sábado, 17 de março de 2018

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DA SEMANA CATEQUÉTICA 2018 - DIOCESE DE SANTOS /SP


 
A Comissão para à Animação Bíblico-Catequética da Diocese de Santos realizou neste sábado 17 de março de 2018, na Catedral Diocesana de Santos a apresentação do livro da Semana Catequética 2018.


O encontro para preparar os coordenadores para a Semana Catequética 2018 (a ser realizada em todas as paróquias em data a ser agendada). 








D. Tarcísio 
 Scaramussa,SDB, Bispo Diocesano de Santos, participou do encontro, falando sobre a mística do 'ser catequista', e a missão do catequista como leigo na Igreja, no contexto do Ano Nacional do Laicato. 






Padre Aparecido Neres (Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C apresentou o roteiro de trabalho a ser desenvolvido durante a Semana, baseado nos quatro tempos da Iniciação à Vida Cristã (Doc. 107 da CNBB) e um encontro sobre a missão do leigo (Doc. 105 da CNBB).



O encontro contou com a participação de 227 pessoas, entre catequistas, coordenadores e padres assessores regionais.












Momentos Marcantes 

Entrada da Palavra                                                     Entrada dos Documentos
                                                                                     105 e 107 da CNBB




 











Momento Mariano                                                                                 Entrada da Cruz

                                                    




Agradecimentos: 

A presença de Dom Tarcísio em todo o encontro e de sua participação expondo a mística do "ser catequista" e um esboço sobre a Semana. 
A acolhida do Padre Claudenil Moraes da Silva, pároco da Catedral Diocesana de Santos.
A presença da Equipe da Comunicação Diocesana, Guadalupe Corrêia Mota e Francisco Surian - pelos trabalhos no Projeto Gráfico, Editoração e Correção do livro. E imagens do encontro. A presença dos Padres Assessores Regionais da catequese e de todos os catequistas e evangelizadores de nossa Diocese. 

Comissão AB-C Diocese de Santos/SP.



sexta-feira, 9 de março de 2018

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DA SEMANA CATEQUÉTICA 2018 - DIOCESE DE SANTOS/SP


A Comissão Diocesana de Animação Bíblico-Catequética (AB-C) estará realizando a apresentação do texto-base da Semana Catequética 2018, com a entrega dos livros para serem usados nas paróquias.

Dia: 17 de março Hora: Das 8h30 às 12h.T

Local: Salão Paroquial da Catedral de Santos.

Telefone: (13) 3224-1593 / 3232-4593
Endereço: Praça Patriarca José Bonifácio, s/nº. 
Bairro: Centro
Cidade: Santos



São convidados os Coordenadores Paroquiais da Catequese (incluindo Capelas e Comunidades) de adultos, jovens e crianças, membros das Comissões de Iniciação à Vida Cristã Paroquial, coordenadores de liturgia e Padres assessores das Regiões e seus coordenadores.

Este ano, a Semana Catequética tem como tema IVC - Formação para discípulos e discípulas missionários(as).

Teremos o Documento 105 e 107 para vender. Participem!

Comissão AB-C Diocese de Santos.

segunda-feira, 5 de março de 2018

CARTA PASTORAL 2018 - ANO DO LAICATO




Carta Pastoral para o Ano do Laicato, promulgada por D. Tarcísio Scaramussa,SDB, Bispo Diocesano. “Neste Ano do Laicato desejo oferecer esta Carta como um reconhecimento do valor dos cristãos leigos e leigas, e para incentivá-los a assumirem com maior ardor pastoral e qualificação a missão que lhes é confiada pelo Senhor na construção de seu Reino”, diz o Bispo na Apresentação desta Carta. Leia a Carta com seu grupo, sua pastoral, movimento ou mesmo na Comunidade, a fim de entrar em comunhão com toda a Igreja no Brasil que pede para que possamos ser cada vez mais “sal da Terra e luz do mundo” (Mt 5, 13-14).





                                                                                             Clique na imagem, para download da Carta Pastoral.



