segunda-feira, 10 de julho de 2017

TRÍDUO – 13ª Romaria Diocesana ao Santuário Nacional de Aparecida



A Diocese de Santos realiza a 13ª Romaria ao Santuário Nacional de Aparecida, no dia 2 de agosto. As comunidades já estão organizando suas caravanas para participarem da Santa Missa que será presidida pelo Bispo Diocesano D. Tarcísio Sacaramussa,SDB, às 9h, no Santuário.
Para viver melhor esta Romaria, no espírito do Ano Nacional Mariano e dos 300 anos do achado da imagem de N. Senhora Aparecida, a Coordenação Diocesana de Pastoral preparou o roteiro de um Tríduo, a ser realizado pelas comunidades, antes da Romaria. Procure o livrinho em sua comunidade e participe – em oração ou presencialmente – da 13ª Romaria Diocesana ao Santuário Nacional de Aparecida.
Nossa Senhora Aparecida, Rogai por nós!



Fonte: Diocese de Santos/SP

terça-feira, 4 de julho de 2017

Artigo de julho de 2017 Padre Aparecido Neres Santana

JESUS É O SEMEADOR, O DISCÍPULO MISSIONÁRIO, 
A BOA SEMENTE

Neste Artigo Bíblico-Catequético refletiremos sobre o Evangelho de São Mateus 13, 1-23 do 15° Domingo do Tempo Comum. No capítulo 13 de Mateus narra sete parábolas. Parábola vem do grego, parabolê, verbete formado por duas palavras, que são: Pará, cujo significado é “ao lado de”, “ao longo de” e “para além de” e bolê, que significa, “jogar” “lançar”. Portanto, parábola sinaliza algo além, provoca uma busca de algo mais profundo. Ademais, as parábolas sobre o Reino, formam o terceiro discurso mais importante no Evangelho de São Mateus. Com os relatos parabólicos, Jesus pretendia explicar o tema fundamental de sua pregação, isto é, a vinda do Reino de Deus na sua pessoa e ações. As parábolas, são dirigidas para as multidões, para as pessoas simples. É por isso, que Jesus as elabora, a partir da natureza, e de elementos do cotidiano, daquelas pessoas, que provinham, na sua maioria, de uma sociedade campesina. Esta primeira parábola, a do Semeador, compara três espécies de sementes que se perderam, com uma espécie de semente fértil. As sementes se perderam porque caíram em solos ruins, isto é, à beira do caminho (v.4), em lugares pedregosos (v.5) e entre os espinhos (v.7). Mas a semente que caiu em terra boa (v.8), deu frutos. Jesus quer assim frisar, que não obstante o repetido insucesso, existe uma semente que produz fruto abundante. O semeador que espalha generosamente as sementes é o próprio Jesus. As sementes boas são os discípulos, os de casa (V.1), que aceitaram a Palavra - Aqui estamos no coração desta parábola, que é a aceitação, ou não, do Reino dos Céus. Os que compreendem a Palavra (discípulos), e os que não compreendem, ou não querem compreender esta Palavra (Fariseus, Escribas e doutores da Lei, que tinham influência sobre as multidões). Três sementes perdidas e uma frutífera. Isto mostra a dificuldade encontrada por Jesus e os discípulos no anúncio do Reino de Deus. Embora a missão tenha sofrido um duro golpe - como os discípulos que abandonaram a missão (cf. Jo 60-71) - e por conta também das perseguições, riquezas (cf. Mc 10, 17-27), ou outras razões, Jesus quer recuperar a confiança do semeador e a força da semente. A parábola do semeador, portanto, é uma advertência aos cristãos, preguiçosos e frios, que desanimam na missão, porque não conseguem frutos rapidamente. O semeador sai para semear, mas não volta para colher, porque quem colhe é Deus. Para refletirmos: O texto de hoje, mostra que nós somos ‘os de casa’ (Discípulos). Por isso, antes de sairmos como discípulos missionários ao encontro das multidões (‘os de fora’), lançando as sementes do Reino, temos que trabalhar dentro de nós, e na comunidade, para alcançar, a ‘conversão pessoal e pastoral’. Portanto, será que estamos nos fazendo presentes no meio da sociedade, no encontro com o outro, semeando o amor de Jesus nos corações das pessoas? Ou somos cristãos somente dentro da Igreja e no salão paroquial?

