sábado, 29 de novembro de 2014

O ANO DA PAZ!



Dom Leonardo Ulrich Steiner, Bispo Auxiliar de Brasília, Secretário Geral da CNBB, em carta dirigida aos bispos, apresenta o ANO DA PAZ:

Tem “início o Ano da Paz. Ele foi discutido e aprovado pelos irmãos bispos, por ocasião da nossa última Assembleia Geral, em Aparecida, SP. Terá início no primeiro domingo do Advento (30/11/14) e encerramento no Natal (25/12/15).

Manifestamos nossas preocupações, apresentamos os modos da violência, buscamos as razões que geram a violência. Poderíamos afirmar com Papa Francisco que “os ídolos do domínio e do poder deterioram as relações, arruínam a harmonia a ser construída com humildade serviçal e disposição maternal. Os conflitos, a violência, a indiferença diante da morte, nascem do fascínio do domínio e do poder” (cf. Papa Francisco, Vigília de Oração pela Paz, 07∕09/14).

 Desejamos, com o Ano da Paz, abrir fendas na onda de violência que se manifesta na morte de tantas pessoas, nos lares em conflito, na corrupção, na agressividade do trânsito, na impossibilidade de diálogo nas diferenças, até mesmo religiosas.

A presença de Deus na terra dos homens é anunciada com uma exclamação e desejo de Paz: “Glória a Deus no mais alto dos céus, e na terra, paz aos que são do seu agrado” (Lc 2,14). Ele, o Príncipe da Paz, o Arauto da Paz, Ele a nossa Paz! Nova presença, nova vida, novo horizonte: proximidade, acolhida, fraternidade. “Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz” (Jo, 14, 27). Paz no Reino novo onde reinará a justiça, o perdão, o diálogo; cultura da paz.

“É possível percorrer o caminho da paz? Podemos sair desta espiral de dor e de morte? Podemos aprender de novo a caminhar e percorrer o caminho da paz? ... Sim, é possível para todos!” (Papa Francisco, Vigília de oração pela paz, 07∕09/14).

Uma Comissão está preparando alguns subsídios que serão enviados às dioceses. O importante, como foi lembrado na Assembleia, é que, durante todo o Ano Litúrgico reflitamos sobre a paz, para superarmos a violência. Em breve enviarei mais detalhes sobre o Ano da paz.

Um abençoada caminhada de Advento ao encontro do Príncipe da paz”


"Iluminai o mundo com vosso testemunho", diz Papa em mensagem pela abertura do Ano da Vida Consagrada!



Cidade do Vaticano (RV) – Uma Celebração Eucarística na Basílica de São Pedro na manhã deste primeiro domingo do Advento  -  presidida pelo Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedade de Vida Apostólica, Cardeal Dom João Braz de Aviz -, deu início ao Ano da Vida Consagrada, que se estenderá até fevereiro de 2016. Uma mensagem do Papa Francisco foi lida aos presentes:

“Despertai o mundo! Iluminai-o com o vosso testemunho profético e contra-a-corrente”, exortou Francisco no dia em que é aberto o Ano da Vida Consagrada por ele convocado, há 50 anos da promulgação do decreto conciliar “Perfectae caritatis” sobre a renovação da vida religiosa.  Na mensagem, o Santo Padre abraça fraternalmente os consagrados e consagradas, mostrando-lhes a “beleza e a preciosidade desta peculiar forma de seguimento Christi, representada – explica – por  todos” aquele que “decidiram deixar tudo para imitar Cristo mais de perto mediante a profissão dos conselhos evangélicos”.

Olhando às “tantas iniciativas” que serão “realizadas em todas as partes do mundo”, o Papa exorta a um testemunho luminoso indicando, ainda uma vez, as três palavras programáticas: “Ser alegres”, isto é, mostrar a todos que seguir Cristo e colocar em prática o Evangelho enche “o coração de felicidade”. Ser “corajosos” porque – escreve – “quem se sente amado pelo Senhor sabe depositar nele toda confiança”, podendo “como os vossos fundadores” abrir “caminhos novos de serviço ao reino de Deus”. E terceiro ponto, ser “homens e mulheres de comunhão”. “Sejam incansáveis construtores de fraternidade” – exorta – expecialmente em relação aos “mais pobres”, mostrem “que a fraternidade universal não é uma utopia, mas o sonho mesmo de Jesus para a humanidade inteira”.

