sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Diretoria da SBCat prepara assembleia.


A diretoria da Sociedade Brasileira de Catequetas (SBCat) esteve reunida em São Caetano do Sul (SP), na segunda-feira, dia 24, para articular as ações propostas pela assembleia de 2013 e preparar o próximo encontro da entidade.

A SBCat foi criada em junho de 2012 e contava com uma liderança provisória. Eleita em junho de 2013, a atual diretoria é composta pelo presidente, padre Eduardo Calandro; a vice-presidente, irmã Rosângela Aparecida Fontoura; o secretário, padre Luís Gonzaga Bolinelli; e o tesoureiro, padre Jordélio Siles Ledo.

Durante a assembleia da SBCat de 2013 foram definidos o estatuto e as ações para fortalecer o trabalho pastoral da área de catequese, como o convite a novos membros, a busca por publicações na área catequética para divulgação e por parcerias com outras sociedades latino-americanas.

De acordo com o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Décio Walker, a SBCat procura, ainda, fomentar o crescimento da reflexão catequética no Brasil, caminhando em sintonia com a Comissão Episcopal.

A próxima assembleia da SBCat acontecerá nos dias 27 e 28 de agosto deste ano, em São Paulo (SP). Os 17 sócios fundadores e convidados trabalharão a temática “Avaliação do Processo Catequético da Igreja do Brasil para avançar sempre mais”.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Papa canonizará Beato Anchieta em abril



O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, comunicou na manhã de hoje, 27, que o papa Francisco irá declarar santo o bento José de Anchieta, missionário que viveu no Brasil.

Dom Raymundo Damasceno esteve em reunião com o papa, no Vaticano, para dar início à preparação da celebração de canonização. Em entrevista à Rádio Vaticano, o cardeal explicou que o papa Francisco optou por uma cerimônia simples que consistirá na assinatura de um decreto no qual será declarado santo o apóstolo José de Anchieta. O evento ocorrerá no próximo mês de abril, com data e local a serem definidos.

De acordo com dom Damasceno, a missa de canonização será celebrada em uma igreja de Roma. Na ocasião o papa Francisco irá declarar santos o missionário brasileiro e dois beatos canadenses.

“José de Anchieta deixou marcas profundas no início da colonização do Brasil, como também na sua evangelização. Eu creio que ele mereça ser cultuado por toda a Igreja”, disse o cardeal.

O arcebispo explicou que no Brasil haverá uma celebração mais solene, em âmbito nacional, possivelmente durante a 53ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em Aparecida (SP), no período de 30 de abril a 09 de maio, com a presença do episcopado brasileiro. Serão propostas outras celebrações nos estados onde o beato José de Anchieta percorreu em sua caminhada missionária como o Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Mensagem do papa Francisco para a Quaresma




O convite aos cristãos para testemunharem sua fé por meio da convivência comunitária é feito pelo papa Francisco em sua mensagem para o Quaresma 2014, que terá início no dia 05 de março, Quarta-feira de Cinzas. O texto divulgado pelo Vaticano, nesta terça-feira, 4, apresenta algumas reflexões chamadas pelo de “caminho pessoal e comunitário de conversão”.



“O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança”, disse o papa Francisco. Confira a íntegra da mensagem:


Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9)

Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?

A graça de Cristo
Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado» (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).

A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Batista para O batizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).

Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8, 29).

Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.

O nosso testemunho
Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.

À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiênicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diaconia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo.

O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.

Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína econômica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.

O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.

Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.

Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, 26 de Dezembro de 2013
Festa de Santo Estêvão, diácono e protomártir.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A Cátedra de Pedro.


Este final de semana foi movimentado em Roma, mais precisamente no Vaticano. Tudo em decorrência da realização de mais um consistório. E´ a reunião dos cardeais, chamados para a sua função permanente, de serem os conselheiros do Bispo de Roma.