Pe. Aparecido Neres Santana - Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C

sexta-feira, 23 de junho de 2017

CNBB lança documento sobre iniciação à vida cristã, aprovado na última Assembleia Geral

Está disponível o novo documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) “Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários”. O texto foi aprovado pela 55ª Assembleia Geral da CNBB e recebe o número de 107 da coleção azul da Conferência. Aos catequistas e responsáveis pela animação pastoral das dioceses e comunidades está disponível um material com slides para trabalhar o texto.
Já no primeiro capítulo o texto apresenta o itinerário a partir do “ícone bíblico” representado pelo encontro de Jesus com a Samaritana retratado no capítulo quatro do Evangelho de São João. Em seis passos o documento apresenta os processos de iniciação ao discipulado de Jesus.
O documento oferece novas disposições pastorais para a iniciação à vida cristã, presente nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora desde 2011. Para os bispos, a dedicação em torno da temática revela o propósito de “buscar novos caminhos pastorais e reconhecer que a inspiração catecumenal é uma exigência atual”. Ela permitirá formar discípulos conscientes, atuantes e missionários.
“A vida cristã é um novo viver que requer um processo de passos de aproximação, mediante os quais a pessoa aprende e se deixa envolver pelo mistério amoroso do Pai, pelo Filho, no Santo Espírito. Ela desperta para novas relações e ações, transformando a vida no campo pessoal, comunitário e social. Essa verdadeira transformação se expressa através de símbolos, ritos, celebrações, tempos e etapas”, escreveu o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, na apresentação do documento.
Para dom Leonardo, o texto “expressa o caminho que a Igreja no Brasil percorre, iluminada pela Palavra de Deus e pelo Documento de Aparecida, aprovado pela V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano, realizada há 10 anos. “Assumindo sempre mais as orientações de Aparecida e do papa Francisco, nossas igrejas particulares, nossas comunidades, nossas famílias e todas as pessoas batizadas serão testemunhas da alegria do Evangelho”, acredita dom Leonardo.
Fonte: http://cnbb.net.br/cnbb-lanca-documento-sobre-iniciacao-a-vida-crista-aprovado-na-ultima-ag/

segunda-feira, 19 de junho de 2017

FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS E EVANGELIZADORES DIOCESE DE SANTOS/SP


TEMA: INICIAÇÃO À VIDA CRISTà

UM PROCESSO DE INSPIRAÇÃO CATECUMENAL NA COMUNIDADE 



A Comissão para à Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Santos, está realizando nas cidades da Diocese, a formação de Catequistas e Evangelizadores. 

Estão convidados todos os catequistas (catequese infantil, adolescentes, jovens e adultos), isto é catequistas, evangelizadores e agentes que trabalham com a Crisma e o Batismo. 

Também estão convidados as Pastorais da Liturgia e Vocacional. 


Formador:  
Pe. Aparecido Neres Santana, Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C Diocesana .

Material: 
Trazer a Bíblia, o Itinerário Catequético, e um caderno para anotações. 


Confira a agenda das formações, veja a sua Cidade ou Região.

AGENDA JUNHO/JULHO/2017

Ø  Encontro de Formação de Catequistas e Evangelizadores:
  
Regiões: Litoral Centro  – ( Cidades de Praia Grande e Mongaguá)  
  23 de junho sexta-feira às 19h -      

COMUNIDADE SÃO JUDAS TADEU




Telefone: (13)3491-1337
Endereço: Av. Guilhermina, 785
Bairro: Jardim Guilhermina
Cidade: Praia Grande

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   Região do Guarujá (Cidade do Guarujá)

Dia 30 de junho de 2017 sexta-feira às 19h

PARÓQUIA SANTA ROSA DE LIMA


Telefone: (13)3358-1920
Endereço: Av. Manoel da Cruz Michael, 297
Bairro: Santa Rosa
Cidade: Guarujá
  

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Região Litoral Sul (Cidade de Itanhaém)

Dia 01 de julho de 2017 sábado às 8h

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO


Telefone: (13)3422-4029 
Endereço: Av. Rui Barbosa, 1200
Bairro: Jardim Laranjeiras
Cidade: Itanhaém.
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Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!
    ü  Facebook: www.facebook.com/abcsantos
    ü  E-mail: abcdiocesedesantos@gmail.com


Catequistas e Evangelizadores  sua participação é muito importante!

