, temos certeza que nossa proposta tem um valor fundamental para a vida de qualquer homem e mulher e por isso nos dedicamos em anunciar essa verdade a cada vez mais pessoas que ainda não a conhecem.

De fato conhecer e acolher Jesus e o seu anúncio do Reino é o que de melhor pode acontecer na vida de alguém. Jesus é o único que nos traz a salvação e, justamente por isso, nos propõe um caminho de comunhão com todos os seus irmãos e irmãs como sinal de uma verdadeira adesão a Deus e seu projeto de amor.

Tal dimensão comunitária do anúncio evangelizador nunca pode ser esquecida. É necessário anunciar Jesus deixando claro que só se torna seu discípulo quem aceita exercer o discipulado missionário junto com todos os que já fizeram essa opção de vida. Precisamos reconhecer que são muitos os que preferiram deixar de lado privilégios e lucros materiais para aderir à proposta de serviço, doação e partilha, próprias de quem aceitou o desafio de fazer o Reino dos Céus começar a acontecer aqui neste mundo. São pessoas que entenderam que para conseguir possuir o tesouro, era necessário comprar o terreno todo no qual ele estava escondido...

Esse é um dos grandes desafios da catequese levar a pessoa a uma participação efetiva na Comunidade como sinal de verdadeira adesão ao projeto do Reino anunciado e iniciado por Jesus. Em todo o caso, uma tentação que temos que superar é a de querer decidir quem será capaz ou não de aderir a essa proposta como se coubesse a nós tal decisão. Nossa missão é a de anunciar com uma convicção capaz de convencer quem nos ouve. A decisão de acolher ou não tal proposta será sempre da pessoa. Mesmo sabendo que entre os que dizem aceitar, encontram-se, também, os que buscam somente benefícios egoístas, na realidade não temos capacidade para distinguir quem é sincero de quem está somente querendo se mostrar.

Com muita sabedoria o Papa Francisco assim se expressa na Evangelii Gaudium: “Mais do que como peritos em diagnósticos apocalípticos ou juízes sombrios que se comprazem em detectar qualquer perigo ou desvio, é bom que nos possam ver como mensageiros alegres de propostas altas, guardiões do bem e da beleza que resplandecem numa vida fiel ao Evangelho” (EG 168).

Portanto, quanto mais vivermos nossa com autenticidade nossa adesão a Jesus e ao seu projeto do Reino, melhor o anunciaremos e contribuiremos para que mais pessoas, na própria Comunidade tenham corajem de tomar com mais seriedade sua decisão de vida pelo único tesouro que vale a pena.

 

Aprofundamento a partir da Palavra de Deus: No 17º Domingo do Tempo Comum a liturgia nos propõe o seguinte texto bíblico: Mt 13,44-52. Convido você a lê-lo com calma, prestar atenção e responder: Sabendo que o tesouro é Jesus e o terreno é a Igreja, como entender essa parábola? Sabendo que a rede cheia de peixes é a Igreja e os peixes são os que dela participam, como entender essa parábola? Jesus é a grande novidade para nossa vida, por isso toda nossa experiência passada deve ser jogada fora? O que tudo isso tem a ver com nossa missão evangelizadora?

 

AGENDA
Ø  Retiro de Catequistas 2014, que será realizado em cada cidade da Diocese:
ü  02 de Agosto = São Vicente às 14h na Paróquia Cristo Rei;
ü  16 de Agosto = Bertioga às 14h na Riviera;
ü  30 de Agosto = Itanhaém e Peruíbe, às 14h na Igreja São Bento – Gaivota;
Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!

 
Pe. Luís Gonzaga Bolinelli – Assistente Eclesiástico da Comissão

sábado, 5 de julho de 2014

Parabéns à Diocese de Santos!


O Papa Pio XI quem deu origem à Diocese, pela assinatura da Bula "UBI PRAESULES", em 4 de Julho de 1924.
 
 

 A princípio, a diocese tomava conta de todo litoral de São Paulo, de ponta a ponta, mas com o passar dos anos houve a criação de outras dioceses no litoral, por isso hoje a Diocese de Santos abrange somente as 9 cidades da Baixada Santista.

 

Sobretudo, oremos também por Dom Jacyr Braido, bispo diocesano, para que nunca lhe falte forças para continuar levando pra frente a missão de pastorear o rebanho a ele confiado.

Oremos pelos padres, diáconos e seminaristas, para que sejam sempre obedientes ao chamado de Jesus para cada um em particular.

Oremos também por toda a população pertencente a Diocese de Santos, hoje somam mais de um milhão de pessoas.

 

Que a Virgem do Rosário, padroeira da Diocese de Santos, interceda por nós!

 Viva a Diocese de Santos!