Sabemos que sua função mais decisiva é eleger o novo Papa, quando isto se torna necessário. Aí a palavra exata é “conclave”. Quando, como desta vez, a reunião é para debater assuntos, então é um “consistório”.

Quem tem longa tradição, tem palavras exatas para se expressar. A Igreja tem!

Um consistório pode ser, e frequentemente o é, mais festivo, e às vezes longamente esperado: quando nele se promovem novos cardeais, para ir renovando o colégio cardinalício, garantindo que ele se mantenha próximo a cento e vinte membros votantes, que é o número colocado como referência, para espelhar uma boa representatividade eclesial.

Desta vez o consistório tem o caráter festivo, com a promoção de alguns novos cardeais, entre os quais o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta.

O caráter festivo deste consistório, não impede os cardeais de se debruçarem sobre a problemática da família, que o Papa Francisco propôs como tema de reflexão para toda a Igreja, recolhendo sugestões para serem levadas para o “sínodo” extraordinário, convocado para o mês de outubro deste ano.

Tudo isto está acontecendo nestes dias, em vista de uma data singular,da qual quase ninguém se dá conta. Esta data é 22 de fevereiro, dia da “cátedra” de São Pedro.

Nos últimos anos, esta data vem servindo de referência para o Papa convocar os cardeais para a sua reunião ordinária. A “cátedra” simboliza a missão de Pedro, de falar “ex-cátedra”, com autoridade, sobre os assuntos relativos à vida da Igreja.

A palavra sugere, também, que esta missão incumbe igualmente aos bispos do mundo inteiro. Pois cada “catedral”, que é a Igreja de onde o Bispo celebra, possui também uma “cátedra”.

No exercício desta missão, o Papa sente a necessidade de contar com os conselhos de seus irmãos bispos, mas também dos outros membros da Igreja. Tanto que para o sínodo de outubro ele fez questão de abrir o jogo, para que todos pudessem opinar sobre os problemas da família, também os leigos.

Mas a reunião desses dias contou com outro ingrediente. Foi precedida da reunião dos oito cardeais, nomeados pelo Papa para constituírem uma comissão, com a incumbência de ajudá-lo a realizar a reforma da Igreja, retomando as inspirações do Concílio Vaticano Segundo.

Além dos assuntos específicos destes dias, a Igreja de Roma nos dá um bom exemplo de valorização dos seus símbolos. Uma simples “cadeira” serve de inspiração e de motivação.

Ao longo de cada ano, a Igreja de Roma aproveita outros símbolos para expressar sua vocação. No dia 09 de novembro, por exemplo, celebra a consagração da Basílica de São João de Latrão, que é a catedral da Diocese de Roma. Sem esquecer que sua grande festa é sempre em 29 de junho, dia de São Pedro.

Tudo dentro da tradição, que evoca o passado, mas também impulsiona a Igreja a se renovar, para se colocar a serviço de sua missão de testemunhar o Evangelho de Jesus.

Por Dom Demétrio Valentini, bispo de Jales

 

domingo, 23 de fevereiro de 2014

19º Encontro Ampliado da Sub-Região SP2 - CNBB




No último sábado, dia 22 de fevereiro de 2014, representantes da Comissão de Animação Bíblica-Catequética em conjunto com uma delegação de nossa Diocese de Santos, participaram do 19° ENCONTRO AMPLIADO DAS EQUIPES PASTORAIS DA SUB-REGIÃO SP2.





O encontro foi realizado na Diocese de Santo Amaro, e estavam presentes os senhores Bispos e representantes das Dioceses que compõem o SP2: Dioceses de Santo Amaro, Santo André, São Miguel Paulista, Mogi das Cruzes, Osasco, Guarulhos, Campo Limpo e Santos.
 
 




 

As 8h20min Dom Manoel da Diocese de são Miguel Paulista, conduz a Oração da Hora Média, Cátedra de São Pedro. Ao termino compõe a mesa, apresentando Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário Geral da CNBB e Monsenhor Joaquim da Diocese de Santo Amaro.