Teremos o Itinerário para vender ao custo de R$ 10,00.

Comissão AB-C - Diocese de Santos 


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Florianópolis sediará IX Sulão Bíblico-Catequético

A edição deste ano irá refletir sobre a “Comunicação no processo de Iniciação à Vida Cristã”, tendo como lema as palavras do apóstolo Pedro no início do evangelho segundo Marcos: “Senhor, todos te procuram” (Mc 1,37).


“Comunicação no processo de Iniciação à Vida Cristã” será o tema do IX Sulão Bíblico-Catequético que acontece entre os dias 16 e 18 de junho em Florianópolis (SC). O evento, que reunirá cerca 120 pessoas vindas de cinco estados do país, tem o intuito de ser um espaço de formação para catequistas e contará com  estudos, momentos de oração e convivências.
Segundo a coordenadora da Comissão Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), irmã Marlene Bertoldi, o tema comunicação precisa ser estudado como meio de anunciar e testemunhar Jesus Cristo em nossos dias. ‘Ao longo dos três dias de estudos, convivências e orações, os participantes abordarão os temas sobre os desafios da comunicação da fé nos dias atuais, oficinas sobre os lugares da transmissão da fé e uma conferência sobre aspectos de Jesus Cristo, o comunicador do Pai’, destacou.
O Sulão é uma atividade de formação para catequistas que segue uma metodologia de rodízio sendo realizado aproximadamente a cada três anos em alguma diocese dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina ou São Paulo. O evento é direcionado para pessoas que já estão inseridas em equipes diocesanas de Animação Bíblico-Catequética.
Fonte: http://agenciacnbbsul4.org.br/florianopolis-sediara-ix-sulao-biblico-catequetico/

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Artigo do Padre Aparecido Neres Santana de junho de 2017. Diocese de Santos

Comunidade de Discípulos Missionários 


No dia 11 de junho, celebramos o Domingo da Santíssima Trindade. A Liturgia agora nos propõe a vida em Comunidade, para juntos sermos enviados em Missão. Para compreendermos melhor a Palavra de Deus que nos é apresentada será necessário situá-la no contexto do Evangelho de Mateus 9,36—10,8, referente ao 11º Domingo do Tempo Comum. O chamado de Jesus nasce da compaixão pelo povo sofrido, do “ver”, do “olhar” e do “sentir” no fundo da alma o grito do irmão pela vida: “Ao ver a multidão teve compaixão dela, porque estava cansada e abatida como ovelhas sem pastor” (Mt 9,36). Quem chama e envia para a missão é o próprio Deus, como intercede Moisés ao Senhor: “... para que a comunidade de Iahweh não seja como um rebanho sem pastor” (Nm 27,17). Quando lemos sobre Jesus, ao enviar os doze (o envio Apostólico), chama-nos a atenção o número 12, que não parece ser casual! Recorda-nos os doze filhos de Jacó (que originaram as doze tribos de Israel), significando que toda a história do Povo de Deus se realiza em Jesus. Os Apóstolos são chamados, recebem a investidura e são enviados (Apóstolos quer dizer “enviado”). São Mateus estabelece uma linha de continuidade entre a missão de Jesus e a dos Apóstolos. A prática missionária dos Apóstolos é a mesma de Jesus ao ser reconhecido como o Messias pelos discípulos de João Batista: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos recuperam as vistas os surdos ouvem...” (Mt 11,4), que são os sinais do Reino de Deus. A missão de Jesus é a missão dos Apóstolos, a pratica de Jesus é a prática dos Apóstolos. Um terceiro elemento no texto é a Gratuidade, no sentido de entrega total à missão, sem outras preocupações, que não a do amor a Deus e ao irmão. Portanto, os doze Apóstolos simbolizam todos nós (12 é ainda o número da plenitude). O cristão não pode eximir-se do ser missionário. A missão é uma realidade da qual a Igreja não pode se omitir, pois, por natureza, ela é missionária. A Igreja nasce da Missão. Como diz o Papa Francisco: “Não deixemos que roubem nosso entusiasmo missionário”. E ainda, com o testemunho da paixão missionária de Santa Terezinha: “Gostaria de plantar a Cruz de Cristo nos cinco continentes. Visto que não posso, eu serei missionária pela oração e sacrifício”.
Para refletir: Perguntemo-nos: pessoal e comunitariamente estamos nos sentindo discípulos missionários? Tenho “alma missionária”? Ao catequizar, evangelizar, procuro “fazer” discípulos missionários, atendendo ao apelo do Papa Francisco para sermos “Igreja em “saída”?