As palavras do Papa foram acolhidas com alegria e comoção pelos presentes e o Cardeal João Braz de Aviz expressou “plena comunhão” com o “Papa na Turquia” para o encontro “fraterno com o Patriarca Bartolomeu” e para aprofundar o diálogo inter-religioso com os irmãos e irmãs muçulmanos”. Grande a alegria para os novos desafios:

“Iniciamos este Ano da Vida Consagrada no sinal da esperança cristã pois o Senhor é fiel e, com a sua misericórida, transforma as nossas infidelidades. Quem espera nele não fica desiludido”.

A entrega a Deus muda o coração do homem e torna seguro o nosso caminho, disse o Cardeal:

“Quanto mais nos deixamos plasmar pelo Pai como argila em suas mãos, isto é, mais nos entregamos confiantes em suas mãos de Pai que nos ama, mais nós caminharemos com segurança e despertos no encontro com Ele, quando chegará. Este comportamento poderá dar muita profundidade ao ano que agora iniciamos”.

Ao concluir sua reflexão, baseada nos pontos propostos pelo Papa Francisco na Carta Apostólica “Testemunhos da Alegria”, dirigida aos religiosos e religiosas como um programa concreto para o Ano da Vida Consagrada, o Cardeal Braz de Aviz convidou a todos para “sentirem como nosso este programa concreto traçado pelo Papa Francisco”, que faz concentrar o nosso caminho do Ano da Vida Consagrada em três realidades centrais: Evangelho, Profecia e Esperança. (JE)
(from Vatican Radio)

domingo, 23 de novembro de 2014

Solenidade da Festa de Cristo Rei



Termina o ano da Igreja, chamado de “Ano Litúrgico”, com a Festa de Cristo, Rei do Universo. Jesus nasce com o título de “Rei”, que viria reinar com estabilidade e seu reinado não teria fim. Seu nascimento foi interpretado como a presença humana da Palavra Divina, Deus tomando a forma de homem para redimir das fraquezas terrenas a humanidade mergulhada nas limitações de sua natureza.
Jesus nasce como Rei, mas diferente dos reis de seu tempo, porque não era conivente com um poder de pompa, de riqueza e de mando, mas investido das características de Pastor, de quem veio dar a vida pelos mais necessitados. Sua preocupação era totalmente voltada para a integridade e dignidade das pessoas. Por isto foi e agiu contra aqueles que praticam atitudes de exploração das pessoas.
O Ano Litúrgico começa com o Advento, tempo de preparação para o Natal, para o nascimento do Rei Jesus. Termina proclamando-O Rei do Universo, como Aquele que venceu os “espinhos” da vida, passou pela morte, ressuscitou e vive para sempre. Sua presença despertou esperança para quem vive no “túnel” da vida e sem perspectivas para uma condição melhor.
O verdadeiro pastor não é aproveitador da situação social das ovelhas, não as abandona nos momentos difíceis e nem se torna pastor de si mesmo. Ele age com justiça e não tolera exploração de umas sobre as outras, porque todas as ovelhas têm direito de condições de vida digna e saudável.
Duas virtudes são fundamentais para pastores e ovelhas. Uma é a prudência no desempenho dos talentos que cada pessoa naturalmente possui, não fazendo uso deles como desvio de sua finalidade, realizando o mal. A outra é a sensatez, agindo com prudência e de forma responsável. No reinado de Jesus Cristo têm precedência o amor, a paz, a justiça e a fraternidade, e não há lugar para o egoísmo. Em quem depositamos nossa esperança no contexto cultural de hoje? No poder, nas tecnologias, ou no encontro com o Deus que está presente na vida dos excluídos!




Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.


 .............................................................................................





A nossa Diocese de Santos, hoje se reuniu na  Catedral de Santos - Praça José Bonifácio,s/n - Centro de Santos/SP às 9hs da manha onde aconteceu a Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo.









Missa presidida pelo Bispo Diocesano Dom Jacyr Francisco Braido, co-celebrada pelo bispo coadjutor, Dom Tarcísio Scaramussa e por todo o clero  da Diocese de Santos. 








A praça em frente a Catedral Diocesana de Santos ficou lotada de fiéis pertencentes às nove cidades da Baixada Santista, território de jurisdição da Diocese de Santos.
 
















 Fotos de:

João Humberto Vieira, Thiago Miranda  e Maria da Penha