LEIGOS CRISTÃOS: DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS DA ALEGRIA DO EVANGELHO


 Caros irmãos e irmãs em Cristo Jesus! A pós o acontecimento de Pentecostes, um grande vigor missionário se manifestou na Igreja. E não cessou mais. Até os dias de hoje, o Evangelho continua sendo anunciado e testemunhado por toda parte. Os Atos dos Apóstolos e os outros livros do Novo Testamento relatam as ações e as reflexões do primeiro momento da história da evangelização. Esta história continuou a ser escrita com a vida de milhões de discípulos de Jesus, deixando uma rica herança de Tradição de fé da Igreja, confirmando a autenticidade do Evangelho vivido no testemunho de tantos cristãos, muitos mártires e santos. O Espírito que sempre conduziu a Igreja não dorme em nossos tempos. Por isso, esta realidade de evangelização, levando a salvação do Senhor a todos, continua viva e presente nos dias atuais, pelo testemunho e pregação de cristãos, ministros ordenados, religiosos, leigos e leigas. Esta consciência missionária vem crescendo, de modo particular a parti r do Concílio Vaticano II (1962-1965). Nos dias atuais recebeu novo impulso com a entusiasmante Exortação Apostólica do Papa Francisco “A Alegria do Evangelho”. Nesta, o Papa ressalta o desafio da participação dos leigos na missão da Igreja: “A imensa maioria do povo de Deus é constituída por leigos. Ao seu serviço, está uma minoria: os ministros ordenados. Cresceu a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja. Embora não suficiente, pode-se contar com um numeroso laicato, dotado de um arraigado sentido de comunidade e uma grande fidelidade ao compromisso da caridade, da catequese, da celebração da fé. Mas, a tomada de consciência desta responsabilidade laical que nasce do Batismo e da Confirmação não se manifesta de igual modo em toda a parte; nalguns casos, porque não se formaram para assumir responsabilidades importantes, noutros por não encontrar espaço nas suas Igrejas particulares para poderem exprimir-se e agir por causa dum excessivo clericalismo que os mantém à margem das decisões. Apesar de se notar uma maior participação de muitos nos ministérios laicais, este compromisso não se reflete na penetração dos valores cristãos no mundo social, político e econômico; limita-se muitas vezes às tarefas no seio da Igreja, sem um empenhamento real pela aplicação do Evangelho na transformação da sociedade. A formação dos leigos e a evangelização das categorias profissionais e intelectuais constituem um importante desafio pastoral” (EG, 102). Neste Ano do Laicato, desejo oferecer esta Carta como um reconhecimento do valor dos cristãos leigos e leigas, e para incentivá-los a assumirem com maior ardor pastoral e qualificação a missão que lhes é confiada pelo Senhor na construção de seu Reino.

D. Tarcísio Scaramussa,SDB, Bispo Diocesano de Santos/SP

domingo, 4 de março de 2018

Artigo de março de 2018 - Padre Aparecido Neres Santana


DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR: MORTE-RESSURREIÇÃO DE
CRISTO
Neste domingo de Ramos, também chamado Domingo da Paixão do Senhor, temos dois textos tirados do Evangelho, escrito por Marcos, que nos preparam a vivenciarmos a Semana Santa, a qual nos faz recordar, o evento central e fundante da nossa vida cristã: a Morte-Ressurreição de Cristo; é neste contexto, nos dois textos, de Marcos, 11, 1-10 e 15, 1-39, que vamos refletir o caminho de cruz, de ontem e de hoje. O paradoxo dessa solenidade se expressa através da contradição da multidão que, por momentos, aclama (Mc 11,9-10) o Cristo como rei, com ramos nas mãos, e por outro, grita pedindo que o (Mc 15,13-14) crucifiquem como a um bandido. Mais uma vez, isso faz parte da nossa realidade humana.
A Solenidade de Ramos tem origem na festa judaica das Tendas ou dos Tabernáculos, onde os judeus, no mês de setembro, faziam grandes procissões com os ramos nas mãos no intuito de celebrar o fim das colheitas e para se lembrarem da estadia dos Israelitas por 40 anos no deserto. A entrada triunfal em Jerusalém, não é feita numa carruagem ladeada por soldados, guardas, fortemente armados, mas montando um jumentinho, transporte dos pobres, ladeado pelo povo simples, os desvalidos. É o confronto entre o poder imperial e Jesus, defensor dos pobres de Javé. Com esta ação simbólica, Jesus apresenta-se a cidade de Jerusalém como o Messias, o enviado de Deus, portador da paz e salvação.
O texto bíblico, de Mc 15, 1-39, descreve o processo do julgamento de Jesus, o servo justo, o mártir fiel, o servo sofredor, remete à imagem do “terceiro canto do servo” em Isaías (cf. Is, 50, 4-9), defensor dos pobres, que foi assassinado, pelos que detinham o poder, político, econômico e religioso, representados pelas autoridades judaicas e pelo governador romano, Pôncio Pilatos. A centralidade deste Evangelho está na proclamação de que Jesus é o Filho de Deus: à pergunta de Caifás, o sumo sacerdote – “ES tu o Messias, o Filho do Deus Bendito?” (Mc 14, 61), a resposta de Jesus – ‘Eu sou. E vereis o Filho do Homem sentado à direita do poderoso...” (Mc 14,62). Esta é a compreensão dos discípulos, que apesar do aparente fracasso da morte violenta de Jesus, e da humilhação da cruz, nasce a esperança, da ressurreição. Da derrota nasce a força do amor fiel do Pai em Jesus, e alimenta a missão dos discípulos, a retomada da caminhada!
Ademais, faz necessário enfatizar, que a morte de Jesus, apesar da violência praticada, teologicamente, Jesus a transforma em vitória, porque entrega sua vida para a salvação de todos. Não são eles que tiram, mas, Jesus a entrega. E, mais, a sua paixão, seu sofrimento e a sua morte, os fazem tomar consciência que, através de Jesus, Deus se solidariza conosco, com as nossas paixões, com os nossos sofrimentos e mortes.
Para refletirmos: A Paixão de Cristo continua ainda hoje, sob nossos olhos, da mesma forma que a sua Ressurreição... Qual é nosso papel, como Leigos e Leigas na sociedade e na Igreja, diante desta entrega de Jesus na cruz? Quais são hoje as cruzes as mortes

Pe. Aparecido Neres Santana - Assessor Eclesiástico da Comissão AB-C

Vem aí a Semana Catequética - Tema: Iniciação à Vida Cristã – Formação para Discípulos(as) Missionários.