Pe. Aparecido Neres Santana - Assessor Eclesiástico da Comissão Ab-C


Confira a agenda das formações, veja a sua Cidade ou Região.

AGENDA JUNHO/JULHO/2017

Ø  Encontro de Formação de Catequistas e Evangelizadores:
  
Regiões: Litoral Centro  – ( Cidades de Praia Grande e Mongaguá)  
  23 de junho sexta-feira às 19h -      

COMUNIDADE SÃO JUDAS TADEU
Telefone: (13)3491-1337
Endereço: Av. Guilhermina, 785
Bairro: Jardim Guilhermina
Cidade: Praia Grande

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   Região do Guarujá (Cidade do Guarujá)

Dia 30 de junho de 2017 às 19h

PARÓQUIA SANTA ROSA DE LIMA

Telefone: (13)3358-1920
Endereço: Av. Manoel da Cruz Michael, 297
Bairro: Santa Rosa
Cidade: Guarujá
  

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Região Litoral Sul (Cidade de Itanhaém)

Dia 01 de julho de 2017 às 8h

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

Telefone: (13)3422-4029 
Endereço: Av. Rui Barbosa, 1200
Bairro: Jardim Laranjeiras
Cidade: Itanhaém.
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Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS E EVANGELIZADORES DIOCESE DE SANTOS/SP


TEMA: INICIAÇÃO À VIDA CRISTà

UM PROCESSO DE INSPIRAÇÃO CATECUMENAL NA COMUNIDADE 


A Comissão para à Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Santos, está realizando nas cidades da Diocese, a formação de Catequistas e Evangelizadores. 

Estão convidados todos os catequistas (catequese infantil, adolescentes, jovens e adultos), isto é catequistas, evangelizadores e agentes que trabalham com a Crisma e Batismo. 

Também estão convidados as Pastorais da Liturgia e Vocacional. 


Formador:  
Pe. Aparecido Neres Santana, Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C Diocesana .

Material: 
Trazer a Bíblia, o Itinerário Catequético, e um caderno para anotações. 


Confira a agenda das formações, veja a sua cidade ou região.

AGENDA MAIO/2017

Ø  Encontro de Formação de Catequistas e Evangelizadores:
  
Regiões: Centro I, II e Orla Cidade de Santos 
  19 de maio sexta-feira às 19h -      

                         Paróquia Sagrado Coração de Jesus

Telefone: (13)3236-8155 
Endereco: Av. Bartolomeu de Gusmão, 114.
Bairro: Aparecida 
Cidade: Santos 

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   Cidade de Cubatão – 20 de maio sábado às 14h.  


Paróquia Nossa Senhora da Lapa

Telefone: (13)3361-1272 
Endereco: Av. Nove de Abril, 1947.
Bairro: Centro 
Cidade: Cubatão 
  
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Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!
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Catequistas e Evangelizadores  sua participação é muito importante!

Teremos o Itinerário para vender ao custo de R$ 10,00.