A exposição foi de Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário Geral da CNBB, e o tema da palestra foi " A ESPIRITUALIDADE NA VIDA DO DISCÍPULO MISSIONÁRIO".  Dom Leonardo, inicia dizendo:
" Deus veio ao nosso encontro, que não é Iniciativa NOSSA, mas d'Ele. Somos encontrados e encontradas de forma inusitada".

 
Destacamos aqui alguns pontos da palestra de Dom Leonardo:

1- O discípulo é aquele que aprende, não executa, mas sempre ouvi. A obediência é ser todo ouvido, é se manter a escuta. Dar-se sem meditada;

2-Transbordar-se em generosidade, a nobreza de ter  o empenho para com Deus na mesma medida que Ele teve para conosco.  Nunca esperar recompensa, o trabalho é a nossa recompensa, a nossa graça.  

Deus não é ontem, nem amanhã, Deus é sempre hoje!

O cultivo da boa vontade.

Pontos para refletir:

·        A reverência a Deus e autoridade .

·        A Fé.

·        Desmistificação do eu.

·        Reconhecimento de si e das coisas.

·        O ouvir – a obediência.

·        A generosidade com o próximo.

·        Pequenas obras.

·        Discípulo da boa vontade.

3- O missionário e a missionariedade :

Uma Igreja em estado permanente em missão, todo batizado é igreja. A primeira missionariedade é a Igreja particular. A igreja não é uma estrutura é uma comunidade.

Missionariedade é a força que envia.

E qual é a força que envia? Quem nos envia é Jesus Cristo. DAp144

Discipulado é convidado a estar, a seguir,  anunciar como Ele e por Ele. Somos convidados como servos e servas a anunciar a Palavra do Pai, que é Jesus Cristo vivo.

Ser missionário representa inclinar-se para o mais necessitado.

Portanto é um encontro pessoal com Cristo que nos faz discípulos missionários.

Dom Leonardo termina a palestra com uma citação do papa Francisco: Aceitar o caminho é a cada manha uma renovação; estar sempre melhor não só no físico, mas no espírito, e sempre junto ao próximo. Um aprendizado constante com fé e sempre acreditar em Deus.

Após a palestra de Dom Leonardo, convida os participantes a se reunirem em grupos para responderem duas questões.  E comunica aos participantes, que as dúvidas devem ser elaboradas em perguntas e entregues, para que Dom Leonardo possa responde-las no final do encontro.

 
 
Questões:
1- Somos pelo Batismo Discípulos/as de Jesus. O Discipulado é a Dinâmica de uma vida. Como ser discípulo/a na nossa cotidianidade?

2- A missionariedade nasce da grandeza do encontro. Como sermos missionários/as de fomos atingidos pela alegria do Evangelho?
 

Retornando ao auditório, os grupos elegeram um membro para fazerem suas explanações. Foi formado 10 grupos.
 
 




 

Sua exposição foi linda e entusiásticamente aplaudida por todo o plenário.PIRITUALIDADE NA VIDA DO DISCÍPULO MISSIONÁRIO.
A exposição foi de Dom Leonardo Ulrich Steiner. " Deus veio ao nosso encontro, que não é Iniciativa NOSSA, mas dEle. Somos encontrados e encontradas de forma inusitada".
Sua exposição foi linda e entusiásticamente aplaudida por todo o plenário.

Na ocasião também foi comemorado o aniversário de 44 anos de vida sacerdotal de nosso bispo Diocesano, Dom Jacyr Francisco Braido.
 



 
Ao final do Encontro Pe. Marcos Vinícios da Diocese de Guarulhos fez os agradecimentos finais, a Dom Leonardo e a Diocese de santo Amaro lhes presenteia com um vinho.
 
 
 
 
 
                                         Encerrando com a Benção final.

Fotos da delegação da Diocese de Santos:













Fonte: Comissão AB-C Diocese de Santos
Fotos: Maria da Penha - PASCOM Diocese de Santos