Comissão AB-C - Diocese de Santos 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Artigo de Maio de 2017 - Pe. Aparecido Neres Santana, CSS

VIVER O MANDAMENTO DO AMOR, OBRA DO ESPÍRITO SANTO, NA VIDA DO DISCÍPULO MISSIONÁRIO.

Neste Artigo, Catequético Bíblico-Missionário, refletiremos sobre o Evangelho de São João, 14, 15-21, do 6° domingo da Páscoa. A centralidade do texto, está na vivencia dos mandamentos, especialmente o do Amor, além do anúncio feito pelo Senhor de enviar o Espírito Santo Paráclito. Jesus fala do “Àgape”, do Amor incondicional, do amor-caridade, “Se me amais, guardareis os meus mandamentos... e ele vós dará um outro Defensor” (Jo 14,15), o Paráclito, que em grego significa: aquele que defende, que auxilia, que infunde animo. Este trecho, encontra-se no contexto de despedida de Jesus, na Última Ceia. Ele volta para junto do Pai, mas os discípulos não ficarão órfãos, “Ainda um pouco e o mundo não mais me verá, mas vós me vereis” (Jo 14,19). Aqui está implícita, a continuidade da Sua Missão pelos discípulos (a Igreja, que somos todos nós).
No contexto sócio-político, econômico e religioso em que viviam os discípulos, e das primeiras comunidades, era de exploração e perseguição em todos os níveis. Dentro desse cenário é que se compreende que o Paráclito, o Defensor, que Jesus vai mandar, vem para os discípulos, não para o mundo. O evangelista João nos apresenta uma oposição entre os discípulos e o mundo (Jo 14, 19).  Para o mundo, Jesus desaparecerá para sempre (cf. Jo 7,34; 8,21), para os discípulos não. Por isso, os discípulos receberão o Espírito Santo e o mundo não. No amor a Jesus está o querígma, o anúncio central da nossa fé. Do amor maior, o “Ágape” “Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo, 15,13), que procede do Pai e do Filho e permanece no Espírito Santo.
A ressurreição, a Pascoa do Senhor, é o grito, por todo e sempre, da vida que vence a morte. Na ressurreição está ancorada e centrada a Fé cristã. Por isso, o discípulo-missionário, não pode ter medo, mas com a força da fé, anunciar com alegria o Reino da Vida.

Para refletirmos: É a Ação do Espírito Santo que nos capacita e nos envia para a Missionariedade; Será que como catequistas e evangelizadores, estamos seguindo este Caminho, proposto por Jesus? Em nossa Comunidade e no Caminho catequético, estamos levando e dando testemunho aos nossos catequizandos a seguirem o caminho de viver o Mandamento do Amor? 


Pe. Aparecido Neres Santana, Assessor Eclesiástico da Comissão Ab-C



AGENDA MAIO/2017

Ø  Encontro de Formação de Catequistas e Evangelizadores:
  
   -Bertioga – 05 de maio às 19h Capela N.S.Graças - Rivieira
   -São Vicente – 12 de maio às 19h Paróquia N.S.Amparo
   -Centro I, II, Orla – 19 de maio às 19h
   -Cubatão – 20 de maio às 13h
   
  
Ø  Mídias de nossa Comissão: visite e entre em contato!
    ü  Facebook: www.facebook.com/abcsantos
    ü  E-mail: abcdiocesedesantos@gmail.com

Comissão Ab-C Diocese de Santos/SP

terça-feira, 2 de maio de 2017

ENCONTRO DE FORMAÇÃO DA COMISSÃO DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ PAROQUIAL

O encontro aconteceu no dia 02 de maio de 2017, no Centro Diocesano de Pastoral- com a presença dos Padres Assessores Regionais da Catequese e Catequistas Coordenares Regionais. 

O encontro foi assessorado por Pe. Aparecido Neres Santana, CSS e Comissão para à Animação Bíblico-Catequética. 
1.     INTRODUÇÃO


 Podemos iniciar esta introdução com uma pergunta – Porque mudar o modelo de catequese já sedimentado a muitas décadas? Não é preciso fazer um grande esforço, para percebermos da necessidade de mudança. Vejamos pelos resultados: quantas pessoas foram batizadas, mas estão afastadas da Igreja? Não são fiéis aos compromissos do cristão, de participarem como pede um dos mandamentos da Igreja, Cf. Catecismo da Igreja Católica “O primeiro mandamento da Igreja (‘participar missa inteira nos domingos e festas de guarda’) ordena aos fiéis que tomam parte na celebração eucarística onde se reúna a comunidade cristã, no dia que comemora a ressurreição do Senhor” (n° 2042). E ainda: quantos receberam os três sacramentos de iniciação à vida crista, e em seguida se afastaram da Igreja. Percebemos cientificamente, isto é, pelas pesquisas que saem periodicamente, a diminuição do número dos católicos que, como ovelhas sem pastor, ficam indo de um lado para o outro, sem rumo ou direção. As famílias não iniciam mais os filhos na fé, como primeiros catequistas, nem com as orações básicas dos cristãos! Talvez teríamos um “rosário” de razões do porquê de buscar outro modelo. 


 2.     CATEQUESE DE INSPIRAÇÃO CATECUMENAL
Porque, tomar como inspiração para esse novo modelo, o Catecumenato Primitivo? Porque, tê-lo como paradigma? Afinal, já se passaram quase dois mil anos? Primeiro: não é a mesma coisa, nem do mesmo jeito. Mas sim, nos moldes, na força e no espírito desse modelo, que levava as pessoas a um engajamento de corpo e alma, na vivência da fé, indo até as últimas consequências, de dar a própria vida se preciso fosse. No ardor, e na dor da martiria (em grego martys), homens e mulheres que testemunhavam e morriam pela fé. Essa era uma das razões da preparação ser, no catecumenato primitivo, num período de dois a três anos, para poder receber os sacramentos de iniciação à vida cristã. Ser cristão era como assinar a própria sentença de morte. Ademais, atualmente, com os grandes sinais vindos do Vaticano II, e mais fortemente, no primeiro Diretório Catequético Geral da Sé Apostólica de 1971, foram publicados, o RICA (Ritual de Catequese para Adultos), mais tarde o Diretório Nacional de Catequese, e tantos outros, trazendo no seu bojo um esforço monumental, e indicando como novo paradigma de modelo para a catequese, o catecumenato primitivo. Mais recentemente, também o Documento de Aparecida. Assim, entendemos que nessa insistência da Igreja, por meio de tantos documentos, é o Espírito Santo de Deus que fala.
3.     Estrutura da iniciação à Vida Crista com suas etapas.
3.1.         Pré-Catecumenato 

3.2.         Catecumenato
3.3.         Purificação/Iluminação
3.4.         Mistagogia
4.     A importância da Comissão de Iniciação à Vida Cristã Paroquial.

4.1.         Constituição da IVC
4.2.         Responsabilidades
5.     A importância da Liturgia no processo da IVC
5.1.         A importância da festa
5.2.         Festa de acolhida e inscrição
5.3.         Momentos e Ritos festivos
5.4.         Celebração festiva dos sacramentos
6.     A importância da Comunidade no processo da IVC

7.     O Ministérios dos Introdutores e Padrinhos, no processo da IVC
8.     Participação dos Pais no processo catequético
9.     Eixo Temático da várias fases
10.            Estruturas Metodológicas  do Encontro
10.1.    O caminho é o dos discípulos de Emaús
10.2.    Vida, Bíblia e Comunidade
10.3.    Método da leitura Orante.

10.3.1.                   Realidade da Vida - O que a nossa vida está dizendo?
10.3.2.                   Escutar - O que o texto está dizendo?
10.3.3.                   Meditar - O que o texto diz para mim/nós?
10.3.4.                   Rezar - O que o texto me faz dizer a Deus?
10.3.5.                   Contemplar – Olhar a vida com os olhos de Deus.
10.3.6.                   Compromisso – O que a palavra de Deus me leva a fazer?



 Diocese de Santos /SP